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Economia

Tesouro Nacional vai priorizar colocação de títulos pré-fixados

STN poderá, também, reforçar presença da pós-fixada LFT

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Crédito: IR sem erro

Sempre disposto a ponderar sobre o ‘apetite do mercado’, o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, afirmou, nessa terça (14), que a secretaria pretende reforçar, no mercado, a presença de títulos prefixados e indexados à inflação.

Aprimoramento já! – Com esse objetivo, a STN tem priorizado a colocação de Letras Financeiras do Tesouro (LFT), com taxa pós-fixada. No caso das Letras Financeiras do Tesouro (LFTs), de prazo maior, embora não esteja prevista ampliação de volume desses papéis, Bittencourt admitiu ser necessário ‘aprimorar esse indicador’.

No intervalo – Relatório Mensal da Dívida, mostra que, em julho último, os títulos prefixados respondiam por 32,05% da Dívida Pública Federal (DPF) – inseridos, portanto, no intervalo de 31% a 35%, previsto para o fim de 2021, no Plano Anual de Financiamento (PAF).

Pós adequados – Os pós-fixados, por sua vez, apresentaram, no mês descrito, em 35,67% da DPF, no intervalo de 33% a 37%. Também adequados aos limites propostos no PAF estavam os títulos atrelados a índices de preços (participação de 27,59%) e câmbio (4,69%).

Colchão de liquidez – A necessidade de manter um colchão de liquidez, sobretudo em momentos de estresse como o atual, fez com que o Tesouro colocasse no mercado volume de títulos muito baixos. Para efeito de abatimento da dívida – conforme prevê a Emenda Constitucional 109 – já foram transferidos, só em 2020, R$ 165 bilhões, referentes a superávits financeiros de fundos do Executivo.

Novas garantias – Outra proposta em discussão pela equipe econômica, comentou Bittencourt, é a proposta de, eventualmente, conceder garantias para empréstimos tomados por entes subnacionais com rating C, sob a condição de que estes apresentassem um plano grande e viável de ajuste fiscal, tendo em vista elevar seu rating de C para B. No momento, somente estados com rating A e B têm acesso a garantias do Tesouro.

Alinhamento institucional – Sobre os precatórios, Bittencourt entende ser necessário “um alinhamento entre poderes” para que se encontre uma solução, que “pode vir tanto por meio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) quanto pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), como sugeriu o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux”.

Caldo de galinha – Prudência é o que recomendou o titular do Tesouro com relação ao tratamento necessário à melhora na situação das contas públicas estaduais, a exemplo do que deve também fazer a União, segundo ele.

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Empresas

PetroRecôncavo: Ativo industrial de Guamaré passará por manutenção

Petroleira

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A PetroRecôncavo informou que recebeu comunicado da Petrobras dando conta de que o ativo industrial de Guamaré (RN) passará por manutenção planejada, conforme comunicado encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, trata-se da UPGN-III e a manutenção visa adequações necessárias ao cumprimento da NR-13 (Norma Regulamentadora 13 – Caldeiras e Vasos De Pressão).

Também disse que a manutenção está prevista para ocorrer entre os dias 28 de setembro e 11 de outubro, e a Petrobras informa que não receberá gás no referido período.

De acordo com a empresa, sua produção de óleo não deverá ser afetada e a produção de gás não associado do Ativo Potiguar será fechada, de modo a preservar as reservas durante o período.

PetroRecôncavo informa que ativo industrial de Guamaré passará por manutenção planejada

A PetroRecôncavo está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker RECV3.

Veja o documento:

PetroRecôncavo informa que ativo industrial de Guamaré passará por manutenção planejada

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Commodities

Eneva (ENEV3) assina acordo com GVA para operar Tepor

Companhia de energia responderá pela operação do Terminal Portuário de Macaé

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Crédito: Eneva

Nova iniciativa que se insere no plano de diversificação de operações no restante do país, a Eneva (ENEV3) anunciou, nessa terça-feira (28), a assinatura de acordo de exclusividade com o Grupo Vale Azul Participações (GVA), para a formação da joint venture responsável pelo desenvolvimento e operação do projeto do Terminal Portuário de Macaé (Tepor), no Rio de Janeiro.

