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Economia

Bolsonaro discute com ministro sobre como reduzir preço de combustíveis

Presidente Jair Bolsonaro conversa sobre preço dos combustíveis com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

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Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse que discutiu com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, sobre como “melhorar ou diminuir” o preço dos combustíveis. O segmento é um dos principais responsáveis pela disparada da inflação no país.

Leia mais: Gasolina sobe pela 8ª semana seguida no Brasil; Confira o preço médio

O chefe do Executivo deu a declaração durante um evento da Caixa Econômica Federal para lançamento de uma nova linha de crédito. Os empréstimos serão liberados por meio do aplicativo Caixa Tem.

“Hoje falei com o ministro Bento, conversando sobre a nossa Petrobras, o que nós podemos fazer para melhorar ou diminuir o preço na ponta da linha, onde está a responsabilidade”, disse o presidente.

Sobre o comando da estatal, ele voltou a defender a escolha de Joaquim Silva e Luna no lugar de Roberto Castello Branco. “Me acusaram de interferir. É um direito meu. Aqui, o grande acionista é o governo federal, mas temos regras, a lei da paridade”, afirmou.

Bolsonaro ainda apontou o avanço dos preços dos combustíveis nos Estados Unidos e disse que “ter conhecimento do que está acontecendo antes de culpar quem quer que seja”. Mesmo após a defesa, ele reconheceu que seus posicionamentos podem afetar a Bolsa e o preço do dólar.

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Empresas

Petrobras: Privatização entra no radar do governo via projeto de lei

A iniciativa já é discutida com a cúpula do Congresso

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A Petrobras poderá ser privatizada. Ao menos é isso o que trata um projeto de lei que está sendo estudado pelo governo federal.

A iniciativa já é discutida com a cúpula do Congresso para, assim, pavimentar uma via que seja boa para ambos.

Inclusive, a possibilidade já é admitida pelo Executivo, entretanto o primeiro Poder diz considerar que a medida é de difícil implementação.

Na prática, o plano consiste em elaborar um PL que permita à União começar a se desfazer das ações da companhia de forma a perder o controle.

Petrobras

De acordo com informações da CNN Brasil, o governo manteria a chamada “golden share”, que o permitiria vetar determinadas operações da petroleira e ainda apontar o presidente da empresa. Hoje, o governo federal tem o controle por meio de 50,5% das ações ordinárias, que são as ações com direito a voto.

Também disse que considerando o capital total da empresa (ações ordinárias e preferenciais), o grupo de controle é composto por ações do governo e do BNDES que juntos detém 36,75% dos papéis.

E acrescentou que a equipe econômica defende que a Petrobras passe para o Novo Mercado, acabando com a diferença entre ações ordinárias e preferenciais. Na avaliação da equipe de Paulo Guedes isso já elevaria o valor dos papéis, valorizando a empresa.

Desta forma, elencou, o governo então começaria a venda de ações pelos papéis que hoje são detidos pelo BNDES e pelo BNDESPAR. O objetivo seria transformar a Petrobras numa “corporation”, com capital pulverizado, como o pretendido para a Eletrobras. Uma diferença é que, no caso da petroleira, somente a União poderia deter mais do que 10% das ações.

PETR4: Ibovespa

Das ações do dia, destaque para Petrobras que recebeu aditivo após rumores de privatização por parte do governo. O ativo PETR4 subiu 6,84% (R$ 29,04) e o PETR3 subiu 6,13% ( R$ 29,61).

Confira as 3 maiores altas do Ibovespa de hoje, segundo a Eleven Financial:

📈#PETR4   +6,84%  (R$ 29,04)

📈#CVCB3   +6,14%  (R$ 18,15)

📈#PETR3    +6,13%  (R$ 29,61)

Confira as 3 maiores baixas do Ibovespa de hoje:

📉#SUZB3   -2,52%  (R$ 51,47)

📉#YDUQ3   -1,32%  (R$ 22,35)

📉#BRFS3    -1,27%  (R$ 21,73)

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Ações, Units e ETF's

Ibovespa fecha em alta de 2,28%, aos 108.714,55 pontos

Dow Jones +0,18%, aos 35.741,15; S&P 500 +0,47%, aos 4.566,48; Nasdaq +0,90%, aos 15.226,71; Dólar -1,27%, a R$ 5,5557

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O Ibovespa fechou a sessão desta segunda-feira (25) em alta de 2,28%, aos 108.714,55 pontos, e com volume financeiro marcando R$ 37,8 bilhões.

De acordo com o BTG Pactual, tentando se reerguer do tombo provocado pela confirmação do rompimento do teto de gastos, o Ibov contou com o exterior positivo e forte desempenho das ações de Petrobras.

Em Nova York, o Dow Jones subiu 0,18%, aos 35.741,15, e o S&P 500 avançou 0,47%, aos 4.566,48. Ambos renovaram recordes neste dia. A Nasdaq também fechou em alta, sendo 0,90%, aos 15.226,71 pontos, por conta dos balanços das ações de tecnologia.

Já o dólar encerrou em baixa de 1,27%, a R$ 5,5557, depois de oscilar entre R$ 5,5377 e R$ 5,6596.

