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Economia

Bolsa Família: Por elevação nos gastos do governo, congressistas se opõem

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O governo federal tem proposto novas regras para o Bolsa Família, incluindo aí reajuste para os pagamentos, e isso fez com que deputados na base governista, e outros da oposição, se levantem contra a elevação de gastos.

Por esta razão, eles tentam modificar a medida provisória que cria o Auxílio Brasil, nome dado ao programa que substitui o Bolsa Família.

Algumas das iniciativas de alteração elencam a criação de um valor mínimo a ser repassado para as famílias vulneráveis, além de emendas para que sejam criados mais auxílios do que o pretendido pelo governo.

Parasse ter ideia, o orçamento do programa previsto para o próximo ano é de R$ 34,7 bilhões.

Bolsa Família

De acordo com estes congressistas, o governo precisa encontrar mais dinheiro no Orçamento para conseguir ampliar a cobertura atual, que é de 14,7 milhões de famílias.

Assim, a oposição quer que a proposta de criação do Auxílio Brasil já deixe claro que cada família receberá um valor mínimo. Esse patamar defendido por congressistas do PT é de R$ 600 por mês.

O governo, por sua vez, se mostra indisposto à criação de um valor fixo. Atualmente, o programa repassa R$ 190 mensais, em média.

A intenção do governo é elevar essa quantia a R$ 300, o que até é um clamor da população. Porém, o temor está com a manutenção do teto fiscal, ou seja, aquilo que pode ser gasto sem comprometer as contas públicas.

Auxílio Brasil

O Auxílio Brasil foi criado por Medida provisória (MP), que tem efeito imediato, mas precisa do aval do Congresso até o início de dezembro para não perder a validade. A MP recebeu mais de 460 emendas de deputados e senadores.

Durante sua campanha presidencial, Bolsonaro prometeu que criaria o 13º para beneficiários do Bolsa Família. O pagamento foi feito apenas em 2019.

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