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Economia

Veja quando o trabalhador poderá retirar o saque-aniversário do FGTS em 2021

Saque-aniversário do FGTS inicia no primeiro dia útil do mês de nascimento do trabalhador e vai até último dia útil do mês subsequente.

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FGTS

De acordo com a Caixa Econômica Federal, R$ 11,2 bilhões serão pagos aos trabalhadores em 2021 pelo saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Mais de 9,8 milhões de brasileiros aderiram a modalidade de saque e terão 90 dias, a partir do dia do aniversário, para fazer a retirada.

Os trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro já podem fazer o saque, que estará disponível até o final de março e abril, respectivamente. Segundo o banco, o período de retirada se inicia no primeiro dia útil do mês de aniversário e encerra no último dia útil do segundo mês seguinte.

Dessa forma, o trabalhador aniversariante em 10 de janeiro, terá entre os dias 4 de janeiro e 31 de março para fazer o saque. Caso não faça a retirada até a data-limite, o dinheiro retornará para a conta do Fundo.

O trabalhador que fez a adesão ao saque-aniversário do FGTS possui direito a um percentual acrescido da parcela fixa, de acordo com saldo do FGTS.

  • Até R$ 500: Alíquota de 50%;
  • De R$ 500,01 até R$ 1 mil: Alíquota de 40% + parcela adicional de R$ 50;
  • De R$ 1.001,01 até R$ 5 mil: Alíquota de 30% + parcela adicional de R$ 150;
  • De R$ 5.000,01 até R$ 10 mil: Alíquota de 20% + parcela adicional de R$ 650;
  • De R$ 10.000,01 até R$ 15 mil: Alíquota de 15% + parcela adicional de R$ 1.150;
  • De R$ 15.000,01 até R$ 20 mil: Alíquota de 10% + parcela adicional de R$ 1,9 mil.

Confira a seguir quando receberá o saque-aniversário do FGTS 2021:

  • Nascidos em janeiro: 4 de janeiro até 31 de março;
  • Nascidos em fevereiro: 1° de fevereiro até 30 de abril;
  • Nascidos em março: 1° de março até 31 de maio;
  • Nascidos em abril: 1° de abril até 30 de junho;
  • Nascidos em maio: 3 de maio até 31 de julho;
  • Nascidos em junho: 1° de junho até 31 de agosto;
  • Nascidos em julho: 1° de julho até 30 de setembro;
  • Nascidos em agosto: 2 de agosto até 31 de outubro;
  • Nascidos em setembro: 1° de setembro até 30 de novembro;
  • Nascidos em outubro: 1° de outubro até 31 de dezembro;
  • Nascidos em novembro: 1° de novembro até 31 de janeiro de 2022;
  • Nascidos em dezembro: 1° de dezembro até 28 de fevereiro de 2022.

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Bancos

Clientes da Caixa podem acessar portal de serviços do governo pelo aplicativo

Além da Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, Banrisul e BRB também estão integrados ao Portal Gov.br.

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Caixa Econômica Federal (CEF)

Mais de 47 milhões de usuários da Caixa Econômica Federal podem acessar serviços digitais oferecidos pelo governo utilizando a mesma senha do aplicativo do banco. Os serviços são do Portal de Serviços Públicos do Governo Federal (www.gov.br). Além da União, 11 estados, 74 municípios e o Distrito Federal estão integrados à plataforma. 

Atualmente, 93 milhões de pessoas estão cadastrados no gov.br. Entre os principais serviços disponíveis estão o Meu INSS, carteira digital de trânsito, carteira de trabalho digital, saque do abono salarial e pedido de seguro-desemprego. 

Nos estados e municípios que aderiram ao Portal, o usuário pode acessar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), além de taxas de limpeza e de iluminação pública. 

Atualmente, o Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco e BRB disponibilizam o acesso aos serviços através dos aplicativos. Na semana passada, o Sicoob, uma instituição financeira cooperativa, também passou a oferecer acesso ao portal. 

A Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia, responsável pela plataforma gov.br, indica que o acesso por meio do aplicativo é seguro. Com a integração, o governo tem acesso apenas ao nome completo, CPF, e-mail e telefone do usuário. 

