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Bancos

Caixa libera linhas de crédito sem consulta ao SPC e Serasa em 2021

Duas linhas de crédito são disponibilizadas pelo banco aos consumidores com nome sujo. Dívida pode ser quitada em até 4 anos.

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Empréstimo Caixa

Segundo uma pesquisa divulgada pela Serasa Experian, já são mais de 63 milhões de brasileiros negativados. Esse quantitativo totaliza quase 40% dos brasileiros adultos que possuem dificuldade em conseguir crédito no mercado financeiro, por conta da restrição no CPF.

Para ajudar com isso, a Caixa Econômica Federal disponibiliza duas linhas de crédito para negativados em 2021. Confira:

Empréstimo com garantia do FGTS

Esse crédito é na modalidade consignado, sendo disponibilizado para trabalhadores formais (carteira assinada). Em funcionamento desde setembro de 2018, a garantia desse empréstimo se dá pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) do solicitante.

A Caixa libera 10% do saldo na conta vinculada ao FGTS. Porém, 40% poderão ser adicionados por conta da multa rescisória em caso de demissão. Assim, é permitida a liberação de até 50% do valor do FGTS e sem consulta ao SPC e Serasa.

O empréstimo pode ser pago em até quatro anos (48 anos), sendo descontadas automaticamente da conta do trabalhador.

Penhor Caixa

Entre as linhas de crédito disponibilizadas, o Penhor Caixa é uma das que apresenta menor taxa do mercado e é livre de burocracia. Por meio dela, é possível sair com o dinheiro na hora e sem precisar de avalista ou análise do cadastro.

Mas para isso, os seus bens de valor (joias, metais preciosos etc.) ficam penhorados no cofre da Caixa. Porém, lhe é permitido renovar o contrato quantas vezes desejar.

Ainda, o bem lhe é entregue de volta assim que liquidar o contrato. Os limites liberados podem alcançar até 100% do valor de garantia, isso para aqueles que fazem jus ao crédito salário na instituição financeira.

Para saber mais sobre essas e mais opções de crédito disponíveis, basta acessar o site da Caixa (www.caixa.gov.br).

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Bancos

Inflação de fevereiro dobra ante janeiro e mercado eleva estimativa para 2021

Analistas elevaram estimativa para este ano pela oitava semana seguida

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Inflação

IPC-S registra inflação de 0,54% em fevereiro, o dobro da observada em janeiro

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou fevereiro deste ano em 0,54%. A taxa de inflação é o dobro da observada em janeiro (0,27%). De acordo com os dados divulgados hoje (1º) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IPC-S acumula taxa de inflação de 5,42% em 12 meses.

Cinco das oito classes de despesa que compõem o IPC-S tiveram aumento da taxa na passagem de janeiro para fevereiro, com destaque para os transportes, cujo índice subiu de 1,53% para 2,29% no período. Um dos itens que mais contribuíram para esse resultado foi a gasolina, cuja taxa passou de 4,70% em janeiro para 6,90% em fevereiro.

IPC-S registra inflação de 0,54% em fevereiro, o dobro da observada em janeiro

IPC-S

Outros dois grupos tiveram aumento da taxa de inflação: saúde e cuidados pessoais (de 0,19% para 0,29%) e despesas diversas (de 0,23% para 0,24%). Dois grupos passaram de deflação (queda de preços) em janeiro para inflação em fevereiro: habitação (de -0,29% para 0,08%) e vestuário (de -0,39% para 0,03%).

Por outro lado, três grupos tiveram queda na taxa: educação, leitura e recreação (de 0,58% para 0,12%), alimentação (de 0,16% para 0,09%) e comunicação (de -0,02% para -0,07%).

O IPC-S é calculado com base em preços coletados semanalmente em sete capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador.

Inflação

Os analistas das instituições financeiras elevaram a estimativa de inflação para 2021 pela oitava semana seguida e também passaram a prever o início do processo de alta do juro básico da economia em meados de março.

As informações estão no boletim de mercado, conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (1º) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

Para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, a expectativa do mercado para este ano passou de 3,82% para 3,87%.

Com o novo aumento, a expectativa de inflação do mercado continua acima da meta central deste ano, de 3,75%. Pelo sistema de metas, não haverá descumprimento se a inflação oscilar entre 2,25% e 5,25% em 2021.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

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Bancos

Banco Central lucra R$469,6 bi em 2020, volume recorde

Do total, R$ 61,97 bilhões correspondem ao lucro operacional

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Banco Central do Brasil

A forte alta do dólar no ano passado fez o Banco Central (BC) fechar 2020 com lucro recorde de R$ 469,61 bilhões. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje (26) o balanço com as contas da instituição financeira no ano passado.

