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Finanças

Banco Inter lança empréstimo rápido com contratação pelo app; Confira

Crédito pré-aprovado é totalmente personalizado. Para saber quanto poderá contratar, o usuário deve acessar o app da instituição.

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O Banco Inter disponibiliza uma nova modalidade de crédito pelo aplicativo. Trata-se do Inter Cash Pessoal, que oferece empréstimo rápido a curto prazo e sem burocracia. Tudo acontece de forma simples e pela plataforma do banco em apenas alguns cliques.

De acordo com a instituição, o serviço tem como objetivo ajudar as pessoas que precisam de dinheiro rápido para os imprevistos do dia a dia. O acesso ao novo produto Inter é oferecido aos usuários que recebem salário diretamente no banco digital ou fazem portabilidade.

Serviço tem como objetivo ajudar as pessoas que precisam de dinheiro rápido para os imprevistos do dia a dia.

Em relação ao limite oferecido, o banco explica que ele varia conforme o perfil do cliente e o relacionamento dele com a instituição. Neste caso, o crédito pré-aprovado é totalmente personalizado. Para saber quanto poderá contratar, o usuário deve acessar o app do banco. A novidade será liberada gradualmente aos usuários aptos à contratação.

“No Inter, acreditamos na concessão do crédito de forma consciente e justa, para que ele seja de fato algo que ajude o cliente a realizar um sonho ou sair de uma emergência. Por isso, ressaltamos a importância do crédito planejado e educação financeira”, explica o diretor vice-presidente de produtos bancários do Inter, Marco Túlio Guimarães.

O prazo para pagamento do empréstimo Inter é de até 30 dias após a contratação. A parcela é quitada através de débito na conta, de forma única e customizada para cada consumidor.

Leia ainda: Banco Inter pretende realizar um follon-on no valor de R$19,28 por ação

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Finanças

Com a Selic a 6,25%, quanto rendem R$ 10 mil na poupança?

Taxa básica de juros da economia (Selic) influencia o rendimento de investimentos em renda fixa, como a poupança.

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A Selic, taxa básica de juros da economia, sofreu um novo reajuste e está em 6,25% ao ano. Com a mudança anunciada pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), as opções de investimento em renda fixa passam a render um pouco mais, a exemplo da poupança.

Veja também: Inflação atinge 10%: Até quando os preços vão subir? Confira previsões

Segundo cálculos da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade), a caderneta agora rende 0,36% ao mês e 4,38% ao ano. Até então, com a Selic a 5,25% ao ano, a poupança gerava retorno de 0,30% ao mês e 3,68% ano.

Quanto rendem R$ 10 mil na poupança hoje?

Atualmente, uma aplicação de R$ 10 mil na poupança retorna aproximadamente R$ 35,75 por mês, ou R$ 120,42 em um ano. Na chamada “velha poupança”, que considera depósitos feitos até abril de 2012, o rendimento seria maior, de R$ 617 em doze meses.

A regra determina que a caderneta de poupança deve render 70% da Selic, mais Taxa Referencial (TR, que está zerada) quando a taxa básica estiver abaixo de 8,5%.

Inflação ainda vence

Embora o rendimento esteja de fato um pouco melhor, a alternativa de investimento mais conhecida pelos brasileiros ainda perde para a inflação. Nos últimos 12 meses, a poupança vem acumulando queda no poder de compra.

Em agosto, a perda em termos reais no prazo de 12 meses foi de 7,15%, descontando a inflação. Os dados da provedora de informações financeiras Economatica também mostram que a aplicação atingiu seu rendimento real mais baixo desde outubro de 1991, quando perdeu 9,72% em um ano.

Mais opções

O reajuste da Selic também melhora a rentabilidade de outras aplicações em renda fixa, como Tesouro Direto, Certificado de Depósito Bancário (CDB) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI).

“A renda fixa tem ganhado cada vez mais espaço. Já há investimentos com rentabilidades acima de 10% ao ano na modalidade pré-fixada, algo que não era visto desde o ano de 2017”, explica Bernardo Pascowitch, CEO e fundador do Yubb.

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Finanças

Nubank, BB e Digio autorizam uso de seus cartões em nova plataforma

Bancos liberam o cadastro de seus cartões de crédito em novo sistema de pagamentos da Apple. Veja como fazer.

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Apple Pay

Nubank, Banco Digio e Banco do Brasil são alguns exemplos de bancos que contam com algumas das melhores opções de cartão de crédito existentes no mercado. O uso de cartões tem acelerado nos últimos anos, especialmente devido ao aumento da necessidade de realizar pagamentos contato.

Leia mais: Caixa lança empréstimo pelo Caixa Tem; Até R$ 1.000

O Apple Pay é um sistema de pagamentos por aproximação e carteira digital que possibilita transações financeiras usando os dispositivos da marca. A partir de agora, é possível cadastrar cartões de todos esses bancos na plataforma.

