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Criptomoedas

Bitcoin recua US$ 10 mil em poucas horas após implementação em El Salvador

Implementação da criptomoeda em El Salvador mexe com o mercado de cripto e Bitcoin vai abaixo dos US$ 40 mil

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O preço do bitcoin (BTC) recuou cerca de US$ 10 mil em questão de horas, logo após a implementação oficial na criptomoeda como moeda corrente em El Salvador. A queda resultou em mais de US$ 2,65 bilhões liquidados em apenas uma hora na tarde de ontem, 7, segundo o The Block Research.

Leia mais: El Salvador implementa Bitcoin como moeda legal

Na corretora cripto Binance, o bitcoin caiu de US$ 53 mil para US$ 42,8 mil. Na corretora Huobi, o preço despencou para abaixo de US$ 40 mil.

O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, escreveu no Twitter que estava “comprando na baixa” durante a queda. Ele também confirmou que adquiriu outros 150 BTC (cerca de US$ 6,9 milhões), além dos 400 BTC (cerca de US$ 18,4 milhões) já comprados.

Estabilização

As taxas de financiamento do bitcoin registraram uma tendência de alta nas últimas semanas. De acordo a Bybt, o nível saiu de -0,2% para 0,12%. O ether (ETH) e outras criptomoedas também subiram, sinalizando que os negociadores buscavam uma alavancagem na compra.

De acordo com a empresa de serviços cripto FalconX, no início da tarde de ontem, foi registrada uma elevação nas taxas de financiamento, o que pode significar a estabilização do mercado.

“As taxas de financiamento perpétuo caíram de cinco pontos-base de seu auge para um ponto-base atualmente. O mercado parece estar encontrando seu equilíbrio”, avaliou a diretora de vendas institucionais, Aya Kantorovich.

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Criptomoedas

Recorde: Terreno virtual é vendido por US$ 2,4 milhões em metaverso

Popularidade deste segmento vem crescendo nos últimos tempos, sobretudo quando o isolamento social obrigou as pessoas a ficarem em casa.

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Foi vendido pela quantia recorde de US$ 2,4 milhões um terreno virtual no mundo online chamado “Decentraland“. A transação, que aconteceu por meio de criptomoedas, foi confirmada pelo comprador, Tokens.com, e a própria Decentraland.

Leia mais: Interesse crescente por criptomoedas aciona fintechs e grandes bancos

Também conhecido como “metaverso“, o mundo de Decentraland é um ambiente online onde os usuários podem visitar edifícios, adquirir terrenos, conhecer outras pessoas, dentre outras ações. A popularidade deste segmento vem crescendo nos últimos tempos, sobretudo quando a necessidade de isolamento social obrigou as pessoas a ficarem em casa.

O Decentraland é um tipo de metaverso que recorre à tecnologia blockchain – livro razão compartilhado e imutável que possibilita o registro de transações e o rastreamento de ativos em uma rede de empresas. Itens vendidos no mundo online são comercializados através de tokens não fungíveis (NFTs), que é um tipo de ativo digital.

Investimento especulativo

As compras de terrenos no metaverso da Decentraland têm animado os mais entusiastas das moedas digitais. Utilizando a criptomoeada do metaverso, chamada de Mana, esses compradores enxergam o processo como um investimento especulativo.

E as movimentações tem acontecido com frequência. No dia 22 de novembro, uma subsidiaria da Tokens.com, com o nome de Metaverse Groupe, adquiriu um terreno pela “bagatela” de 618 mil manas, o equivalente a  US$ 2,43 milhões. A compra da área teve a confirmação no marketplace de NFTS OpenSea.

O ambiente é constituído por 116 sublotes, com cada um medindo cerca de 5 metros quadrados. Ao todo, o terreno comprado conta com um espaço online equivalente a 566 metros quadrados, que será usado para atender eventos digitais de moda para a venda de roupas virtuais àqueles que possuem um avatar no metaverso.

Vale destacar que a Mana é uma criptomoeda volátil, que valorizou cerca de 400% em novembro após o Facebook mudar seu nome para Meta e anunciar que irá expandir seu mercado para o setor de metaversos.

