Saúde
Stress tech: como seus acessórios de computador podem revelar seu nível de estresse
Nesse mundo tecnológico, pequenas coisas podem revelar nossos níveis de estresse. Olhos atentos ao mouse e teclado, o que eles dizem?
O mouse e o teclado são itens de uso diário, seja no trabalho, nos estudos ou em casa. Quase todos os dias, fazemos uso desses equipamentos. É por esse motivo que eles podem revelar nosso nível de estresse.
Como usamos esses equipamentos diz muito sobre nós, nossos hábitos e nosso humor. Por isso, precisamos prestar atenção a esses objetos aos quais, às vezes, não damos a devida atenção.
Um estudo publicado na revista International Journal of Human-Computer Interaction comenta sobre como usamos esses equipamentos e como isso pode revelar se estamos estressados ou não.
É importante ressaltar que o principal objetivo desse estudo é prevenir o estresse crônico, que pode trazer diversas consequências para a saúde mental e física das pessoas.
No estudo, foram utilizados 90 participantes e foram registrados seus comportamentos de uso, bem como seus batimentos cardíacos. O método de aprendizagem de máquina foi utilizado para medir os níveis de estresse durante o uso do equipamento.
Com esse estudo, foi possível perceber que aqueles que estavam mais irritados tendiam a digitar mais rapidamente e com mais força.
Quanto ao uso do mouse, ele ficou impreciso, com cliques que tendem a acertar lugares incorretos e arrastar itens pela tela sem direção exata.
O estresse pode afetar a capacidade de processar informações, conforme explicado pela teoria do ruído neuromotor. Essa teoria sugere que o estresse pode aumentar o ruído neuromotor, o que pode facilitar tarefas simples, mas dificultar ainda mais tarefas complexas.
Apesar da pesquisa, os cientistas explicam haver dificuldades em colocar esse método em prática na realidade. O estudo contou com 90 participantes em um ambiente controlado, e para ser utilizado com outros indivíduos, seria necessário recalibrá-lo com mais dados.
“A única maneira de as pessoas aceitarem e usarem nossa tecnologia é se pudermos garantir que os dados fiquem anônimos. Queremos ajudar os trabalhadores a identificar o estresse precocemente, não criar uma ferramenta de monitoramento para as empresas“, comenta a coautora do estudo, Jasmine Kerr.

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