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Criptomoedas

Alta do mercado eleva preço de criptomoedas, que superam desempenho do bitcoin

Anúncio do FED sobre encerramento de parte de seu programa de estímulos financeiros impulsiona cotações de moedas digitais.

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Na última quinta-feira, 23, as criptomoedas voltaram a subir, na esteira de outros mercados globais. Na véspera, o banco central dos Estados Unidos anunciou políticas monetárias mais rigorosas para o país, sinalizando o fim de parte do seu programa de estímulo financeiro.

Leia mais: China torna ilegais todas as transações com criptomoedas no país

O bitcoin e o ether chegaram a ser negociados em alta de 1%, enquanto ADA, SOL e LUNA dispararam entre 6 e 25%. O AVAX, o token nativo da blockchain Avalanche, saltou 24% e era vendido a 79,58, segundo dados da Messari.

O desempenho das altcoins superou o do bitcoin, mas os ativos também tiverem quedas mais expressivas durante o aumento do volume de vendas do início desta semana. A volatilidade acentuada nos preços mantém o bitcoin no posto de porto seguro do mercado, em especial por conta de sua posição consolidada e maior capitalização.

“A alta volatilidade presente em moedas menos conhecidas faz com que elas se tornem, de certa forma, um investimento mais arriscado, portanto, elas tendem a cair ou subir mais do que o bitcoin, dependendo do movimento do mercado”, explica Mati Greenspan, CEO da Quantum Economics.

Anúncio do FED

Na última quarta-feira, o FED dos EUA anunciou que pretende encerrar parte do programa de estímulo financeiro criado durante a pandemia. Jerome Powell, presidente da instituição, antecipou que o programa de flexibilização quantitativa (QE) deverá ser implementado até meados de 2022.

Para Matthew Lam, analista de pesquisa na Aspen Digital, o ambiente de juros baixos e QE no país aumenta o apelo do bitcoin como proteção contra a inflação.

“Nós acreditamos que o bitcoin continua a ganhar apelo institucional como um ativo de proteção e o fim da QE no próximo ano provavelmente não será um fator importante para elevar os preços do bitcoin”, avalia Lam.

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Criptomoedas

Clientes Wix passam a fazer pagamentos em criptomoedas

Parceira com BitPay visa turbinar vendas do comércio pela modalidade

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Desde a última terça-feira (12), clientes de lojas eletrônicas, hospedadas na plataforma de site Wix vão poder realizar pagamentos com criptomoedas, conforme anunciou, nesse mesmo dia, a BitPay, empresa de serviços de pagamentos blockchain, ao acentuar que a nova modalidade estará disponível, a princípio, somente nos Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, Austrália, Canadá e Alemanha.

Vendas crescem – A expectativa de analistas é de que a parceria inédita das duas empresas contribua para elevar as vendas no setor, uma vez que estudo da Forrester Consulting – encomendado pela BitPay – aponta que os consumidores que pagam com criptomoedas costumam gastar mais do que outros clientes, o que beneficia o comércio local.

Avanço cripto – Segundo o CEO da BitPay, Stephen Pair, “as empresas podem obter vendas adicionais, por meio do acesso ao enorme mercado de criptomoedas de trilhões de dólares”, ao comentar que “a adesão da Wix ao novo serviço de pagamentos representa um avanço para o mercado de criptos”.

‘Passo à frente’ – “Wix é uma das maiores e mais amplamente utilizadas plataformas de desenvolvimento web, com 210 milhões de usuários, então este é mais um passo à frente na mudança do mainstream da criptomoeda”, acrescenta Pair.

12 moedas digitais – Ao todo, serão aceitas 12 tipos de criptomoedas. São elas: Bitcoin (BTC), Bitcoin Cash (BCH), Dogecoin (DOGE), Ethereum (ETH), Litecoin (LTC), Wrapped Bitcoin (WBTC), XRP (em alguns países) e 5 moedas estáveis ​​indexadas a USD (BUSD, DAI, GUSD, USDP e USDC). A novidade já está disponível aos comerciantes da Wix.

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Criptomoedas

AES Brasil e Fohat Corporation concluem balcão em blockchain

Parceria deve dinamizar negociação digital de compra e venda de energia

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A conclusão do balcão organizado em blockchain para compra e venda de energia é o primeiro resultado prático da parceria desenvolvida entre a AES Brasil e a Fohat Corporation, em que as operações serão realizadas inteiramente em ambiente digital, além de contarem com uma contraparte central, a fim de garantir a custódia e a liquidação dos contratos.

Anatel participa – Desenvolvida a partir de 2019, a plataforma – ainda não disponível comercialmente e sem previsão de estreia – já recebeu investimentos de R$ 3,4 milhões, provenientes do programa de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Por meio do uso da tecnologia blockchain, é possível fazer o registro de transações e o rastreamento de ativos em redes, comum na negociação de criptoativos.

Soluções integradas – Além de viabilizar a compra e venda de energia online, o balcão baseado em blockchain pode ser integrado a outras soluções voltadas à comercialização de contratos de energia e certificados de energia renovável (IREC).

Em nuvens – Outra funcionalidade seria a conexão via usina virtual (Virtual Power Plants, em inglês), pela qual é possível agregar em nuvens a capacidade oferecida no sistema, à mesa de comercialização. Com a aprovação do marco regulatório do setor elétrico pelo Senado e, agora em tramitação na Câmara, a expectativa de especialistas é de que ocorra uma abertura total do mercado livre de energia.

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Parceria Itaú-Mercado Bitcoin vai ‘tokenizar’ recebíveis do banco

Após tokenização, lote de ativos digitais será posto à venda pela plataforma

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Crédito: Investnews

Depois de uma longa resistência, o Itaú acabou se rendendo ao mundo cript0, a ponto de anunciar, nessa segunda (11) celebração de parceria inédita com o Mercado Bitcoin Digital Assets (braço de tokenização do Grupo 2TM), para tokenização de ativos físicos da instituição financeira em ativos digitais. Dessa forma, um lote de recebíveis (ativos) do Itaú deverão ser tokenizados para venda posterior pela plataforma MB Digital Assets, do Mercado Bitcoin.

Questão intrincada – Enquanto a intricada questão regulatória que envolve ativos digitais não está devidamente equacionada, a operação promete desenvolver novos produtos e tecnologias no âmbito das criptomoedas.

Nem sempre – Mas a posição do maior banco privado brasileiro, ante o mundo digital, nem sempre foi favorável, pois o Itaú chegou a taxar os criptoativos como meio para lavagem de dinheiro, entre outros crimes.

MB precursor – Da parte do Mercado Bitcoin, a parceria faz parte de um plano mais amplo, a ser conduzido pelo MB Digital Assets, precursor no país da tokenização de precatórios, recebíveis e direitos do mecanismo de solidariedade da FIFA com o Vasco Token.

NFTs – Outro campo de atuação do MB é sua participação no amplo mercado de tokens não fungíveis (NFTs), em que sua controladora (2TM) liderou recentemente uma rodada de investimento na Tropix, uma plataforma brasileira de NFTs, sob a direção de Daniel Peres Chor e Bernardo Shucman.

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