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Sem fôlego, Ibovespa se descola de Nova York e tem queda

Em Nova York, o Dow Jones subia 0,83%, aos 28.731 pontos e o Nasdaq ganhava 0,13%, aos 11.732 pontos.

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A Bolsa até que tentou acompanhar seus pares em Nova York, mas a falta de fôlego fez o índice doméstico migrar para o campo negativo. Às 12h40, o Ibovespa registrava queda de 0,62%, aos 98.470 pontos.

A queda das ações da Petrobras e dos bancos contribui para manter o índice no vermelho. A petroleira registrava, há pouco, recuo de 1,22%, acompanhando a queda do petróleo no mercado internacional. Os bancos devolvem os lucros recentes. Itaú cede 0,55%, Bradesco recua 1,35%, e Banco do Brasil tem declínio de 1,12%.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de desempregados chegou a 14 milhões de pessoas na quarta semana de setembro, ficando estável ante a semana anterior, quando foi registrado 13,3 milhões. Com isso, a taxa de desocupação (14,4%) ficou estável em relação à semana anterior (13,7%) e cresceu frente à primeira semana de maio (10,5%).

No exterior, a notícia de que a farmacêutica Pfizer pode pedir autorização emergencial para o uso da sua vacina contra o coronavírus até o fim de novembro, anima os investidores. Além disso, os dados de vendas no varejos dos Estados Unidos em setembro acima do esperado – alta de 1,9% ante agosto – contribui para o bom humor. Junta-se a isso, o dado de confiança do consumidor de outubro, cuja leitura preliminar mostra aumento para 81,2.

Em Nova York, o Dow Jones subia 0,83%, aos 28.731 pontos e o Nasdaq ganhava 0,13%, aos 11.732 pontos.

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