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Cias&Cifras | Messem ultrapassa R$ 11 bi sob custódia; Inter alcança 8 milhões de clientes

A Messem Investimentos é, atualmente, o maior escritório de agentes autônomos vinculados à XP.

Publicado

em

Tesouro Nacional

A Messem Investimentos, maior escritório de agentes autônomos vinculados à XP, com 15 mil clientes e fundado há 13 anos em Caxias do Sul, alcançou em outubro a marca de R$ 11 bilhões de investimentos sob custódia apenas três meses após atingir os R$ 10 bilhões.

O anúncio acontece na mesma semana em que o escritório oficializa a inauguração de sua primeira operação em Minas Gerais, por meio da incorporação de uma equipe de seis assessores anteriormente vinculados à Alpha Investimentos, de Juiz de Fora. A partir da nova operação, o objetivo é de crescer no Estado.

“Nossa meta é continuar crescendo. Tanto que, mesmo em meio à pandemia da Covid-19, optamos por continuar contratando”, salienta Mauro Silveira, sócio e fundador da Messem, acrescentando: “O resultado pode ser visto na ótima aceitação de nossos serviços por nossos clientes, que têm ampliado a confiança em nossa gestão”.

Nova operação

Em Juiz de Fora, os seis assessores incorporados são atualmente responsáveis pela gestão de uma carteira de R$ 400 milhões, o que contribui para a meta de crescimento contínuo da Messem.

“Na projeção para 2021, a expectativa é de que nosso escritório possa, mais uma vez, dobrar de tamanho, ampliando sua presença em mais regiões, por meio da inauguração de operações. Estamos otimistas com as perspectivas de crescimento do setor no ano que vem, pois acreditamos que o cenário de juros baixos seguirá acelerando a migração de recursos dos bancos para as assessorias especializadas em investimentos”, explica Silveira.

Juiz de Fora, cujo PIB é o quinto maior de Minas Gerais, servirá de base para que a Messem cresça no Estado, “um dos mais relevantes em termos de investimentos, e está em nossos planos fincar bandeira em outras localidades”, revela o executivo. Com a abertura o escritório caxiense chega às cinco unidades nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste do Brasil. A casa possui, ainda, operações em Porto Alegre, São Paulo e Brasília.

> Inter (BIDI11) chega a 8 milhões de clientes

O Inter (BIDI11) atingiu a marca de oito milhões de clientes, metade deles conquistados em 2020. Em novembro, a média de abertura de novas contas foi de 20 mil por dia.

No último mês, a plataforma somou 92,1 milhões de acessos. Já o Inter Shop atingiu R$ 320 milhões em vendas, totalizando R$ 1 bilhão comercializado, desde o lançamento do shopping há um ano.

“Acreditamos que nossa proposta de oferecer muito mais que serviços bancários impulsionou o crescimento do Inter. As pessoas já nos procuram pelo Shopping, para ganhar cashback, ou para investir em nossa plataforma, que além de completa não cobra taxa de custódia e tem home broker gratuito”, diz João Vitor Menin, CEO do Inter. “Todo esse ecossistema que estamos criando dentro do app vem fidelizando clientes e mostrando que é possível realizar compras, investimentos, fazer serviços bancários, obter crédito em um só lugar, de forma simples, leve e mais econômica”, completa.

3º tri

O Inter (BIDI11) apresentou um prejuízo de R$ 8,1 milhões no terceiro trimestre de 2020, ante lucro líquido de R$ 11,8 milhões do ano passado.

De acordo com o banco, a queda na taxa básica de juros, a Selic, impactaram nas receitas financeiras, assim como o crescimento das despesas administrativas, reflexo da forte elevação no número de correntistas e lançamentos de novos produtos.

O patrimônio líquido atingiu R$ 3,3 bilhões, variação de 51,1% na comparação anual, enquanto o Índice de Basileia chegou a 36,9%. Já o retorno sobre o patrimônio líquido médio foi de 1,6%, contra 2,6% do ano passado.

A receita líquida de serviços cresceu 128%, para R$ 140 milhões. Segundo o Inter, as receitas foram impulsionadas, principalmente, pelo shopping, em que as receitas confirmadas totalizaram R$ 18,7 milhões no trimestre.

As receitas totais somaram R$ 349 milhões, alta de 31,8% frente ao mesmo período do ano anterior.

Carrefour Brasil (CRFB3) conclui a compra de unidades do Makro

O Carrefour Brasil (CRFB3) anunciou nesta quinta-feira (3) que concluiu a compra ou locação de 4 lojas (sendo 3 próprias e 1 alugada) e 2 postos de combustíveis da rede Makro, negócio pelo qual pagou R$ 247,4 milhões.

As demais lojas e postos de gasolina da operação anunciada em fevereiro serão transferidas logo que forem concluídos processos em cartórios de registro de imóveis.

