Economia
Impacto colossal: como Shein, Shopee e AliExpress abalam o varejo nacional
Varejistas nacionais têm visto empresas do mercado on-line, Shein e Shopee, como concorrentes desleais. Entenda o motivo.
O mundo do comércio é marcado por competitividade para arrematar clientes e se sobrepor diante dos seus concorrentes. Apesar de fazer parte da rotina das varejistas, estas têm visto seus negócios serem prejudicados pelas marketplaces chinesas como Shein, Shopee e AliExpress.
Shein, Shopee e AliExpress são plataformas de compras on-line que oferecem uma ampla variedade de produtos de várias categorias, como moda, beleza, eletrônicos, artigos para o lar e muito mais. Geralmente essas empresas oferecem produtos com valores considerados baixos e com facilidade de entrega.
Varejistas consideram as importações dessas empresas como concorrentes desleais. Isso porque as varejistas on-line não seguem as mesmas normas que os comerciantes brasileiros precisam seguir.
A consequência disso é o preço dos produtos serem bem menores do que o dos produtos nacionais. Isso porque a falta de impostos e tributos permite que os itens fiquem barateados para os clientes das lojas do aplicativo.
Outra preocupação é com o desenvolvimento da geração de empregos e com o desemprego, pois, com a queda nas vendas, algumas empresas correm risco de demitirem seus funcionários. O mercado varejista é um dos principais setores da economia brasileira que empregam cidadãos com carteira assinada.
Outra preocupação é com o desenvolvimento da geração de empregos e com o desemprego, pois, com a queda nas vendas, algumas empresas correm o risco de ter que demitir seus funcionários. O mercado varejista é um dos principais setores da economia brasileira que empregam cidadãos com carteira assinada.
O impacto desse fluxo de marcas estrangeiras também afeta diretamente os cofres do governo. Sem a taxação, o governo deixa de arrecadar por meio de impostos dos itens.
Algumas empresas do mercado do varejo, como a Havan, já fizeram uma associação dos varejistas para que possam cobrar o governo uma medida sobre essa situação. Atualmente, a sugestão das empresas nacionais é a taxação da importação por pessoa física.
Segundo Mauro Francis, presidente da Ablos (Associação Brasileira de Lojistas Satélites), essa comercialização, conhecida também como cross border (fronteira cruzada, em português), traz uma concorrência desleal ao mercado brasileiro:
“Não há qualquer tipo de controle ou legislação trabalhista. Também não há controle de marcas ou de falsificação, e vários setores são afetados com isso.”

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