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Economia

Manifestantes ocupam Bolsa de Valores para protestar contra desemprego e inflação

Membros de movimentos sociais ergueram cartazes com a frase ‘Sua ação financia nossa miséria’. Intenção era acampar na B3.

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Manifestantes invadem Bolsa de Valores em São Paulo

Manifestantes ocuparam nesta quinta-feira, 23, a sede da Bolsa de Valores brasileira, em São Paulo, em protesto contra o desemprego, a inflação e a fome.

Leia ainda: Mercado vê inflação em 8,35% e alta maior dos juros em 2021

De acordo com membros de movimentos sociais, a B3 foi escolhida pois as ações das maiores empresas do Brasil emplacavam alta até este ano, sobretudo, em função do crescimento de 1,2% no Produto Interno Bruto (PIB). Contudo, esse crescimento ocorreu de forma desigual, prejudicando, assim, pessoas com renda mais baixa.

Para atrair atenção para as pautas do protesto, as pessoas carregavam faixas e cartazes com frases como: “Tem gente ficando rica com a nossa fome”, “Sua ação financia nossa miséria” e “Brasil tem 42 novos bilionários enquanto 19 milhões passam fome”.

Além disso, os manifestantes portavam barracas com intenção de montar acampamento na Bolsa de Valores.

Ao contrário do primeiro semestre de 2021, a B3, até esta quinta-feira, apresenta queda de 5% no ano. A operação no vermelho veio depois que a crise política provocou aumento da inflação e demandou alta nos juros.

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Economia

Após 2 meses em queda, confiança do consumidor sobe em outubro

Apesar disso, cenário ainda é de cautela, diz FGV.

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O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 1 ponto de setembro para outubro deste ano e interrompeu uma trajetória de dois meses em queda. Com o resultado, o indicador chegou a 76,3 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.

Leia ainda: Combustíveis: ICMS com valor fixo vai reduzir o preço para os consumidores?

A alta foi influenciada principalmente pelo Índice de Expectativas, que mede a confiança do consumidor brasileiro no futuro. O subíndice subiu 1,3 ponto, atingindo 82,4 pontos em outubro, puxado pela melhora das perspectivas sobre a situação financeira familiar.

O Índice da Situação Atual, que mede a percepção do consumidor sobre o presente, variou 0,2 ponto e chegou a 69 pontos.

“Contudo, consumidores se mantêm cautelosos em relação a intenção de compra de bens duráveis. O aumento da incerteza, o aumento dos preços e a demanda represada por serviços na pandemia podem estar contribuindo para frear o consumo desses produtos”, disse a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt.

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Empresas

TIM reporta lucro líquido normalizado de R$474 mi no 3º tri, alta de 21,4%

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização marcou R$ 2,167 bilhões

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A TIM reportou lucro líquido normalizado de R$ 474 milhões no terceiro trimestre de 2021, alta de 21,4% ante igual período do ano anterior.

De acordo com o balanço, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) marcou R$ 2,167 bilhões para o período de julho ao fim de setembro, crescimento de 4,5% na comparação anual.

A companhia pertence ao grupo Telecom Italia e terminou setembro com 51,6 milhões de clientes de telefonia móvel, incremento de cerca de 1% sobre um ano antes.

A companhia está na bolsa brasileira (B3) sob o ticker TIMS3.

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Automobilística

Kawasaki vai lançar 15 motos elétricas em quatro anos

Empresa planeja inserir novos 60 modelos de veículos no mercado até 2025. A marca já completa 13 anos de existência no Brasil.

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A Kawasaki fez um anúncio que se alinha com a tendência mundial à sustentabilidade. A marca prometeu que irá lançar 15 modelos elétricos e híbridos nos próximos quatro anos. Ou seja, até 2025, uma das maiores fabricantes de motocicletas entrará de cabeça no mundo dos elétricos.

Leia mais: Táxis voadores conquistam Paris, Milão e Tóquio

É importante esclarecer que a Kawasaki já se posiciona como uma empresa focada em energias sustentáveis. A marca japonesa é uma das que mais investe em soluções movidas a eletricidade. O objetivo é expandir ainda mais o leque de opções de produtos elétricos e híbridos (parte movida a combustão).

Promessa da Kawasaki

Na promessa da empresa, serão 15 motocicletas lançadas até 2025. Na verdade, serão 10 opções on-road e outras cinco para o off-road. Porém, a marca ainda pretende inovar no segmento de energias limpas.

A Kawasaki anunciou que trabalha em projetos de veículos movidos a hidrogênio. Um dos modelos com essa propulsão será baseado na Kawasaki Ninja H2.

Embora pareça um número expressivo a marca de 15 novos modelos em quatro anos, há mais por vir. A fabricante disse que pretende lançar 60 novos veículos até 2025. Dessa forma, seria o mesmo que lançar 16 novos modelos a cada ano.

A motocicleta mais nova da fabricante no Brasil é a ZX-10R, lançada ainda em junho de 2021. Dos modelos prometidos ainda não se sabe quais poderão chegar ao mercado brasileiro.

13 anos

Em outubro, a empresa japonesa completa 13 anos no Brasil. Sobre o tema, ela emitiu um comentário oficial em suas redes sociais. Confira a nota:

“Há 13 anos a Kawasaki Motores chegou oficialmente ao Brasil, compartilhando bons momentos e criando uma forte ligação entre as pessoas e suas paixões.

Essa história, escrita a cada km rodado, vai muito além das longas retas e curvas acentuadas, ela celebra a conexão com cada um que pilota uma Kawasaki.

E é por dividirmos com todos vocês essa grande paixão, que agradecemos de coração a grande família Kawasaki por esses maravilhosos 13 anos de Brasil. Neste dia 15 de outubro, compartilhe com todos a grande diversão que é pilotar uma Kawasaki.”

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