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Investimentos

13º salário: Invista seu abono de Natal e aumente a renda em 2021

Em média, R$ 215 bilhões serão injetados na economia e 80 milhões de trabalhadores brasileiros serão contemplados.

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A partir de segunda-feira, 30, será liberada a parcela integral do 13º salário para os trabalhadores brasileiros. Segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), cerca de 80 milhões de pessoas receberão o abono de Natal, injetando em média R$ 215 bilhões na economia nacional.

No cenário de crise econômica, o dinheiro extra é a chance de colocar as contas em dia e sair do vermelho. Por conta da instabilidade financeira, é importante pensar em como usar o recurso, sendo que os investimentos podem ser uma excelente alternativa.

Investir depende da realidade de cada cidadão. Aos que possuem uma reserva em conta e têm o intuito de aplicá-la, a indicação é ir em busca de uma empresa privada para intermediar as negociações no mercado financeiro. A escolha de profissionais capacitados se justifica pelos investimentos estarem em constante oscilação.

A construção da reserva financeira tem se mostrado ainda mais importante no contexto atual. Após ter montado a sua, dê continuidade com os investimentos, estudando onde aplicar e obter lucros. Existem muitas opções, sejam de renda fixa ou variável, como no Tesouro Selic, títulos públicos, previdência privada, fundos imobiliários, ouro, bitcoins, bolsa de valores, etc.

Caso esteja inseguro no que investir, criar o próprio negócio também é uma excelente opção. Avalie o campo de atuação, os riscos e benefícios do produto e serviço. Inclusive, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) disponibiliza cursos gratuitos para empreendedores. Escolha uma área na qual se sinta mais apto, conquiste a clientela e depois avance para novos segmentos.

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Empresas

Braskem fecha com governo mexicano para retomar fornecimento de gás

A companhia atua no segmento petroquímico

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A Braskem (BRKM5) comunicou nesta segunda-feira que a unidade no México Braskem Idesa (BI) assinou contrato de prestação de serviço de transporte de gás natural com agência do governo mexicano, após ser notificada sobre interrupção do serviço de transporte de gás natural em dezembro do ano passado.

“Com a assinatura desses documentos pela BI, a BI começou a receber, desde já, o serviço de transporte de gás natural que havia sido interrompido unilateralmente”, afirmou a Braskem, acrescentando que o contrato com o Centro Nacional de Control del Gas Natural (Cenagas) tem prazo final de 15 anos.

Segundo a Reuters, no final do ano passado, a Braskem Idesa anunciou que estava paralisando as atividades operacionais no Complexo Petroquímico do México após ser notificação pelo Cenagas sobre interrupção do transporte de gás natural, destacando que se trata de insumo energético essencial para produção de polietileno.

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, afirmou que não renovaria o contrato de fornecimento de gás natural para a central petroquímica erguida pela Braskem no país.

BRKM5 fecha em prejuízo

A empresa

A Braskem é uma empresa brasileira do ramo petroquímico, produtora de resinas termoplásticas. Com quarenta unidades industriais em quatro países, é a maior de seu segmento nas américas e a maior produtora de polipropileno dos Estados Unidos.

Braskem – PEMEX

A Braskem Idesa também assinou memorando de entendimentos para discutir potenciais aditivos ao contrato de fornecimento de etano com a Pemex, que contempla discussões para desenvolvimento de terminal de importação de etano, segundo a petroquímica brasileira.

O atual contrato de fornecimento de etano entre BI e Pemex, de acordo com a petroquímica brasileira, segue em vigor e válido. “No momento, a BI não consegue prever o resultado de tais discussões com a Pemex, seus acionistas e credores”, ponderou.

Nem a Braskem ou a Braskem Netherlands B.V., controladora da BI, são partes dos documentos mencionados acima, disse a companhia brasileira.

Veja BRKM5 na Bolsa:

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Empresas

Petrobras recebe R$360 mi em acordo de leniência e anuncia reajuste no GLP

A petroleira atualizou o Gás Liquefeito de Petróleo pela terceira vez no ano

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A Petrobras (PETR4) informou que recebeu, na última semana, aproximadamente R$ 360 milhões (US$ 65 milhões) em decorrência de acordo de leniência celebrado pela Samsung Heavy Industries (KS:010140).

