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Criptomoedas

Bitcoin deve chegar a US$ 100 mil até o fim do ano, dizem analistas

Relatórios de importantes empresas do setor apontam que criptomoeda tem força para ultrapassar a barreira ainda em 2021.

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Após a proibição de operações com criptoemodas na China, muitos afirmaram que fim o Bitcoin estava próximo. Mas o ativo deu a volta por cima e já chama atenção de especialistas, que acreditam que a moeda digital deve chegar a pelo menos US$ 100 mil até o fim de 2021.

Leia mais: Projeto que regulamenta criptomoedas passa por mudanças; Veja quais são elas

O sentimento positivo levou alguns analistas de mercado a apostarem em um segundo bull run para este ano, com o Bitcoin ultrapassando a casa das centenas de milhares. Um dos maiores indicadores dessa possibilidade é o Índice de Força Relativa do Bitcoin (RSI)

A visão de quem defende essa tese tem como base a alta no longo prazo entre 2013 e 2021, que é inversamente proporcional a picos de RIS nos mesmos períodos. Considerando que o histórico da criptomoeda pode ser um indicador do futuro, o novo momento de alta deve elevar o ativo até US$ 200 mil ou US$ 300 mil.

Caminho positivo

A Glassnode, uma das mais relevantes entidades de análise de blockchain, divulgou um relatório que mostra que o Bitcoin está no caminho de ser adotado por grandes empresas. As transações acima dos US$ 10 milhões continuam prevalecendo, com máxima entre US$ 13,6 bilhões a US$ 16,8 bilhões por dia.

“O aumento de dominância de grandes transações mostra um aumento na maturidade do Bitcoin como um ativo de macro-escala com interesse crescente de indivíduos com grandes fortunas, mesas de negociação e instituições”, disse a Glassnode em seu relatório.

A PlanB, grande analistas do Bitcoin, falou sobre a parede de venda na casa dos US$ 250 mil, afirmando que ela não vai apenas chegar a esse patamar, mas será levada para “frente”.

“Paredes de venda são pura tática de medo, para assustar você para não comprar. Veja eles removerem a parede de venda e colocando em um valor mais alto assim que o preço chega próximo da parede”, avaliou.

Defensora do Bitcoin a US$ 100 mil até o final de 2021, a PlanB já aposta suas fichas na chance do preço da moeda digital ultrapassar esse patamar.

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Criptomoedas

Clientes Wix passam a fazer pagamentos em criptomoedas

Parceira com BitPay visa turbinar vendas do comércio pela modalidade

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Desde a última terça-feira (12), clientes de lojas eletrônicas, hospedadas na plataforma de site Wix vão poder realizar pagamentos com criptomoedas, conforme anunciou, nesse mesmo dia, a BitPay, empresa de serviços de pagamentos blockchain, ao acentuar que a nova modalidade estará disponível, a princípio, somente nos Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, Austrália, Canadá e Alemanha.

Vendas crescem – A expectativa de analistas é de que a parceria inédita das duas empresas contribua para elevar as vendas no setor, uma vez que estudo da Forrester Consulting – encomendado pela BitPay – aponta que os consumidores que pagam com criptomoedas costumam gastar mais do que outros clientes, o que beneficia o comércio local.

Avanço cripto – Segundo o CEO da BitPay, Stephen Pair, “as empresas podem obter vendas adicionais, por meio do acesso ao enorme mercado de criptomoedas de trilhões de dólares”, ao comentar que “a adesão da Wix ao novo serviço de pagamentos representa um avanço para o mercado de criptos”.

‘Passo à frente’ – “Wix é uma das maiores e mais amplamente utilizadas plataformas de desenvolvimento web, com 210 milhões de usuários, então este é mais um passo à frente na mudança do mainstream da criptomoeda”, acrescenta Pair.

12 moedas digitais – Ao todo, serão aceitas 12 tipos de criptomoedas. São elas: Bitcoin (BTC), Bitcoin Cash (BCH), Dogecoin (DOGE), Ethereum (ETH), Litecoin (LTC), Wrapped Bitcoin (WBTC), XRP (em alguns países) e 5 moedas estáveis ​​indexadas a USD (BUSD, DAI, GUSD, USDP e USDC). A novidade já está disponível aos comerciantes da Wix.

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Criptomoedas

AES Brasil e Fohat Corporation concluem balcão em blockchain

Parceria deve dinamizar negociação digital de compra e venda de energia

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A conclusão do balcão organizado em blockchain para compra e venda de energia é o primeiro resultado prático da parceria desenvolvida entre a AES Brasil e a Fohat Corporation, em que as operações serão realizadas inteiramente em ambiente digital, além de contarem com uma contraparte central, a fim de garantir a custódia e a liquidação dos contratos.

Anatel participa – Desenvolvida a partir de 2019, a plataforma – ainda não disponível comercialmente e sem previsão de estreia – já recebeu investimentos de R$ 3,4 milhões, provenientes do programa de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Por meio do uso da tecnologia blockchain, é possível fazer o registro de transações e o rastreamento de ativos em redes, comum na negociação de criptoativos.

Soluções integradas – Além de viabilizar a compra e venda de energia online, o balcão baseado em blockchain pode ser integrado a outras soluções voltadas à comercialização de contratos de energia e certificados de energia renovável (IREC).

Em nuvens – Outra funcionalidade seria a conexão via usina virtual (Virtual Power Plants, em inglês), pela qual é possível agregar em nuvens a capacidade oferecida no sistema, à mesa de comercialização. Com a aprovação do marco regulatório do setor elétrico pelo Senado e, agora em tramitação na Câmara, a expectativa de especialistas é de que ocorra uma abertura total do mercado livre de energia.

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Criptomoedas

Parceria Itaú-Mercado Bitcoin vai ‘tokenizar’ recebíveis do banco

Após tokenização, lote de ativos digitais será posto à venda pela plataforma

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Crédito: Investnews

Depois de uma longa resistência, o Itaú acabou se rendendo ao mundo cript0, a ponto de anunciar, nessa segunda (11) celebração de parceria inédita com o Mercado Bitcoin Digital Assets (braço de tokenização do Grupo 2TM), para tokenização de ativos físicos da instituição financeira em ativos digitais. Dessa forma, um lote de recebíveis (ativos) do Itaú deverão ser tokenizados para venda posterior pela plataforma MB Digital Assets, do Mercado Bitcoin.

Questão intrincada – Enquanto a intricada questão regulatória que envolve ativos digitais não está devidamente equacionada, a operação promete desenvolver novos produtos e tecnologias no âmbito das criptomoedas.

Nem sempre – Mas a posição do maior banco privado brasileiro, ante o mundo digital, nem sempre foi favorável, pois o Itaú chegou a taxar os criptoativos como meio para lavagem de dinheiro, entre outros crimes.

MB precursor – Da parte do Mercado Bitcoin, a parceria faz parte de um plano mais amplo, a ser conduzido pelo MB Digital Assets, precursor no país da tokenização de precatórios, recebíveis e direitos do mecanismo de solidariedade da FIFA com o Vasco Token.

NFTs – Outro campo de atuação do MB é sua participação no amplo mercado de tokens não fungíveis (NFTs), em que sua controladora (2TM) liderou recentemente uma rodada de investimento na Tropix, uma plataforma brasileira de NFTs, sob a direção de Daniel Peres Chor e Bernardo Shucman.

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