Conecte-se conosco

Criptomoedas

Analistas dizem que não é a hora de comprar criptomoedas

O universo das criptomeodas vem passando por um desgaste devido a inflação que está no mundo todo. Confira aqui!

Publicado

em

Ligi lança corretora que aposta em renda passiva com criptomoedas (27/03)

O universo das criptomoedas, a cada dia que passa, está cada vez mais em baixa. De fato, as principais criptomoedas do mercado vem caindo demasiadamente todos os dias devido à grande dinâmica inflacionária mundial e as altas taxas de juros nos Estados Unidos da América na tentativa de controlar a inflação.

Veja também: Entenda porque as criptomoedas estão em queda!

Nesse sentido, as principais criptomoedas do mercado perderam, no dia 14 de junho, cerca de 1 trilhão de dólares de capitalização de mercado no que refere-se à esteira da venda generalizada de ações e mercados de risco em geral.

Desse modo, vale destacar que o Bitcoin, principal moeda do mercado, era negociado em torno de 21.851,34 dólares, com uma baixa de 9,3% nas últimas 24 horas, conforme aponta o CoinDesk.

Ou seja, em uma semana, o Bitcoin já acumula uma queda de 27,5% e, com isso, a capitalização do setor de criptomoedas como um todo que passou a casa dos 3 trilhões de dólares no ano passado, agora, acumula algo em torno de 981,975 bilhões de dólares. Nessa perspectiva, outras criptomoedas como Ethereum recuou 5,32%, acumulando uma queda geral de 35,60%.

Dessa forma, para o especialista em criptomoedas, Ayron Ferreira, chefe de análise da gestora Titanium, “Vemos uma reversão deste cenário somente quando as condições econômicas chegarem a um ponto que leve o Fed a pausar o aumento de juros. Por enquanto, este ponto ainda parece estar longe de ser alcançado. Enquanto isso, os ativos de risco tendem a continuar pressionados”.

Já para Luiz Pedro Andrade, analista de criptoativos da Nord Research, o mercado deve continuar nessa mesma dinâmica durante um bom tempo ainda. “É hora de manter a calma, ter cautela nos investimentos e de não virar a mão porque esse ´bear market´ tem um caminho longo a ser seguido”, conclui.

Publicidade
Comentários

MAIS ACESSADAS