Eneva é majoritária – Caso o acordo se confirme – condicionado a estudos técnicos e de viabilidade financeira – a joint venture contará com uma participação de 65% da Eneva, como acionista controlador, ficando os 35% restantes com a GVA. Outra repercussão relevante do acordo é que ele garante a Eneva direitos para analisar e negociar, de forma exclusiva, a entrada do projeto até dezembro de 2022.

Projeto diversificado – O projeto integrado de gás natural inclui também, um terminal de granel líquido, um terminal de apoio marítimo, outro de gás natural liquefeito (GNL) – com capacidade para movimentar diariamente 21 milhões de metros cúbicos por dia – e mais um terminal para manuseio de operações de petróleo bruto.

UPGN na fila – Mais à frente, mas fora da transação, será a vez da construção de uma unidade de processamento de gás natural (UPGN), conforme licença ambiental prévia obtida para o empreendimento de infraestrutura e logística.

Marco de entrada – Além disso, o novo empreendimento constitui o marco de entrada da Eneva nesse mercado da região Sudeste, uma vez que a companhia só desenvolvia projetos de geração de energia elétrica integrada à produção de gás natural (gas-to-wire) no Norte e Nordeste.

Diversificação geográfica – De acordo com a Eneva, o projeto desenvolvido em Macaé faz parte da estratégia de diversificar geograficamente as operações, o que inclui o desenvolvimento de um hub de gás no Sudeste, junto a térmicas, infraestruturas associadas, sem contar o suprimento de GNL, por meio do terminal de regaseificação.

Potencial do Tepor – A companhia de energia destaca, ainda, o grande potencial do Tepor, no sentido de acessar gás produzido no país, pois se situa próximo ao Terminal de Cabiúnas e à chegada na costa do gasoduto Rota 2, pelo qual é levado o gás natural do pré-sal da Bacia de Santos à costa.

Distribuição de GNL – “Adicionalmente, se concretizada, a transação dará a Eneva a opção de desenvolvimento de outros negócios no Tepor, como a distribuição de GNL em pequena escala, transbordo de óleo, líquidos e outras cargas”, acrescentou, em nota, a companhia.

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Empresas

Petrobras assina contrato para arrendamento do Terminal de GNL da Bahia

Operação de R$102 mi

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A Petrobras assinou contrato para arrendamento do Terminal de GNL da Bahia, conforme documento encaminhado ao mercado.

De acordo com a petroleira, trata-se de transação com a empresa Excelerate Energy Comercializadora de Gás Natural Ltda. (Excelerate) acerca de contrato de arrendamento do Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia (TR-BA) e instalações associadas, no valor de aproximadamente R$ 102 milhões, com vigência até dezembro de 2023, além dos demais contratos acessórios associados ao processo.

Também disse que a iniciativa é um importante passo para o processo de abertura e aumento da competitividade do segmento de gás natural no Brasil e está prevista no Termo de Compromisso de Cessação (TCC) firmado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para construção de um ambiente favorável à entrada de novos investidores no setor.

Petrobras

Ainda de acordo com o documento, com a conclusão da negociação, a Excelerate está buscando, com o apoio da Petrobras, a transferência das licenças e autorizações necessárias para a operação de um novo navio regaseificador no TR-BA.

“Tão logo a nova empresa esteja apta a operar, a Petrobras deslocará o seu navio regaseificador que se encontra no TR-BA para o Terminal de Regaseificação de GNL de Pecém, no Ceará”, destacou.

A Petrobras está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker PETR4.

Veja o documento:

Petrobras assina contrato para arrendamento do Terminal de GNL da Bahia

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