Commodities
Sem novidades, grãos renovam a 6ª, tecnicamente; China ausente será a desculpa para a soja
Pouco se espera para a soja e o milho em cenários já conhecidos, entre colheita dos EUA e semeadura no Brasil
Difícil ver de onde poderão vir novidades esta semana para os grãos, depois dos inventários trimestrais americanos acima para a soja e abaixo para o milho, que detonaram os preços de um e elevaram os do outro.
A menos que os relatórios semanais de exportações e de progresso de safra do USDA revelem surpresas, o que não se espera, as commodities deverão ficar na versão movimentações técnicas.
A China, em modo feriadão até a segunda que vem, vai ser parte da justificativa para a falta de suporte para a oleaginosa.
Mas alguém esperaria o país com muito apetite nessa fase de transição, entre colheita nos Estados Unidos e plantio no Brasil?
Ainda que ambas atrasadas, apenas os decimais demonstram isso.
No caso brasileiro, por exemplo, está longe ainda de ameaçar a janela ideal de plantio. E os mapas meteorológicos estão melhores para o Centro-Oeste e bons para o Paraná.
Às 8h55 (Brasília), a soja de novembro vai a menos 0,40%, US$ 12,69, e a de maio a menos 0,45%, US$ 13,15; o milho de dezembro está em mais 0,82%, a US$ 4,79.

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