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Autor de ataque na Noruega é levado para centro psiquiátrico
Polícia considerou que ataque que matou cinco pessoas com arco e flecha e outras armas na Noruega como “ato de terrorismo” aleatório.
Um homem suspeito de ter matado cinco pessoas com arco e flecha e outras armas na Noruega estava sob os cuidados de profissionais de saúde nesta sexta-feira (15), informou a polícia.
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Investigadores identificaram o suspeito como Espen Andersen Braathen, cidadão dinamarquês de 37 anos que passou a maior parte da vida em Kongsberg, onde o ataque ocorreu na quarta-feira (13). Ele admitiu ter assassinado as vítimas.
Braathen foi “transferido para os cuidados dos serviços de saúde depois de uma avaliação da situação de saúde”, disse a polícia, sem entrar em detalhes a respeito de seu estado.
Hoje, um tribunal determinou que ele pode ser mantido em detenção pré-julgamento durante até quatro semanas.
Braathen é convertido ao Islã e mostrou sinais de radicalização, de acordo com a polícia. Ele também tem um histórico de “entrar e sair” de instituições de saúde, acrescentou a corporação.
O suspeito será submetido a uma avaliação psiquiátrica completa, disse seu advogado, Fredrik Neumann, nessa quinta-feira.
A polícia informou que o ataque ocorreu em uma “área ampla” de Kongsberg, cidade e município situado cerca de 70 quilômetros a oeste da capital Oslo.
Quatro mulheres e um homem, de idades entre 50 e 70 anos, foram mortos, e a polícia considerou o ataque um “ato de terrorismo” aleatório. Mais três pessoas, incluindo um policial de folga, ficaram feridas.
Um estudante contou à Reuters como ele e seus amigos se trancaram no quarto, enquanto o agressor tentava entrar em sua casa.
A polícia disse que Braathen está cooperando com a investigação. Um eventual julgamento demorará meses.
O primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Stoere, que venceu as eleições no mês passado e tomou posse na quinta-feira, visitará Kongsberg hoje, junto com a ministra da Justiça, Emilie Enger Mehl.
O número de mortos foi o pior de qualquer ataque na Noruega desde 2011, quando o extremista de direita Anders Behring Breivik matou 77 pessoas, a maioria adolescentes, em um acampamento para jovens.

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