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Banco Mercantil aprova grupamento e desdobramento de ações

O movimento se deu via Assembleia Geral Extraordinária e diz respeito à totalidade das ações

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O Banco Mercantil do Brasil aprovou grupamento e desdobramento de ações, conforme fato relevante encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, o movimento se deu via Assembleia Geral Extraordinária e diz respeito à totalidade das ações, incluindo as ações ordinárias e preferenciais, por meio da qual cada grupo de 100 ações será grupada em 1 ação da mesma espécie e, ato contínuo, cada ação será desdobrada em 200 ações da mesma espécie, sem alteração no valor do capital social atual do banco.

Também disse que as operações pretendem ajustar a base acionária do Banco, que atualmente é composta por um grande número de acionistas que possuem participações inferiores ao lote padrão de 100 ações, cuja maioria encontra-se na condição de inativos, visando gerar eficiência ao sistema de escrituração e promover a economia de custos operacionais e administrativos, bem como aumentar a liquidez das ações ordinárias e preferenciais do Banco no mercado e possibilitar um ajuste na cotação das ações de emissão do banco, tornando o preço por ação mais atrativo e acessível a um maior número de investidores.

Banco Mercantil

Ainda de acordo com o documento, as operações propostas serão aplicadas a todos os acionistas do banco, indistintamente, abrangendo tanto as ações ordinárias quanto as ações preferenciais, sendo certo que não haverá alteração na proporção entre elas, de forma a não resultar qualquer tipo de diluição nas respectivas participações acionárias.

O banco comunicará os acionistas oportunamente as datas para o ajuste de posição acionária em lotes padrões de 100 ações e a data a partir da qual as ações de emissão passarão a ser negociadas sob os efeitos das operações.

As ações ordinárias e preferenciais resultantes das operações serão da mesma espécie/classe das ações originárias e conferirão integralmente aos seus titulares os mesmos direitos e vantagens das ações atualmente existentes, inclusive a dividendos, juros sobre capital próprio e bonificações. As ações ordinárias e preferenciais continuarão a ser negociadas no Nível 1 da B3.

O Banco Mercantil está listado na bolsa brasileira (B3) sob o ticker bmeb3.

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Ações, Units e ETF's

Hypera (HYPE3): Operação segue robusta, mas operação descontinuada polui, diz BB

Para a corretora, o resultado referente ao terceiro trimestre foi misto

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O BB Investimentos analisou o ativo Hypera (HYPE3) em seu portfólio e optou por recomendar Compra com preço-alvo para o final de 2022 em R$ 45,00.

“O resultado referente ao terceiro trimestre foi misto, em nossa visão. Se, por um lado, a companhia entregou expressivo crescimento de vendas e ganho de participação de mercado por mais um trimestre, combinado com maior alavancagem operacional e consequente crescimento de EBITDA, por outro, o resultado líquido de operações descontinuadas referente a um acordo com a Ontex sobre o negócio de descartáveis vendido em 2017 maculou a rentabilidade do período. A companhia vem negociando a 10,7x EV/EBITDA e 14,4 P/L, ante uma média de 2 anos de 12,6x e 15,5x, respectivamente”, disse.

E acrescentou que os papéis HYPE3 acumulam queda e 14,1% nos últimos 30 dias até sexta (22), reflexo da divulgação do fato relevante sobre o acordo firmado com a Ontex e que contempla a obrigação da Hypera em pagar o valor de R$ 500 milhões.

Às 15h30 desta segunda (25) a ação da companhia subiu mais de 4% na bolsa, negociada a R$ 29,21, entre as maiores valorizações do Ibovespa.

Hypera

Considerando que o acordo foi firmado por um valor bastante superior ao provisionado anteriormente pela companhia (R$ 100 milhões), o BB diz entender que o movimento do papel reflete o descontentamento dos investidores com os impactos de curto prazo na rentabilidade e no fluxo de caixa da companhia.

“Contudo, apesar do efeito negativo na rentabilidade do trimestre e no processo de desalavancagem, que será um pouco mais lento do que o originalmente estimado, consideramos que a Hypera segue com um modelo de negócios bastante robusto, com evoluções significativas em seu planejamento estratégico para alavancar vendas e rentabilidade ao longo dos próximos anos, além da sua capacidade em arcar com o pagamento decorrente do acordo sem impactar os investimentos previstos orginalmente”, frisou.

