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XP (XPBR31): BB Investimentos inicia cobertura no BDR com preço-alvo em R$269,5

Brazilian Depositary Receipts

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XP Investimentos

O BB Investimentos iniciou a cobertura no BDR (Brazilian Depositary Receipts) da XP Inc., o XPBR31), com recomendação de compra e preço-alvo em R$ 269,50 para o final de 2022.

De acordo com, o banco de investimentos, as premissas do modelo levaram em conta a continuidade do crescimento dos ativos sob custódia (AuC), porém em menor velocidade, com redução gradual da receita gerada por AuC (Take Rate).

Também disse que pilar fundamental para a formação de suas receitas, os ativos sob custódia (AuC) vem apresentando um crescimento bastante robusto, de cerca de 68% anualizado desde 2018.

No entanto, o crescimento nos últimos trimestres apresentou uma redução no ritmo de crescimento, com pouco mais de 27% anualizado nos três trimestres de 2021.

“Entendemos que essa redução no ritmo se deve à elevada base de clientes conquistada pela companhia, bem como ao acirramento da concorrência com outras instituições que estão replicando a sua estratégia, tais como BTG Digital”, disse.

E acrescentou: “esses novos integrantes do sistema financeiro também disputam o público investidor, assim como os bancos tradicionais, que estão se reinventando para defender sua base de clientes com portfólio mais abrangente de produtos de investimentos. Diante deste cenário, projetamos um crescimento anual no AuC ainda robusto para o ano de 2022 (+25%) com redução gradual no longo prazo para um crescimento em linha com a atividade econômica.”

XP (XPBR31)

Ainda de acordo com o BB Investimentos, para projetar as receitas geradas no pilar varejo, que representa 75% das receitas da companhia, foi analisada a relação de sua receita dividida pelo total de ativos sob custódia (Take Rate) e projetada a trajetória no longo prazo.

“O Take Rate pode variar de acordo com o portfólio dos ativos sob gestão e pode ser elevado com o aumento de produtos de investimento que geram mais receitas proporcionais para a companhia, como fundos com maiores taxas de administração ou produtos financeiros com maiores spreads, por exemplo”, disse.

E complementou: “em contrapartida, o acirramento da concorrência tende a forçar a companhia a oferecer produtos menos onerosos para os investidores, reduzindo o Take Rate. Observamos uma trajetória de queda no Take Rate da XP Inc., que reduziu de 1,540%, no início de 2018, para 1,267% no terceiro trimestre de 2021, uma queda média anualizada de 0,076 ponto percentual.”

Apesar da queda significativa no período, os últimos trimestres apresentaram uma redução mais gradual, que reduziu a trajetória de queda para 0,032 ponto percentual. Diante deste cenário, o banco de investimentos projeta um ritmo moderado de redução no Take Rate da companhia, com estabilização em 1,10% no longo prazo.

Soluções para investidores

Para o BB Investimentos, a companhia também gera receitas oferecendo soluções para investidores institucionais, prestação de serviços de mercado de capitais, conteúdos digitais, serviços de banking (cartões de crédito, crédito colateralizado etc.).

“Entendemos que a XP Inc. tem espaço para continuar crescendo nestes segmentos e projetamos a sua continuidade num ritmo ligeiramente inferior ao do pilar varejo o que levará sua representatividade agregada de 24,5% atualmente para 22% no longo prazo”, frisou.

Veja XPBR3 na Bolsa:

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Ibovespa fecha em baixa de 0,87%, aos 101.915,45 pontos

O Ibov acumula perda de 1,53% em novembro, sendo menos 14,37% em 2021 e menos 6,41% em 12 meses.

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Crédito: Agência Brasil

O Ibovespa fechou a sessão desta terça-feira (30) em baixa de 0,87%, aos 101.915,45 pontos. O giro financeiro marcou R$ 46,9 bilhões.

O Ibov acumula perda de 1,53% em novembro, sendo menos 14,37% em 2021 e menos 6,41% em 12 meses

Em Nova York, o Dow Jones caiu 1,86% (34.483,92), o S&P 500 caiu 1,90% (4.566,95), e a Nasdaq caiu 1,55% (15.537,69).

Na Europa, Frankfurt caiu 0,89%; Londres caiu 0,44%; Paris caiu 0,55%; Madri caiu 0,98%; Stoxx 600 caiu 0,62% (464.36).

O dólar, por sua vez, fechou em alta de 0,46%, a R$ 5,6355, e os Treasuries, que são títulos do Tesouro norte-americano, ficou assim: o T-bond de 30 anos recuou a 1,7870% (1,8532%), o T-note de 2 anos subiu para 0,5470% (0,4843%), e o T-note de 10 anos caiu para 1,4380% (1,4979%).

Em relação aos juros futuros, após os ajustes, o DI para janeiro de 2023 caiu para 11,870% (de 11,896%); para janeiro de 2024 a 11,660% (11,723%); para janeiro de 2025 a 11,490% (11,595%); para janeiro de 2027 a 11,380% (11,573%); para janeiro de 2029 a 11,410% (11,582%); e para janeiro de 2031 a 11,380% (11,572%).