Digio

O Digio, fintech do Bradesco com o Banco do Brasil, tem um cartão de crédito internacional, sem anuidade e com um programa de pontos incrível. Veja como cadastrar o produto no Apple Pay e fazer pagamentos sem o cartão físico:

  • Abra o app Digio;
  • Acesse a aba “Meus Cartões”
  • Clique na opção “Cartão Virtual” e digite sua senha;
  • Copie os dados do cartão;
  • Abra o aplicativo Wallet no iPhone;
  • Toque em “Adicionar cartão”;
  • Informe os dados do cartão;
  • Autentique a ativação pelo aplicativo do Digio.

Nubank

O banco digital queridinho dos brasileiros permite que seus clientes adicionem cartões de débito e crédito no Apple Pay, incluindo as versões Mastercard Black e Ultravioleta. Confira como fazer:

  • Abra o app do Nubank;
  • Clique em “Meus cartões”;
  • Escolha o cartão que deseja acionar e aperte em “Configurar”;
  • Toque na opção “Adicionar ao Apple Pay”;
  • Insira a senha de quatro dígitos do cartão;
  • Ao ser direcionado para a página da Apple Pay, digite as informações do cartão.

Banco do Brasil

Um dos maiores bancos do país também entrou na onda do sistema de pagamentos da dona do iPhone. Contudo, nem todas as versões dos seus cartões são compatíveis com a ferramenta. Abaixo, confira os cartões que podem ser habilitados no Apple Pay:

  • Ourocard Universitário Mastercard: primeiros dígitos 514895;
  • Ourocard Platinum Mastercard: primeiros dígitos 554906;
  • Ourocard Platinum Estilo Mastercard: primeiros dígitos 546452;
  • Smiles Internacional Mastercard: primeiros dígitos 542661;
  • Smiles Platinum Mastercard: primeiros dígitos 545053;
  • Smiles Gold Mastercard: primeiros dígitos 554927;
  • Ourocard Mastercard Gold: primeiros dígitos 546479;
  • Ourocard Mastercard Internacional: primeiros dígitos 544908;
  • Ourocard Mastercard (doméstico): primeiros dígitos 552289;
  • Ourocard Mastercard Black: primeiros dígitos 552289.

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Finanças

Inflação atinge 10%: Até quando os preços vão subir? Confira previsões

Inflação deve chegar a 8,35% ao final de 2021 e fechar em 4,41% em 2022, segundo boletim Focus; saiba o que pode reduzir os preços.

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Desde maio de 2020, a inflação vem acelerando de forma incansável, atingindo quase 10% no período de 12 meses. Sua subida prejudica a renda das famílias e reduz o poder de compra de itens essenciais do dia a dia, tornando a vida da população mais difícil.

Leia mais: ‘Prévia da inflação’ acelera a 1,14% e é a maior para setembro desde 1994

Mas até quando os preços vão continuar subindo? Segundo economistas, a perspectiva é de que a inflação desacelere daqui para frente. Porém, uma série de fatores devem ser levados em conta durante esse processo. Além disso, mesmo que isso se concretize, a previsão é de que os preços apenas subam menos ou se mantenham no seu atual patamar.

As únicas exceções, segundo os economistas, são os produtos cuja variação de preço depende das condições climáticas, a exemplo, os alimentos perecíveis. No caso da grande parte dos produtos e serviços, os preços só reduzem quando o Produto Interno Bruto (PIB) encolhe e a economia passa a apresentar recessão.

Inflação deve desacelerar em outubro

De acordo com previsões de economistas das principais instituições financeiras, e de consultorias apuradas pelo Boletim Focus, do Banco Central (BC), a inflação deve chegar a 8,35% ao final de 2021 e fechar em 4,41% no ano de 2022.

Para que isso aconteça, é necessário que o ritmo de algumas coisas diminuam, como a alta do dólar, o preço dos alimentos, da energia e dos combustíveis. Segundo Roberto Troster, economista e especialista em setor bancário pela Troster & Associados, existe um espaço para a inflação ceder no mês que vem, porém um novo pico ainda pode acontecer:

“O problema é que controlar a inflação é como parar um carro numa ladeira. Quanto mais você demora para pisar no freio, maior a dificuldade. O mercado errou para menos em nove das últimas doze vezes em que o IPCA foi anunciado. Ainda podemos ter um pico.”

Além disso, os altos índices da inflação registrados no final do ano passado deixarão de fazer parte da conta com o passar o tempo. No próximo mês, por exemplo, será contabilizada uma inflação mensal de 0,5% em substituição a de outubro de 2020, que foi de 0,86%.

“Alimentação, energia elétrica e combustível, ainda que continuem subindo, estão desacelerando. Mas essa desaceleração será lenta, com o IPCA rodando acima de 5% até agosto de 2022”, declara Juliana Passabom, do Itaú BBA.

Mesmo com a previsão de queda nos preços, ainda há chances de a inflação disparar, sobretudo quando fatores como energia, dólar e prestação de serviços vêm apresentando forte inconstância nos últimos meses.

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