Do lucro total, R$ 61,97 bilhões correspondem ao lucro operacional (ganhos com o exercício da atividade) e R$ 407,64 bilhões ao lucro com reservas internacionais e derivativos cambiais (como os swaps, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro).

Banco Central tem lucro recorde de R$469,6 bi em 2020

Sede do Banco Central em Brasília

Banco Central: moeda

A moeda norte-americana, que subiu 29,3% ano passado, multiplica o valor em reais das reservas internacionais, que fecharam 2020 em US$ 355,6 bilhões, praticamente estável em relação a 2019 (US$ 359,4 bilhões). Isso ampliou os ganhos da autoridade monetária, mesmo com a venda de cerca de US$ 25 bilhões das reservas externas pelo BC para segurar a alta do dólar.

Outra parte do lucro cambial vem do resultado das operações de swap cambial, que funcionam como venda de dólares no mercado futuro.

Banco Central: resultados operacionais

Desde 2008, o banco registra os resultados operacionais e cambiais de forma separada. No primeiro semestre do ano passado, quando o dólar passou a disparar, o BC teve lucro operacional de R$ 24,75 bilhões e ganhos de R$ 478,47 bilhões com as operações cambiais. Desse total, R$ 325 bilhões foram transferidos ao Tesouro para recompor o “colchão da dívida pública”, reserva financeira usada em momentos de turbulência, como a pandemia de covid-19.

No segundo semestre, quando o dólar se estabilizou e passou a cair, o BC teve lucro operacional de R$ 37,22 bilhões e prejuízo de R$ 70,83 bilhões com as operações cambiais. No total, a autoridade monetária teve perda de R$ 33,61 bilhões no segundo semestre, subtraída a transferência de R$ 325 bilhões ao Tesouro e o prejuízo de US$ 33,61 bilhões no segundo semestre.

Legislação

Por causa da nova legislação que regulamenta a relação entre o Banco Central e o Tesouro, a destinação dos lucros da autoridade monetária mudou. Os lucros vão para uma reserva interna do BC que aumentará o patrimônio líquido do banco e será usada para abater prejuízos futuros com as operações cambiais.

Essa reserva financeira saltou de R$ 45,05 bilhões em 2019 para R$ 164,91 bilhões em 2020. A diferença deve-se à incorporação do lucro cambial de R$ 478,47 bilhões no primeiro semestre,

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Ações, Units e ETF's

Banese, Banco do Brasil e Camil anunciam Juros sobre Capital Próprio

A quantia corresponde aos dividendos mínimos obrigatórios

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Juros

O Banco do Estado de Sergipe (Banese), listado sob o ticker BGIP4) vai distribuir R$ 13,2 milhões aos acionistas, na forma de juros sobre capital próprio (JCP).

A quantia corresponde aos dividendos mínimos obrigatórios do banco e ainda precisa ser aprovada pela assembleia de acionistas.

Segundo aviso divulgado pelo Banese, serão pagos os valores brutos de R$ 0,82029 por ação ordinária (BGIP3) e R$ 0,90231 por ação preferenciais (BGIP4). Para chegar ao valor líquido, é preciso descontar a incidência de 15% de Imposto de Renda.

Na sexta-feira (26), as ONs do Banese fecharam em R$ 41,44 por papel, e as PNs, em R$ 22,67. Com isso, os valores anunciados pelo banco correspondem a retornos brutos de 2% e 4%, respectivamente.

Banese (BGIP4), BB (BBBAS3) e Camil (CAML3) anunciam pagamento de JCP

Juros sobre Capital Próprio: BB

O Banco do Brasil  (BBAS3) aprovou na sexta-feira (26) a distribuição de R$ 415,758 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP) a seus acionistas, relativos ao primeiro trimestre de 2021.

Cada ação do BB (BBAS3) terá direito a uma remuneração no valor de R$ 0,14571426020. Os JCP serão pagos no dia 31 de março a todos os investidores com posição acionária na companhia no dia 11 de março.

Segundo fato relevante divulgado pelo banco, o crédito será feito em conta-corrente, poupança-ouro ou por caixa no próprio BB. JCP são tributados na fonte em 15%.

JCP: Camil

A Camil (CAML3) aprovou na quinta-feira (26) o pagamento de R$ 20 milhões em juros sobre capital próprio ao seus acionistas.

De acordo com o documento enviado ao mercado, o valor corresponde a R$ 0,054601038 por ação ordinária.

Para ter direito aos juros, o acionista precisa ter posição na empresa em 22 de março de 2021. A partir de 23 de março, os papéis serão realizados como “ex-juros sobre capital próprio”.

Os valores serão pagos no dia 31 de março de 2021.

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