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Economia

App do auxílio será usado na liberação de R$ 10 bilhões em microcrédito

Caixa Econômica Federal planeja oferecer empréstimos com juros baixos para donos de contas digitais no Caixa Tem.

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O aplicativo Caixa Tem, criado para viabilizar o pagamento do auxílio emergencial, deve ganhar uma nova função após o fim do programa. A Caixa Econômica Federal quer usar a ferramenta para concessão de microcrédito para cerca de 100 milhões de brasileiros.

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Segundo o presidente do banco, Pedro Guimarães, a iniciativa será uma “revolução do mercado financeiro”. Os empréstimos terão valores de R$ 200 a R$ 300, com taxas de juros reduzidas, próximas à cobrada pela antecipação do saque-aniversário do FGTS (1,09%).

O presidente Jair Bolsonaro, que apoia a medida de olho na reeleição, deve participar da divulgação do microcrédito nos próximos dias. A previsão é que o dinheiro comece a ser liberado após o fim do auxílio emergencial, previsto para outubro.

Com a nova linha, os usuários do Caixa Tem poderão contratar até R$ 3 mil por CPF. A Caixa usará seu próprio lucro para financiar a iniciativa. Serão investidos R$ 10 bilhões inicialmente, com possibilidade de aumento para R$ 20 bilhões.

O aplicativo trouxe milhões de novos clientes para o banco digital, pessoas que precisaram baixar a ferramenta para ter acesso ao auxílio emergencial. Agora, a missão da Caixa é explicar que o microcrédito não é um novo benefício, e sim um dinheiro que precisa ser devolvido ao banco.

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Empresas

EcoRodovias reporta lucro líquido de R$143,7 mi no 3º tri, alta de 97,8%

O Ebitda marcou R$ 636,4 milhões em termos ajustados

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A EcoRodovias reportou lucro líquido de R$ 143,7 milhões no terceiro trimestre, alta de 97,8% ante igual período do ano anterior, conforme balanço encaminhado ao mercado.

de acordo com o documento, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) marcou R$ 636,4 milhões em termos ajustados, avanço anual de 20,6%.

Já a margem do período passou de 68,4% para 69%, e a empresa teve receita líquida de R$ 923 milhões entre julho e o fim de setembro, crescimento de 19,7% sobre o faturamento do terceiro trimestre de 2020.

A alavancagem, medida pela relação dívida líquida sobre Ebitda ajustado passou de 3,3 vezes para 3,1 vezes, segundo o balanço.

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Economia

Confiança do comércio cai 3,1% em outubro, segundo mês consecutivo de queda

Mesmo com a desaceleração, o índice está em 119,3 pontos, posicionado na zona de confiança.

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O Índice da Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 3,1% em outubro, na série com ajuste sazonal, acentuando o recuo de 0,4% de setembro. Mesmo com a desaceleração, o índice está em 119,3 pontos, posicionado na zona de confiança.

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Os dados foram divulgados hoje (25), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). A entidade informou que a queda reflete um possível enfraquecimento nas condições atuais e da performance da economia. Na relação sem o ajuste sazonal, o índice não teve variação no mês.

O Icec é um indicador antecedente do varejo e tem como objetivo detectar as tendências das ações empresariais do setor. A pesquisa é feita com cerca de 6 mil empresas de todas as capitais do país. O indicador é mensal e vai de zero a 200 pontos, sendo considerado nível de satisfação a partir de 100 pontos.

O resultado negativo de outubro, mesmo com o Dia das Crianças, reverte a trajetória de otimismo observada em junho (12,2%), julho (11,7%) e agosto (4,3%).

“O descenso aprofunda o entendimento de que as condições objetivas dos empresários tornaram-se mais difíceis, provavelmente fruto da ação de fatores que influenciam a economia, tais como a possibilidade do encerramento da transferência do auxílio emergencial, seguida da preocupação decorrente, o aumento do endividamento das famílias, alta dos custos e dos juros, subida dos preços dos insumos e dos produtos industriais, encarecimento dos alimentos, aluguéis, energia, combustíveis e dólar”, explica o informe da CNC.

Segundo a entidade, as empresas de menor porte, com até 50 funcionários, disseram enfrentar condições mais adversas do que as médias e as grandes. Um fator que impactou no indicador este mês foi a inflação.

