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Agronegócio

Café arábica atinge máxima em dez anos

No Brasil, problemas climáticos e de logística afetaram o reabastecimento do item no mercado.

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O café registrou alta de preços na ICE e, nesta quarta-feira, 9, chegou ao seu maior nível em mais de dez anos. As preocupações com a oferta, em meio a queda de estoques em mais de 20 anos, impulsionaram as preocupações com a oferta.

Os contratos referentes ao mês de maio do café arábica fecharam com alta de 9,05 centavos, ou 3,6%, a 2,5845 dólares por libra-peso, após atingir seu maior nível desde setembro de 2011, a 2,5965 dólares. A queda continua sendo monitorada na bolsa. E negociantes e produtores afirmam que, no Brasil, o comércio encontra-se fraco, apesar do País ser considerado o maior produtor mundial do grão. Os problemas climáticos registrados no ano passado e os problemas de logística global afetaram a capacidade dos comerciantes de café de reabastecer os estoques nos países consumidores, levando a preços mais altos.

A ICE certificou que os estoques de arábica caíram para mínimas de 20 anos a 1,06 milhão de sacas na terça-feira, ante os 1,54 milhão de sacas vistos no final de 2021. Já o café robusta subiu 25 dólares, ou 1,1%, a 2.259 dólares a tonelada, para maio.

Para março, o açúcar bruto subiu 0,4 centavo, ou 2,2%, para 18,48 centavos de dólar por libra-peso e os mercados financeiros e de commodities se mostram mais otimistas. Para os contratos de março, o açúcar branco subiu 3,60 dólares, ou 0,7%, para 503,20 dólares a tonelada.

Jornalista desde 2015. Pós graduada em Comunicação e Marketing desde 2020. Contadora de histórias desde sempre.

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