Bancos
Disparada da Selic resgata atratividade da renda fixa
Captação líquida do setor atingiu R$ 41 bi em agosto, melhor resultado do ano
Turbinados por altas consecutivas da taxa básica de juros (Selic) nos últimos meses – a título de conter a escalada inflacionária – os fundos de renda fixa voltaram a oferecer, aos investidores, um retorno mais atrativo.
Melhor resultado – De acordo com a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), esse tipo de fundo apresentou a melhor performance em agosto, quando registrou R$ 41 bilhões em captação líquida, configurando o melhor resultado do ano. Esse resultado representa, literalmente, ‘uma volta por cima’ desse mercado, que experimentou seu pior momento em 2020, por conta da pandemia.
Novas altas – Esse desempenho decorre, sobretudo, do quarto aumento seguido da Selic, que passou de 2% ao ano, no início do ano, para os atuais 6,25% ao ano, com margem para novas altas nos próximos meses, conforme já adiantou o próprio Banco Central (BC).
Atração total – Depois de ficar esquecida do investidor nos últimos dois anos, a renda fixa voltou a ser atrativa, ainda mais com a perspectiva de a taxa básica de juros alçar o patamar de 7,5% ao ano no final de 2021, e atingir dois dígitos, em 2022.
Referenciados DI – Mas não somente os fundos de renda fixa os beneficiados com a escalada dos juros, como também os pós-fixados, em geral, atrelados à Selic ou à inflação – também em elevação. Também passaram a ser mais atrativos, os fundos referenciados DI costumam investir a maioria de seu patrimônio em títulos públicos atrelados à Selic. O título possui grande demanda por aqueles que precisam construir uma reserva de emergência ou algum ‘colchão de liquidez’, no jargão do mercado.
De volta ao radar – Em segundo plano, em função do baixo rendimento auferido para uma taxa, na época, de 2% ao ano, esses fundos agora são observados no radar do mercado. “Quem não tinha esse colchão de liquidez agora vê mais argumentos para deixar parte da carteira nesses títulos”, avalia a analista de fundos de investimento do BTG Pactual Digital, Juliana Machado.
Reserva de emergência – Na avaliação da analista, “independentemente de a taxa de juros estar alta ou baixa, o investidor sempre deve manter uma reserva de emergência atrelada ao Tesouro Selic, que é uma das aplicações mais seguras do mercado brasileiro”.

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