Como acessar

Ao acessar sites ou aplicativos governamentais que permitam a autenticação através da opção gov.br, o usuário será redirecionado a uma tela que apresentará o item “Bancos Credenciados”. Ao acioná-lo e escolher uma das opções, o cliente será direcionado ao ambiente do sistema cooperativo, onde informará suas credenciais de acesso e receberá uma mensagem no aplicativo.

Após esse processo, o correntista deve aprovar o compartilhamento dos dados pessoais. Por fim, o usuário será direcionado ao serviço que acessou originalmente já identificado.

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Economia

‘Bolsa de startups’: Fintech propõe negociação no mercado secundário

Objetivo da proposta é oferecer um sistema de negociação organizado em um ambiente apropriado e que forneça proteção aos investidores.

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O que significa investir a curto, médio e longo prazo?

A fintech SMU, em parceria com o escritório de advocacia Demarest, propôs à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a criação de um mercado secundário de ativos de startups, abrangendo segmentos como crowdfunding (vaquinhas virtuais), investidores anjos, bolsas de investimentos, associações de investimento, entre outros. 

A iniciativa de uma bolsa de startups tem objetivo de disponibilizar um sistema de negociação organizado em um ambiente apropriado e que forneça proteção aos investidores e ao mercado em geral. Com a criação desse sistema, a ideia é solucionar o problema de liquidez desse mercado e torná-lo mais atrativo para o investimento em startups. 

Rodrigo Carneiro, presidente da SMU e da Crowdinvest, afirma: “A falta de liquidez é uma das dores desse mercado. O investidor brasileiro gosta de investir em startups, ele assume o risco, mas fica desconfortável com a falta de liquidez. Para ganhar dinheiro com esses ativos, hoje ele precisa ter um evento de liquidez, como uma incorporação da empresa”.

Atualmente, as plataformas que oferecem ofertas públicas de aplicação em startups são proibidas de intermediar o mercado secundário, ressalta Carneiro. Por outro lado, com um mercado secundário com liquidez, as startups devem ter seu caminho facilitado para a captação de investimentos. 

Thiago Giantomassi, sócio de mercado de capitais e fusões e aquisições do Demarest, explica que a vantagem de participar do sandbox é ter flexibilidade para adaptação de todos os processos em um ambiente experimental. 

O sandbox é um ambiente de testes de projetos aprovados pela CVM, com condições limitadas e especiais. Em suma, é uma espécie de laboratório onde são realizados testes que podem ou não funcionar naquele ativo ou ambiente de negociação, antes de determinar validade, oficializando a criação e funcionamento do mesmo.

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Imposto de Renda - IRPF

IR: 3 milhões de brasileiros que receberam auxílio terão que devolver o dinheiro em 2021. Veja se está entre eles

A regra é válida para aqueles que receberam mais de R$ 22,8 mil em rendimentos em 2020, excluindo o benefício.

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Dinheiro - Real

A Receita Federal divulgou nesta quarta-feira, 24, as regras para a declaração do Imposto de Renda 2021, ano-base 2020. Os pagamentos recebidos pelo programa de auxílio emergencial no ano passado serão considerados como rendimentos tributáveis. Desta forma, contribuintes e dependentes que receberam o benefício e tiveram outras fontes de renda terão que declarar o IR.

A regra é válida para aqueles que receberam mais de R$ 22,8 mil em rendimentos, excluindo o benefício. Ademais, estas pessoas terão que devolver o dinheiro para o governo, por não serem elegíveis ao benefício de acordo com os critérios do programa. A estimativa da Receita é que cerca de 3 milhões de brasileiros estejam nesta situação.

A Receita Federal explicou que os contribuintes que “receberam auxílio emergencial e tiveram rendimentos acima de R$ 22.847,76 deverão devolver os valores recebidos do auxílio emergencial por ele e seus dependentes”.

Neste caso, ao preencher a declaração, o sistema da Receita Federal vai gerar uma mensagem automática dizendo que foram identificados rendimentos que ultrapassaram os limites da isenção, e portanto, o valor do auxílio emergencial deverá ser devolvido. O próprio sistema também irá gerar uma guia para o pagamento referente à devolução.

“Aquela pessoa que somente recebeu o auxílio emergencial e recebeu outro salário, mas até o limite, não está obrigado a apresentar a declaração e nem devolver o valor”, destacou o auditor fiscal responsável pelo Programa do Imposto de Renda, José Carlos Fernandes.

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