Investimentos
Bolsa ou renda fixa: qual a melhor opção para quem prioriza liquidez?
Pesquisa da B3 revela que, se precisassem, 64% dos entrevistados retirariam o capital investido, dando ênfase ao critério de liquidez.
Por meio de um levantamento divulgado pela B3, em dezembro de 2020, foi apontado que 64% dos entrevistados resgatariam o capital aplicado nos investimentos se precisassem dos recursos. Em caso de queda da bolsa, somente 7% fariam a retirada do dinheiro. O estudo demonstrou que não apenas o investidor chega ao mercado de ações sem preparo para as oscilações do mercado financeiro. Também, levanta a problemática se existe ou não preocupação com a consolidação da reserva de emergência.
“Antes de fazer qualquer alocação em um ativo de maior risco de mercado, crédito ou liquidez, o investidor precisa ter uma reserva de emergência para resgatar da aplicação certa em um momento de urgência”, destaca o analista de renda fixa e crédito privado do BTG Pactual digital, Odilon Costa.
Dessa forma, antes de selecionar o melhor ativo para aplicar seu dinheiro é preciso avaliar alguns critérios que lhe deem segurança. O principal deles é a liquidez, pois é necessário ter disponibilidade para resgate a qualquer instante.
Outro ponto relevante é a volatilidade, ou seja, o investimento deve ter previsibilidade, não tendo grandes oscilações que podem acarretar em surpresas negativas. Além disso, o acumulado deve cobrir entre três meses de despesas mensais, em caso de pessoas com certa estabilidade, a 12 meses, para os trabalhadores instáveis.
Ativos
Entre as melhores opções estão o Tesouro Selic (um dos títulos do Tesouro Direto) e os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs), ambos investimentos de renda fixa. Construída a reserva de emergência, é hora de montar a carteira com diversificação de ativos.
É possível fazer aportes entre a renda fixa e o mercado de ações. Uma opção é iniciar com aplicação nos títulos de renda fixa associados ao indicador oficial da inflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Na renda fixa, também existem os títulos de crédito privado, tais como Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Debêntures Incentivadas, isentas de Imposto de Renda.
“Também é possível fazer alocações em fundos imobiliários, ótimas opções para quem busca uma renda variável um pouco mais conservadora, em comparação ao mercado de ações. Com todo esse portfólio estruturado, aí sim o investidor pode ir para a bolsa”, destaca Costa. “O mais importante é conhecer seu perfil, estudar as classes de ativos disponíveis, entender como cada uma delas funciona e quais as vantagens que podem trazer”, acrescenta.

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