3º tri

O Carrefour Brasil teve lucro líquido ajustado de R$ 757 milhões de julho a setembro, alta de 73,1% ante o mesmo período de 2019, com forte crescimento de vendas e controle de custos, refletindo a resiliência do setor em um período marcado por incertezas ligadas à pandemia de Covid-19.

“O Grupo Carrefour Brasil apresentou…crescimento recorde de vendas e rentabilidade impressionante, e esta forte tendência continua desde então”, afirmou o presidente do grupo, Noël Prioux, em comunicado sobre o desempenho do terceiro trimestre. Além da bandeira Carrefour, o grupo possui a operação de atacarejo Atacadão.

Carrefour Brasil (CRFB3) conclui a compra de unidades do Makro

Logo do Carrefour em unidade do supermercado em São Paulo (SP)

Julho a setembro

De julho a setembro, o resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado ajustado cresceu 18,6%, para R$ 1,34 bilhão, enquanto a margem cedeu para 7,7% de 8,2% um ano antes, em razão de provisões excepcionais adicionadas no banco do grupo.

Na unidade Atacadão, o Ebitda ajustado atingiu R$ 984 milhões, alta de 51,4% ano a ano, com a margem subindo de 6,9% para 8%. A divisão de Varejo apurou alta de 62,1% no Ebitda ajustado, para R$ 410 milhões, com expansão da margem de 2,2 pontos percentuais, para 8%.

> ANP conclui leilão com 17 blocos exploratórios arrematados

O 2º Ciclo da Oferta Permanente realizado hoje (4) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) foi concluído com 17 blocos exploratórios e uma área com acumulações marginais arrematadas e previsão de investimentos mínimos de mais de R$ 160 milhões.

Nos blocos exploratórios nas bacias do Amazonas, de Campos, do Espírito Santo, Paraná, Potiguar e Tucano, que alcança uma área de 19.818,09 quilômetros quadrados, o total de bônus ofertado somou R$ 30,936 milhões, o que representou ágio médio de 55,11%, e a previsão do investimento mínimo na fase de exploração de R$ 157,2 milhões, somente na primeira fase do contrato de exploração.

Acumulações marginais

Na área com acumulações marginais de Juruá, localizada na bacia terrestre do Solimões, o valor do bônus ofertado ficou em R$ 25,760 milhões, correspondente a um ágio de 1.650% e previsão de investimento mínimo de R$ 3,600 milhões. A área abrange uma extensão de 331,80 quilômetros quadrados.

O leilão foi realizado no Hotel Sheraton, no Rio de Janeiro, com restrições de presença por causa da covid-19, e pôde ser acompanhado no canal da ANP no YouTube.

O diretor geral interino da ANP, Raphael Moura, disse que o resultado do certamente superou as expectativas. E destacou que foram feitas ofertas de novas empresas em áreas de terra. “Temos aí um novo cenário de on shore, que é intensivo de mão de obra e que gera empregos, interioriza as economias e leva para o interior dos estados o desenvolvimento”.

Ainda de acordo com o diretor da ANP, o leilão “aumenta a distribuição de royalties para municípios que têm em geral índice de desenvolvimento humano abaixo da média brasileira. Tivemos até novas fronteiras na bacia do Paraná. Um impulso para o mercado de gás”.

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Após falha com PIX, Itaú transfere R$ 1 milhão a usuários e processa bancos

Processo de PIX feito de forma indevida pelo Itaú, em novembro de 2020, tramita em segredo de Justiça e tem como alvo oito bancos.

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PIX

O Itaú registrou um processo contra oito bancos por conta de uma série de erros de sua autoria em transferências bancárias dos clientes, por meio do Pix. A ação solicita a devolução de R$ 966 mil, transferidos de modo duplicado. As instituições financeiras alvas do processo são o Banco do Brasil, Bradesco, Santander, Banco Inter, Banco Original, Nubank,  Sicredi e Bancoob. O processo segue em segredo de Justiça, tendo sido revelado pelo site Cointelegraph Brasil.

De acordo com a documentação, no final de novembro de 2020, ocorreu uma falha no sistema do Itaú que afetou o processamento de operação entre bancos. As inconsistências ocorreram especialmente em 26 de novembro, acarretando em valores em excesso para contas destinatárias. Segundo os autos do processo, o acumulado envolvido na falha é acima do valor mencionado.

De imediato, o Itaú conseguiu entrar em contato com alguns clientes para pedir o estorno das quantias. “Assim que constatou a falha, o Itaú entrou em contato imediatamente com alguns correntistas para que estes contatassem aos destinatários das transferências e resolvessem a devolução de forma imediata. Tanto que alguns valores foram recuperados. Em paralelo, também enviou e-mails aos bancos, onde relatou o ocorrido, especificou os valores e solicitou o imediato estorno”, alega a defesa do Itaú.