Entre os componentes do Icec, as quedas foram de 4,5% nas condições atuais e de 3,1% nas expectativas. A intenção de investimentos retraiu 2%. Na comparação com outubro de 2020, o Icec subiu 15,6%.

Confiança regional

Em outubro, a diminuição da confiança do comércio foi mais intensa nas regiões Sul e Sudeste, ambas com -3,7%, seguida pelo Norte (-3,4%). O Nordeste recuou 2,8% e Centro-Oeste, 1%.

Por porte de empresas, as micro e pequenas passaram para a zona superior a 100 pontos em julho, permanecendo no nível de confiança por quatro meses seguidos. Em outubro, a queda foi de 3% e a categoria ficou com 119,1 pontos. Nas empresas com mais de 50 empregados, a variação foi de -3,5% e o patamar está em 125,8 pontos.

Por categoria de uso, todas permaneceram na zona de satisfação. A principal contribuição negativa do Icec ocorreu no segmento de duráveis (-4,2%) e a maior confiança está entre as empresas de bens semiduráveis, (124,6 pontos) depois da queda de 2,9% em outubro.

Componentes

O Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio (Icaec) caiu 9% e chegou a 88,3 pontos em outubro, influenciado pelas condições objetivas da economia. Na percepção da economia, 52,3% dos comerciantes reconheceram a deterioração das condições correntes e apenas 4,7% sentiram melhora, com 43% apontando para uma melhora gradual. Em setembro, o grupo pessimista era de 50,4%.

O componente Expectativas do Empresário do Comércio recuou 3,1%, com queda nos três subcomponentes: economia (-4,6%), setor (-2,9%) e empresa (-1,8%). Segundo a pesquisa da CNC, o comerciante reconheceu que o cenário pode melhorar, sendo que 59,3% consideram que a economia pode avançar pouco e 26,6% acham que pode melhorar muito.

Na intenção de investimentos, o subcomponente contratações de funcionários caiu 5,3% em outubro. Apenas 0,2% dos empresários assinalaram que poderão fazer novos gastos com as empresas e 0,2% em estoques, com o otimismo indicando uma preparação para a Black Friday em novembro.

Ao mesmo tempo, 66,7% dos comerciantes reconheceram que podem aumentar pouco o contingente de funcionários até o fim do ano e 12,9% devem elevar muito as contratações.

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Empresas

Neoenergia reporta lucro líquido de R$1,3 bi no 3º tri, alta de 57%

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) subiu 62% para R$ 2,9 bilhões

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A Neoenergia reportou lucro líquido de R$ 1,3 bilhão no terceiro trimestre de 2021, alta de 57% ante igual período do anno anterior, conforme balanço encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) subiu 62% para R$ 2,9 bilhões.

Também disse que a elétrica, que possui operações de geração, distribuição e transmissão, reportou ainda receita de R$ 11,62 bilhões de reais entre julho e setembro, alta de 49% no comparativo anual.

E acrescentou que os resultados reforçam o caminho que planejamos para 2021, com foco em performance e eficiência, qualidade do serviço e a realização de investimentos rentáveis.

Neoenergia

Ainda de acordo com o documento, o Capex foi de R$ 6,4 bilhões nos primeiros nove meses do ano, alta de 51% versus o mesmo período de 2020, pelo avanço dos projetos de transmissão e eólicas.

“A Neoenergia mantém seu ritmo de investimentos para triplicar a capacidade instalada de energia eólica, atingindo 1,6 GW até 2022 como parte da estratégia de descarbonização da companhia”, destacou.

E disse mais: “as obras dos seus dois maiores complexos eólicos no país seguem avançando e gerando desenvolvimento sustentável.”

Operação

A empresa elencou que houve avanços nas obras e antecipação do Complexo Eólico Chafariz (PB), que entrou em operação antecipada com 53 aerogeradores, que correspondem a 184 MW de capacidade instalada. O projeto terá capacidade instalada total de 471,2 MW quando concluído.

Em relação ao complexo eólico Oitis, nos Estados de Bahia e Piauí, que terá 566,5 MW de capacidade, a companhia disse que as obras começaram nos 12 parques e mais de 62% das fundações estão concluídas.

A companhia está na bolsa brasileira (B3) sob o ticker NEOE3.

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