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Após 600 anos de extinção, uma espécie de tartaruga gigante é redescoberta; Entenda

Conforme publicado na Science Advances, a espécie foi apelidada de Astrochelys rogerbouri sendo extinta há mais de 600 anos.

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Um grupo de pesquisadores realizou uma nova descoberta impressionante: encontraram uma espécie extinta de tartaruga que até então era desconhecida pela Ciência.

A espécie foi apelidada de Astrochelys rogerbouri e foi extinta há mais de 600 anos, segundo o estudo da Science Advances. Porém, os pesquisadores acreditam que, ao estudar essa espécie recém-descoberta, é possível encontrar outras maneiras de desvendar as características de seus descendentes.

Uma análise de fóssil envolve várias etapas. Entre as principais estão:

Coleta

Os fósseis são coletados de rochas sedimentares, geralmente em jazidas de minerais ou minas.

Limpeza

Os fósseis são limpos cuidadosamente para remover a sujidade e a vegetação acumuladas ao longo do tempo.

Preparação

Os fósseis são preparados para serem estudados, geralmente envolvendo a remoção de camadas de rocha ou sedimento que os cobrem.

Identificação

Os fósseis são identificados e classificados de acordo com sua forma, tamanho e características.

Estudo

Os fósseis são estudados para obter informações sobre sua anatomia, comportamento, hábitat e relações evolutivas. Isso pode incluir técnicas como análise de estrutura óssea, estudo de fósseis de DNA, estudo de isótopos e análise de marcas de vida.

Interpretação e publicação

Os dados coletados são interpretados e utilizados para formar hipóteses sobre a vida no passado. Assim, as descobertas e conclusões são compartilhadas com a comunidade científica através de publicações em revistas científicas, artigos e livros.

Essa nova espécie foi descoberta graças a uma análise feita sobre um fóssil encontrado há mais de 100 anos, a Aldabrachelys abrupta, uma espécie totalmente diferente.
Porém, os avanços científicos modernos permitiram que a equipe do Museu de História Natural do Reino Unido conduzisse uma análise de DNA no fóssil, revelando se tratar de uma espécie nova de tartaruga.
Em uma entrevista à Live Science, a coautora do estudo, Karen Samonds, falou sobre como foi o processo de descoberta da nova espécie:
“À medida que obtemos uma tecnologia cada vez melhor, somos capazes de fornecer diferentes tipos de dados que muitas vezes mudam nossa perspectiva. É realmente emocionante descobrir um novo membro da comunidade”, declarou.

Os pesquisadores esperam ainda que, com análises mais profundas sobre o fóssil recém-descoberto, seja possível desvendar novas informações sobre como tartarugas como a Astrochelys rogerbouri foram extintas.

Amante de filmes e séries e tudo o que envolve o cinema. Uma curiosa ativa nas redes, sempre ligada nas informações acerca da web.

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