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Bancos

Banco Mercantil do Brasil aprova grupamento e desdobramento de ações

Ações ON e PN

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Banco Mercantil do Brasil: S&P eleva classificação da instituição

O Banco Mercantil do Brasil aprovou grupamento e desdobramento de ações, conforme fato relevante encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, o movimento foi aprovado pelo conselho e e diz respeito ao grupamento e desdobramento simultâneos da totalidade das ações de emissão do Banco, incluindo as ações ordinárias e preferenciais, por meio da qual cada grupo de 100 ações será grupada em 1 ação da mesma espécie e, ato contínuo, cada ação será desdobrada em 200 ações da mesma espécie, sem alteração no valor do capital social atual do Banco.

Também disse que a as operações têm o objetivo de ajustar a base acionária do banco, que atualmente é composta por um grande número de acionistas que possuem participações inferiores ao lote padrão de 100 ações, cuja maioria encontra-se na condição de inativos, visando gerar eficiência ao sistema de escrituração e promover a economia de custos operacionais e administrativos.

Banco Mercantil do Brasil

Ainda de acordo com o documento, dentre os objetivos está a intenção de aumentar a liquidez das ações ordinárias e preferenciais do banco no mercado, bem como possibilitar um ajuste na cotação das ações de emissão, tornando o preço por ação mais atrativo e acessível a um maior número de investidores.

Também esclarece que manterá informados seus acionistas e o mercado em geral sobre as operações, que serão submetidas à aprovação da Assembleia Geral do Banco a ser oportunamente convocada, seguindo todos os trâmites legais e regulamentares aplicáveis, incluindo a aprovação pelo Banco Central do Brasil.

E acrescentou que as operações propostas serão aplicadas a todos os acionistas do banco, indistintamente, abrangendo tanto as ações ordinárias quanto as ações preferenciais, sendo certo que não haverá alteração na proporção entre elas, de forma a não resultar qualquer tipo de diluição nas respectivas participações acionárias.

A instituição financeira está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker BMEB3.

Veja o documento:

Banco Mercantil do Brasil aprova grupamento e desdobramento de ações

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Ações, Units e ETF's

Santander e Getnet: Ações e Units sofrerão ajuste no valor negociado na B3

O movimento se dá no contexto da cisão parcial do Santander Brasil

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O Santander Brasil informou na manhã desta sexta-feira (15), por meio de comunicado ao mercado, que suas ações e units sofrerão ajuste no valor negociado na B3, a bolsa brasileira.

De acordo com o documento, o movimento se dá no contexto da cisão parcial do Santander Brasil, com o objetivo de segregar a totalidade das ações emitidas pela Getnet, aprovada em assembleias gerais extraordinárias de ambas as companhias.

Também disse que as ações e os units Santander Brasil serão modificados considerando que a parcela cindida na cisão corresponde a 3,1422% do patrimônio líquido do Santander Brasil, a cotação no leilão de abertura de suas ações ordinárias (SANB3), ações preferenciais (SANB4) e Units (SANB11) corresponderá a 96,8578% da respectiva cotação de encerramento do dia 15 de outubro de 2021.

Crédito: Seu Dinheiro

Santander – Getnet

Ainda de acordo com o documento, no caso da Getnet, considerando o percentual acima indicado e que, conforme anteriormente informado, para cada 1 ação ordinária, ação preferencial ou Unit de emissão do Santander Brasil será entregue 0,25 ação ordinária, ação preferencial ou Unit, respectivamente, de emissão da Getnet, a cotação no leilão de abertura de cada uma de suas ações ordinárias (GETT3), ações preferenciais (GETT4) e Units (GETT11) corresponderá a 12,5688% da cotação de encerramento do dia 15 de outubro de 2021 de cada ação ordinária (SANB3), ação preferencial (SANB4) e Unit Santander Brasil (SANB11), respectivamente.

Conforme a empresa, o leilão de abertura de negociação da Getnet no dia 18 de outubro de 2021 será mais longo que o usual, com início às 9:45 e término às 10:30, sujeito às prorrogações aplicáveis, conforme normas da B3.

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Bancos

Getnet processa Nubank e Mastercard por “abuso de dependência econômica”

Também alega violação do princípio de boa-fé e pede R$62 mi em ressarcimento

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A Getnet processou O Nubank e a Mastercard por “abuso de dependência econômica”, segundo o Valor Econômico.

De acordo com o jornal, trata-se de disputa entre bancos digitais e credenciadoras, cujo estopim foi a decisão do Banco Central de mudar as regras do cartão pré-pago.

A Getnet também alega violação do princípio de boa-fé, e esse movimento pode atrair outras credenciadoras a entrarem na justiça pela mesma razão.

Também disse que a Getnet quer ser ressarcida em no mínimo R$ 62 milhões.

Cartão Nubank

Cartão Nubank

Nubank

O Valor explicou que a proposta do BC de estabelecer o teto de 0,5% nas operações com pré-pago faz parte da discussão de assimetria regulatória que opõe fintechs e instituições tradicionais, nesse caso as credenciadoras.

E acrescentou que estas se queixam de que as instituições de pagamento que trabalham com contas pré-pagas oferecem cartões que, apesar de utilizarem a mesma plataforma dos cartões de crédito, representam operações de débito.

Também disse que o problema é que as fintechs não levam em conta o teto da tarifa de intercâmbio aplicável às transações de débito, como fazem os bancos. Como a norma do BC que estabeleceu o teto se refere apenas a quem opera conta de depósito – e não diz nada sobre conta pré-paga -, bancos digitais interpretam que não há nenhuma ilegalidade.

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Bancos

Banco Pine reporta alta de 27% na concessão de crédito no 3º tri

A originação de crédito continuou acima do patamar dos bilhões pelo quarto trimestre consecutivo

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O Banco Pine reportou alta de 27% na concessão de crédito no terceiro trimestre de 2021, conforme relatório encaminhado ao mercado.

De acordo com a instituição financeira, a originação de crédito continuou acima do patamar dos bilhões pelo quarto trimestre consecutivo, e somou R$ 1,101 bilhão.

“Esse crescimento reflete a proximidade com o cliente por parte do time comercial, a agilidade nos canais digitais, bem como adaptação e criação de produtos para atender à maior demanda do mercado”, disse.

Banco Pine

Ainda de acordo com o documento, a alta de 27% diz respeito à comparação com o terceiro trimestre de 2020.

Também disse que a produção do crédito no segmento Grandes Empresas cresceu 61% quando comparado ao trimestre de 2020, principalmente devido ao maior volume de originação de recebíveis de curto prazo, conforme gráficos abaixo.

“Na visão por produto, a originação de operações ancoradas em   recebíveis   cresceu   25%   em   relação   ao   trimestre   anterior, e 154% na comparação com o trimestre de 2020, denotando o reaquecimento da atividade econômica após período mais crítico da pandemia”, destacou.

E acrescentou: “as operações de capital de giro e trade finance tiveram redução em relação ao trimestre de 2020, período em que originamos crédito por meio do programa de Capital de Giro para Preservação de Empresas, do Bacen, cujo objetivo era apoiar as médias empresas na obtenção de recursos.”

Por fim, disse que a mudança na composição do mix dos produtos refletiu nos prazos da produção de crédito, especialmente na comparação com o terceiro trimestre de 2020, quando   a originação de recebíveis de curto prazo foi afetada pela pandemia. No terceiro trimestre de 2021, os créditos concedidos tiveram duration menor, com vencimento até 12 meses representando 86% da produção ante 58% no trimestre de 2020.

O Banco Pine está listado na bolsa brasileira (B3) sob o ticker PINE4.

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