Economia
Preços ao produtor no Brasil chegam em julho ao nível mais alto desde 2014
Atividade de alimentos, que tem o principal peso no índice geral, saltou 3,69% em julho.
O Índice de Preços ao Produtor (IPP) avançou fortemente no mês de julho, chegando ao patamar mais alto da série histórica, com a pressão do salto nos custos dos alimentos e das atividades relacionadas aos derivados de petróleo e biocombustíveis.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística informou nesta quarta-feira, o IPP teve alta de 3,22% em julho, e de 0,60% em mês anterior a ele.
O nível é o maior desde início da série histórica, em janeiro de 2014. O índice mede a variação dos preços de produtos de 24 atividades das indústrias extrativas e da transformação na “porta da fábrica”, sem impostos e frete.
A indústria atingiu 11,13% no acumulado dos últimos 12 meses, ficando superior a 10% pela primeira vez desde novembro de 2018, quando chegou a 11,85%.
O maior peso no índice geral é respondido pela atividade de alimentos, que avançou 3,69% depois de recuo de 0,73% visto em junho, batendo a taxa mais alta para o setor desde julho de 2012.
“O setor foi impactado principalmente pelas altas no açúcar demerara, na carne de aves, na soja e no óleo de soja. Esses produtos sofreram a influência do câmbio, mas também de outros fatores”, disse o pesquisador do IBGE Alexandre Brandão.
Em seu segundo mês consecutivo de alta após quatro quedas, o refino de petróleo e produtos do álcool em julho subiu 11,65%.

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