Curiosidades
Você é uma vítima preferida dos mosquitos?
Desde tempos imemoriais, as picadas incessantes dos mosquitos têm intrigado a humanidade, levantando uma pergunta persistente: Por que algumas pessoas parecem atrair esses pequenos sanguessugas mais do que outras?
Finalmente, a ciência está começando a desvendar essa questão, revelando que esses insetos realmente têm seus alvos preferidos.
Diversos fatores contribuem para atrair os mosquitos, sendo os principais a temperatura corporal, o gás carbônico liberado pela respiração e, evidentemente, o fato de que, para essas criaturas minúsculas, os seres humanos parecem gigantes.
Contudo, pesquisas recentes apontam que fatores individuais também desempenham um papel crucial nessa dança atrativa. Estes elementos são os ácidos carboxílicos encontrados na pele humana, expelidos pelas glândulas sebáceas e mesclados à gordura que mantém a pele hidratada.
Cada pessoa possui uma composição única desses ácidos, resultado de variações genéticas ou da população de microrganismos que cada um carrega.
Os estudos destacam alguns ácidos específicos como os principais responsáveis por atrair os mosquitos: pentadecanoico, heptadecanoico e nonadecanoico, além do butírico, isobutírico e isovalérico.
Em contrapartida, pesquisadores publicaram na revista Current Biology que há também compostos menos preferidos por esses insetos, destacando o eucaliptol.
O eucaliptol é uma substância presente em algumas plantas e não é produzida pelo organismo humano, o que levanta a hipótese, embora não confirmada, de que sua origem está relacionada à alimentação.
Assim, há indícios de que o consumo de plantas como hortelã, folha de louro e alecrim pode auxiliar na repelência desses irritantes seres voadores.
Enquanto o mistério da atração mosquito-humano não é totalmente resolvido, o repelente mais eficaz continua sendo o DEET, composto responsável pelo característico cheiro da maioria dos repelentes artificiais.
Até o momento, estudos também mostram que produtos à base de citronela, tidos como eficazes anteriormente, são menos poderosos do que se acreditava.
Embora os mosquitos ainda possam causar muitas noites mal dormidas e coceiras insuportáveis, o avanço das pesquisas nesse campo nos aproxima cada vez mais de entender a lógica por trás de suas preferências e, quem sabe, desenvolver soluções mais efetivas para protegermos a nós mesmos de suas incômodas investidas.
Até lá, resta-nos continuar atentos aos sinais e evitar ser o jantar preferido desses pequenos e inquietos insetos.

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