Na ação, o Itaú alega que as instituições financeiras favorecidas tiveram ciência do problema ainda quando as quantias estavam sob suas responsabilidades. Porém, ao invés de fazer a devolução, possibilitaram o depósito nas contas destinatárias. O banco também afirma que essa espécie de falha é comum no sistema bancário.

Entre os bancos sob cobrança, a maioria optou por não dar nenhum pronunciamento. No entanto, o Banco Original afirmou que os valores foram restituídos ao Itaú e que, inclusive, assinou um acordo de desistência do processo. O Banco do Brasil destacou nos autos a resolução do Banco Central de que “a devolução de um PIX deve ser iniciada pelo usuário recebedor, ou seja, não há previsão legal para que a devolução seja realizada pela Instituição Financeira na qual mantém a conta”.

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Caixa libera linhas de crédito sem consulta ao SPC e Serasa em 2021

Duas linhas de crédito são disponibilizadas pelo banco aos consumidores com nome sujo. Dívida pode ser quitada em até 4 anos.

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Empréstimo Caixa

Segundo uma pesquisa divulgada pela Serasa Experian, já são mais de 63 milhões de brasileiros negativados. Esse quantitativo totaliza quase 40% dos brasileiros adultos que possuem dificuldade em conseguir crédito no mercado financeiro, por conta da restrição no CPF.

Para ajudar com isso, a Caixa Econômica Federal disponibiliza duas linhas de crédito para negativados em 2021. Confira:

Empréstimo com garantia do FGTS

Esse crédito é na modalidade consignado, sendo disponibilizado para trabalhadores formais (carteira assinada). Em funcionamento desde setembro de 2018, a garantia desse empréstimo se dá pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) do solicitante.

A Caixa libera 10% do saldo na conta vinculada ao FGTS. Porém, 40% poderão ser adicionados por conta da multa rescisória em caso de demissão. Assim, é permitida a liberação de até 50% do valor do FGTS e sem consulta ao SPC e Serasa.

O empréstimo pode ser pago em até quatro anos (48 anos), sendo descontadas automaticamente da conta do trabalhador.

Penhor Caixa

Entre as linhas de crédito disponibilizadas, o Penhor Caixa é uma das que apresenta menor taxa do mercado e é livre de burocracia. Por meio dela, é possível sair com o dinheiro na hora e sem precisar de avalista ou análise do cadastro.

Mas para isso, os seus bens de valor (joias, metais preciosos etc.) ficam penhorados no cofre da Caixa. Porém, lhe é permitido renovar o contrato quantas vezes desejar.

Ainda, o bem lhe é entregue de volta assim que liquidar o contrato. Os limites liberados podem alcançar até 100% do valor de garantia, isso para aqueles que fazem jus ao crédito salário na instituição financeira.

Para saber mais sobre essas e mais opções de crédito disponíveis, basta acessar o site da Caixa (www.caixa.gov.br).

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Bancos

Banco do Brasil renegocia R$ 40 milhões em dívidas por WhatsApp

Foram cerca de 4,5 mil acordos feitos pelo banco, em pouco mais de quatro meses de funcionamento da solução tecnológica.

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Banco do Brasil

De acordo com o Banco do Brasil (BB), em cerca de quatro meses de atuação, a renegociação de dívidas via WhatsApp chegou a R$ 40 milhões de endividados. Uma função inédita no sistema financeiro brasileiro, o assistente virtual está em funcionamento desde agosto de 2020, sendo exclusivo para os clientes da instituição financeira.

A ferramenta utiliza inteligência artificial e isenta a necessidade de um atendente. Segundo o banco, aproximadamente 4,5 mil acordos de clientes pessoas físicas foram consolidados pela solução tecnológica. 

Com renegociações de até R$ 1 milhão e na média de quatro minutos para conclusão, a plataforma contempla clientes com pagamentos atrasados. Pessoas do sexo feminino, com faixa etária entre 18 e 29 anos, lideram o uso do recurso. 

Para fazer a comunicação com o BB pelo WhatsApp é necessário ter o dispositivo liberado para transações via rede social. Basta salvar o número (61) 4004-0001 e entrar em contato com o banco. As renegociações de dívidas devem ser feitas diretamente com o assistente virtual ou pelo envio da palavra #renegocie.

A própria plataforma de inteligência artificial localiza as ofertas de renegociação possíveis para cada usuário. Ao selecionar uma, o negócio é automaticamente fechado e o boleto enviado pelo WhatsApp. Também é possível solicitar uma conversa direto com o atendente. 

Além da renegociação, o sistema permite cancelar o acordo efetuado, emitir segunda via de boleto de renegociação e liquidar antecipadamente os acordos.

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