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Criptomoedas

País quer proibir Bitcoin e outras criptomoedas privadas

Projeto de lei prevê emissão de uma moeda digital oficial e restringe negociações com criptomoedas privadas.

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Crédito: Executive Digest Sapo

O governo da Índia está prestes de aprovar a proibição de criptomoedas privadas no país. O anúncio do projeto de lei com esse fim levou todas as moedas digitais a perdas na última terça-feira, com Bitcoin recuando mais de 17%, Ethereum perdendo quase 15% e Tether despencando cerca de 18%.

Leia mais: B3 (B3SA3) pretende lançar negociações futuras em criptomoedas

Após aprovação do texto “Criptomoeda e regulamentação da moeda digital oficial”, o Banco Central indiano terá autonomia para emitir seu próprio ativo digital oficial, além de proibir Bitcoin, Ethereum e demais criptomoedas privadas.

Mais cedo neste mês, primeiro-ministro Narendra Modi afirmou que todas as nações democráticas devem atuar em conjunto para garantir que moedas digitais  “não acabem nas mãos erradas, o que pode corromper nossa juventude”.

O parlamento do país informou que a lei será avaliada na próxima seção. O texto inclui um dispositivo para permitir exceções com fins de promover a tecnologia blockchain subjacente. Se a nova lei for aprovada, milhares de moedas devem ser prejudicadas pela pré-verificação.

Desde o início deste ano, a Índia considera ilegais a detenção, emissão, mineração, comércio e transferência de ativos criptográficos.

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Criptomoedas

B3 (B3SA3) pretende lançar negociações futuras em criptomoedas

Assim como no resto do mundo, criptoativos no país carecem de regulação específica

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Crédito: portaldobitcoin

Após experimentar o sucesso com ETFs, a B3 (B3SA3) planeja lançar negociações futuras em criptomoedas, à medida que se formar o melhor modelo de cripto futuro para o mercado.

Iniciativa alternativa – Se a iniciativa prosperar, ela poderá servir de alternativa às negociações à vista nas plataformas de criptomoedas, como ocorre com as operações de câmbio, também voltadas ao mercado futuro.

Sem regulação – Apesar do interesse crescente do investidor, até agora bolsa alguma do globo negociou criptomoedas no mercado à vista, a exemplo das ações, por um simples motivo: ausência de uma regulação específica que valide a negociação do ativo, que não possui ‘identidade definida’, ou seja, não há consenso, entre os reguladores, quanto à definição do que é, afinal, uma criptomoeda.

EUA e Europa – Atualmente, somente a Chicago Mercantile Exchange (CME) e a Eurex (bolsa de derivativos europeia) negociam futuros de criptomoedas, enquanto a bolsa argentina estuda a modalidade de futuro de Bitcoin, contra o peso argentino.

Dúvidas pertinentes – Enquanto as prospecções seguem seu curso, persistem algumas dúvidas pertinentes quanto ao funcionamento desse novo mercado, como, por exemplo, se o futuro de criptoativo seria negociado em dólares ou reais, o que exigiria a criação de um índice de referência, cripto em reais. O entendimento de analistas é de que as negociações seriam facilitadas, caso utilizem o dólar como referência.

Swap cambial – Como esse mercado tem como característica a participação majoritária de pessoas físicas,  a triangulação, necessária à conversão do investimento em reais demandaria uma operação paralela, também em Bolsa, para concluir a troca de moeda (swap cambial).

Crescimento exponencial – Se considerados ETFs de criptomoedas, 60% dos negócios se referem ao contingente de 160 mil pessoas físicas e 36% de investidores institucionais. O potencial do segmento pode ser medido pelo crescimento exponencial (270%) das cinco ETFs de cripto, lançadas pela B3, desde abril último, cujo estoque soma R$ 3,6 bilhões. Nesse caso, a moeda de referência é o dólar, ao passo que sua liquidação é em reais.

Custódia de R$ 60 bi – Embora haja um longo caminho para sua consolidação, o fato é que investidores em criptomoedas respondem hoje por 6% do total de R$ 60 bilhões de custódia em ETFs diversos disponibilizados pela B3.

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