Foto divulgação

Ibovespa: empresas

  • Confira as 3 maiores altas do dia 30, segundo a Eleven Financial:

    📈#CCRO3 +6,95% (R$ 12,31)
    📈#YDUQ3 +4,35% (R$ 21,83)
    📈#BBAS3 +3,34% (R$ 31,84)

  • Confira as 3 maiores baixas do dia 30:

    📉#LWSA3 -10,09% (R$ 13,19)
    📉#CASH3 -9,12% (R$ 2,99)
    📉#CVCB3 -6,39% (R$ 13,62)

Caged

O Caged mostrou uma geração de 253.083 empregos formais em outubro. No ano, o saldo é positivo em 2,645 milhões de empregos. Já o levantamento referente a outubro ficou abaixo da mediana das estimativas (260 mil), que variavam entre 206.121 e 470.065

Ibovespa: commodities

Do lado das commodities, o barril do WTI para janeiro caiu 5,39% na Nymex, para US$ 66,18, enquanto o Brent para fevereiro perdeu 5,45% na ICE, para US$ 69,23 o barril.

O cobre, por sua vez, recuou com incertezas sobre impacto da Ômicron na demanda por commodities. Na Comex, dezembro caiu 2,23%, a US$ 4,2780/libra-peso; na LME, contrato de 3 meses tinha baixa de 1,40%, a US$ 9.458,50/t.

Já o contrato de ouro para fevereiro, que se tornou o mais líquido na Comex, caiu 0,49%, para US$ 1.776,50 por onça-troy.

Coronavírus

Levantamento do consórcio de imprensa mostra que o Brasil registrou na segunda-feira (29) 114 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 614.428 desde o início da pandemia.

Assim, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 227. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -7% e aponta tendência de estabilidade.

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BTG coloca no mercado seu 1º fundo de índice de ações de commodities do país

Atualmente, as commodities representam 65% das exportações brasileiras

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O BTG colocou no mercado seu primeiro fundo de índice de ações de commodities do país. Trata-se do ETF BTG Pactual Teva Ações Commodities Brasil Fundo de Índice (CMDB11), que replica o índice Teva Ações Commodities Brasil, negociado em bolsa.

O movimento se dá em parceria com a Teva Indices, e o ETF reúne 29 empresas brasileiras de commodities responsáveis por 97% das exportações do setor.

Segundo o BTG, o ETF é composto por empresas que atuam em mineração e metalurgia, alimentos de carnes e derivados, papel e celulose, açúcar e álcool, extração de petróleo e produção agrícola.

Sócio e head de renda variável da BTG Pactual Asset Management, Will Landers disse que o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de commodities no mundo, que segue com tendência de alta puxada pela recuperação da demanda internacional.

Ele ressaltou que o ETF CMDB11 nasce como ótima alternativa doméstica para diversificar os investimentos, apostando em um setor atrelado à economia global, com receita dolarizada.

Colheita de soja

BTG – Commodities

De acordo com o BTG, entre julho de 2016 e outubro de 2021 o índice acumulou uma performance de 254,4% ante 98,2% do Ibovespa no mesmo período. Atualmente, as commodities representam 65% das exportações brasileiras. No mercado global, o Brasil representa 50% do comércio mundial de soja, 13,4% da produção global de carnes e 4% da produção de petróleo.

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Ânima (ANIM3) consolida posicionamento em educação médica, diz XP

A companhia anunciou que a DNA Capital investirá R$1 bi na Inspirali

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A XP Investimentos analisou o ativo Ânima Educação (ANIM3) em seu portfólio e optou por reiterar a recomendação de Compra.

De acordo com a corretora, a companhia anunciou que a DNA Capital investirá R$ 1 bilhão na Inspirali, a vertical de faculdades de medicina, por uma participação de 25%.

Também disse que a transação visa acelerar os esforços de expansão da Inspirali e fortalecer seu ecossistema.

E acrescentou que a Inspirali se tornará uma empresa independente para que a transação prossiga e, ao fazer isso, pode destravar valor ao separar os dois negócios – educação não-médica e educação médica.

“Por fim, a transação ajudará a Ânima em seus esforços de desalavancagem, trazendo a dívida líquida/EBITDA pró-forma para 2,8x (considerando os números do 3T21)”, destacou.

Ânima

Em relação à Ânima, o EV atual da companhia por vaga na escola de medicina é de R$ 3,7 milhões, enquanto o da Afya – outra empresa de faculdades de medicina – é de R$ 3,6 milhões.

“No entanto, é importante destacar que Ânima não é uma companhia puramente de faculdades de medicina, sendo que apenas 37% do seu EBITDA de 9M21 derivou da Inspirali. Consequentemente, nossa visão é que uma avaliação por soma das partes poderá revelar mais valor”, rtessaltou.

E disse mais: “a Ânima apresentou um endividamento líquido (excluindo arrendamentos) de R$ 3,1 bilhões no 3T21, sendo que R$ 2 bilhões desse valor serão alocados na Inspirali no momento da reorganização (consulte a Figura 2). A transação deve trazer a dívida líquida/EBITDA pró-forma para 2,8x (excluindo arrendamentos).”

Veja ANIM3 na Bolsa:

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