Veja HYPE3 na Bolsa😐

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Bancos

Estoque total de crédito vai a R$4,428 tri sem setembro, diz BC

O levantamento também está separado por setores, como Habitaçao e outros

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O estoque total de crédito marcou R$ 4,428 trilhões em setembro ante agosto, informou o Banco Central (BC).

De acordo com a autoridade monetária, trata-se do total de operações de crédito do sistema financeiro e representa alta de 2,00% no período.

Também disse que em setembro ante agosto, houve alta de 1,0% no estoque para pessoas físicas e elevação de 2,3% no estoque para pessoas jurídicas.

E acrescentou que o estoque de crédito livre avançou 2,4% em setembro, enquanto o de crédito direcionado apresentou alta de 1,5%.

Estoque total de crédito

Ainda de acordo com o BC, no crédito livre houve alta de 2,0% no saldo para pessoas físicas no mês passado. Para as empresas, o estoque avançou 2,9% no período.

O banco informou, também, que o total de operações de crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) foi de 52,4% para 52,9% na passagem de agosto para setembro.

Habitação e veículos

Os dados mostram que o estoque das operações de crédito direcionado para habitação no segmento pessoa física cresceu 1,2% em setembro ante agosto, totalizando R$ 789,219 bilhões.

O estoque de operações de crédito livre para compra de veículos por pessoa física, por sua vez, subiu 1,1% em setembro ante agosto, para R$ 235,444 bilhões. Em 12 meses, houve alta de 12,5%.

Setores

A autoridade monetária destacou que o saldo de crédito para as empresas do setor de agropecuária subiu 3,0% em setembro, para R$ 38,355 bilhões.

Já o saldo para a indústria avançou 1,3%, para R$ 744,379 bilhões. O montante para o setor de serviços teve alta de 2,1%, para R$ 1,091 trilhão.

No caso do crédito para pessoa jurídica com sede no exterior e créditos não classificados (outros), o saldo subiu 100,3%, aos R$ 19,062 bilhões.

Setor não financeiro

Conforme o levantamento, o saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro subiu 1,2% em setembro ante agosto, para R$ 13,076 trilhões. O montante equivale a 156,3% do PIB do Brasil.

Já o crédito ampliado inclui, entre outras, as operações de empréstimos feitas no âmbito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e as operações com títulos públicos e privados. A medida permite uma visão mais ampla sobre como empresas, famílias e o governo geral estão se financiando, ao abarcar não apenas os empréstimos bancários.

No caso específico de empresas, o saldo do crédito ampliado cresceu 3,1% em setembro ante agosto, para R$ 4,514 trilhões. O montante equivale a 54,0% do PIB.

BNDES

Também disse que o saldo de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas teve alta de 0,8% em setembro ante agosto, somando R$ 378,166 bilhões, informou o Banco Central. Em 12 meses, a queda acumulada é de 3,8%.

Em setembro, houve avanço de 2,5% nas linhas de financiamento agroindustrial do BNDES, alta de 0,8% no financiamento de investimentos e queda de 1,9% no saldo de capital de giro.

Concessões

Em se tratando de concessões dos bancos, estas, no crédito livre, subiram 3,2% em setembro ante agosto, para R$ 387,5 bilhões. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o avanço foi de 18,6% e, nos 12 meses até setembro, a alta foi de 12,9%.

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Bancos

HSBC reporta lucro líquido de US$3,54 bi no 3º tri, mais que o dobro do ano anterior

A receita ficou em US$ 12,01 bilhões entre julho e setembro,

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O HSBC reportou lucro líquido de US$ 3,54 bilhões no terceiro trimestre de 2021, mais que o dobro ano anterior, conforme balanço encaminhado ao mercado.

Isso porque no terceiro trimestre de 2020 o banco havia obtido lucro líquido de US$ 1,36 bilhão. O resultado ficou bem acima da expectativa de analistas, que previam lucro de US$ 2,22 bilhões.

Já a receita ficou em US$ 12,01 bilhões entre julho e setembro, bem semelhante aos US$ 11,93 bilhões de um ano antes.

A instituição financeira, que tem sede em Londres mas foca o mercado asiático, informou que pretende recomprar até US$ 2 bilhões em ações, diante de seu bom desempenho no terceiro trimestre.

Com o resultado de hoje, às 4h25 (de Brasília) a ação da HSBC subia 0,36% na Bolsa de Londres. Em Hong Kong, onde o HSBC também está listado, seu papel avançava 0,43%.

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