Segundo a Reuters, esses recursos são referentes a primeira parcela do acordo da Samsung, de um total de R$ 705,9 milhões que serão destinados ao ressarcimento da Petrobras. Com esses valores, a petroleira ultrapassa a marca de R$ 5,3 bilhões em recursos recuperados por meio de acordos de colaboração, leniência e repatriações.

Petrobras (petr4) recebe R$360 mi em acordo de leniência e anuncia reajuste do GLP

Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro

Petrobras: ressarcimento

Em 2020, a companhia recebeu R$ 797 milhões em ressarcimento de valores referentes à Operação Lava Jato. Esses ressarcimentos decorrem da condição de vítima da Petrobras nos crimes investigados no âmbito da Operação Lava Jato.

Em comunicado, a estatal diz que seguirá adotando as medidas cabíveis em busca do adequado ressarcimento dos prejuízos decorrentes que lhe foram causados. A Petrobras atua como coautora do Ministério Público Federal e da União em 21 ações de improbidade administrativa em andamento, além de ser assistente de acusação em 76 ações penais relacionadas a atos ilícitos investigados pela Operação Lava Jato.

Petrobras: GLP

A Petrobras (PETR4) informou nesta segunda-feira (1) que aumentou o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o terceiro reajuste do ano, em R$ 0,15 por quilo, o equivalente a um impacto de R$ 1,90 no gás de cozinha (13 Kg), que passará a custar R$ 39,69 nas refinarias.

O aumento anula a zeragem de impostos federais anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro na esteira das reclamações em relação aos aumentos dos combustíveis praticados pela gestão de Roberto Castello Branco, atual presidente da companhia, que defende a paridade de preços com o mercado internacional, dando continuidade a uma prática iniciada no governo de Michel Temer e que tem garantido resultados financeiros recordes à estatal.

Os últimos aumentos dos combustíveis, anunciados em fevereiro, foram considerados excessivos por Bolsonaro, que demitiu Castello Branco pelas redes sociais e indicou o general Joaquim Silva e Luna para o seu lugar.

A Petrobras confirmou ainda os aumentos do diesel e da gasolina, para R$ 2,71/litro e R$ 2,60/litro, respectivamente.

Veja PETR4 na Bolsa:

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Empresas

Petrobras vende usina no RN por R$33 mi e reajusta preço dos combustíveis

A companhia divulgou 4,7% para a gasolina, a R$ 0,1240, e de 5% para o diesel, a R$ 0,1294

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A Petrobras (PETR4) assinou contrato para a venda de sua participação majoritária no parque eólico Mangue Seco 2 ao fundo de investimento em participações FIP Pirineus, por R$ 32,97 milhões, a serem pagos em parcela única no fechamento da operação.

O negócio envolve a fatia de 51% da companhia na usina eólica, que possui capacidade de 26 megawatts em Guamaré, no Rio Grande do Norte, disse a estatal em comunicado na noite de sexta-feira.

Atualmente, o FIP Pirineus já é sócio da Petrobras em Mangue Seco 2, com 49% de participação.

A usina é parte de um complexo no Rio Grande do Norte, com as eólicas Mangue Seco 1, 2, 3 e 4, que soma capacidade instalada total de 104 megawatts.

A Petrobras já havia anunciado em janeiro a assinatura de contratos para a venda de sua participação nas demais eólicas do complexo, em acordos com empresa da gestora Vinci Partners.

As transações fazem parte de um amplo programa de desinvestimentos da Petrobras que visa reduzir dívidas e focar atividades na exploração e produção em águas profundas e ultraprofundas.

Essar Group faz oferta por Petrobras

Petrobras: reajuste

A Petrobras (PETR4) anunciou, na manhã desta segunda-feira (1), um novo reajuste de 4,7% para a gasolina, a R$ 0,1240, e de 5% para o diesel, a R$ 0,1294, afirmam as agências de notícias.

O reajuste é o terceiro dos últimos trinta dias que acontece na esteira da alta de preços do petróleo no exterior, movimento responsável pela indicação, pelo Palácio do Planalto, de troca no comando da estatal.

“Os preços praticados pela Petrobras têm como referência os preços de paridade de importação e, dessa maneira, acompanham as variações do valor do produto no mercado internacional e da taxa de câmbio, para cima e para baixo”, destacou a companhia em comunicado.

Na sexta (26), os papéis preferenciais e ordinários da petroleira foram negociados a R$ 22,24, com queda de 4,1%, e a R$ 22,15, com recuo de 2,54%.

Veja PETR4 na Bolsa:

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