Foto divulgação

Ibovespa: Ações

Das ações do dia, destaque para Petrobras que recebeu aditivo após rumores de privatização por parte do governo. O ativo PETR4 subiu 6,84% (R$ 29,04) e o PETR3 subiu 6,13% ( R$ 29,61).

Isso porque o ministério da Economia estuda a possibilidade de, por meio de um projeto de lei, abrir mão de ações ordinárias e ações preferenciais que a União tem na petroleira.

Assim, o volume de venda seria o necessário para que fizesse com que a União deixasse de ser a acionista majoritária da estatal.

Acontece que mesmo sem a maioria das ações, o governo manteria a prerrogativa de indicar o presidente da Petrobras e vetar operações das quais discorde.

Ibovespa: entre altas e baixas

Confira as 3 maiores altas do Ibovespa de hoje, segundo a Eleven Financial:
📈#PETR4 +6,84% (R$ 29,04)
📈#CVCB3 +6,14% (R$ 18,15)
📈#PETR3 +6,13% (R$ 29,61)

Confira as 3 maiores baixas do Ibovespa de hoje:
📉#SUZB3 -2,52% (R$ 51,47)
📉#YDUQ3 -1,32% (R$ 22,35)
📉#BRFS3 -1,27% (R$ 21,73)

Em relação aos juros, após os ajustes, o DI para janeiro de 2022 subiu a 8,308%; para janeiro de 2023 a 11,130% (10,866%); para janeiro de 2024 a 11,505% (11,325%); para janeiro de 20225 a 11,640% (11,507%); para janeiro de 22027 a 11,800% (11,814%); para janeiro de 2029 a 11,910% (11,993%) e para janeiro de 2031 a 11,990% (12,053%).

Commodities

Do lado das commodities, os preços dos contratos para janeiro do Brent, a referência global, terminaram o dia em alta de 0,62%, a US$ 85,17 por barril, na ICE, em Londres, enquanto os preços dos contratos para dezembro do WTI, a referência americana, ficaram estáveis, fechando com o mesmo valor da última sexta-feira (22), US$ 83,76 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex).

Quanto ao ouro, ao final da sessão, na Comex, o contrato futuro para dezembro subiu 0,6%, fechando a US$ 1.806,80 a onça-troy.

Coronavírus

Levantamento do consórcio de imprensa mostra que o Brasil registrou no domingo (24) 113 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 605.682 desde o início da pandemia.

Assim, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 337 — abaixo da marca de 400 pelo 13º dia seguido. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -23% e a aponta tendência de queda pelo quarto dia.

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Economia

Tempo médio para abertura de empresas no Brasil é três vezes menor do que em 2019

No início daquele ano, prazo médio era de cinco dias e nove horas e, atualmente, está em 47 horas.

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O tempo médio para a abertura de uma empresa no país é três vezes menor do que no início de 2019, ficando em menos de dois dias. Em 2019, o prazo médio era de cinco dias e nove horas e, atualmente, está em 47 horas. Os dados constam da plataforma Governo Digital, ligada ao Ministério da Economia.

Veja também: PEC vai oferecer linhas especiais de crédito para MEI e pequenas empresas

Segundo a plataforma, a redução deve-se a medidas de simplificação, à integração digital entre as 27 juntas comerciais e adesão à plataforma Gov.BR.

Os dados mostram que, atualmente, 23 das 27 juntas comerciais já usam a assinatura do Gov.BR para a formalização dos novos negócios. A medida, entre outros pontos, ajuda a reduzir tempo e custos, uma vez que não é mais necessário despender recursos com reconhecimento de firma ou com certificado digital para abrir ou alterar os registros de uma empresa.

Dados do boletim Mapa de Empresas, do Ministério da Economia, revelam que, no segundo quadrimestre deste ano, foram abertas no país 1.420.782 empresas, o que representa aumento de 1,9% em relação ao primeiro quadrimestre de 2021 e de 26,5% na comparação com o segundo quadrimestre de 2020. O boletim mostra ainda que 328 mil empresas foram abertas em setembro deste ano, já com a redução do tempo.

“O tempo médio de abertura de empresas no país apresentou gradativa redução nos últimos meses, reflexo dos avanços obtidos pelos órgãos federais, estaduais e municipais, objetivando um processo de abertura de empresas mais simples e ágil. Os recordes em registro de novas empresas reforçam, cada vez mais, a opção do brasileiro pelo empreendedorismo e criação de novos negócios”, diz o boletim.

Segundo o ministério, em três das 27 unidades federativas brasileiras, já se abre uma empresa em menos de 24 horas, em média: Goiás, Espírito Santo e Distrito Federal. Das três, Goiás apresentou o menor tempo de abertura de empresas no segundo quadrimestre deste ano: 1 dia e 2 horas, uma queda de 16 horas (38,1%) em relação ao primeiro quadrimestre de 2021.

No estado da Bahia, leva-se mais tempo para abrir uma empresa: 6 dias e 1 hora. Apesar de estar no fim da fila, a Bahia apresentou considerável redução de prazo e está com  2 dias e 17 horas, 31,0% a menos que no primeiro quadrimestre do ano.

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