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Economia

CNH Social abre 20 mil vagas; Veja com tirar a habitação de graça

Programa oferece milhares de vagas para quem quer obter, alterar ou incluir categorias na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

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Essa é a chance de milhares de brasileiros de baixa renda terem acesso à sua primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O programa CNH Social abrirá 20 mil vagas para quem deseja obter sua primeira habilitação (A e B), ou quer alterar ou incluir novas categorias.

Veja também: FGTS e PIS/Pasep: Herdeiros podem sacar benefícios de parente falecido?

O documento será oferecido de forma totalmente gratuita pelo estado de Ceará para quem for aprovado. A iniciativa foi confirmada pelo governador Camilo Santana. “Nos próximos dias, vamos lançar o novo programa de carteira popular. Desta vez, eu vou dobrar: 20 mil carteiras populares serão autorizadas em breve aqui no Ceará”.

Para participar do programa, é necessário cumprir os seguintes requisitos, variando de acordo com a categoria de inscrição:

  • Ter idade igual ou superior a 18 anos;
  • Ter renda mensal de até dois salários mínimos;
  • Estar desempregado a mais de 12 meses;
  • Ser aluno da rede pública de ensino com rendimento exemplar;
  • Ser pessoa com deficiência;
  • Ser ex-presidiário;
  • Ser agricultor;
  • Não ter nenhum registro na carteira de trabalho;
  • Ser beneficiário do Bolsa Família;
  • Não ter nenhum registro de infração no trânsito;
  • Ser condutor profissional que precisa regularizar alguma situação com a Justiça.

Quais os documentos exigidos?

O edital para participar do CNH Social ainda não foi divulgado, mas a expectativa é que isso seja feito em breve. Após ler as regras, o interessado deverá se inscrever no processo seletivo e aguardar a aprovação.

Em seguida, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-CE) ficará responsável pela coleta dos documentos e demais etapas do processo de habilitação. Veja os documentos exigidos:

  • CPF (original e cópia);
  • Documento oficial com foto (original e cópia);
  • Comprovante de endereço atualizado (original e cópia).
  • Comprovante impresso da inscrição; e
  • Declaração da escola, CRAS, Secretaria de Segurança Pública ou atestado médico.

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Ações, Units e ETF's

Ibovespa fecha em alta de 2,28%, aos 108.714,55 pontos

Dow Jones +0,18%, aos 35.741,15; S&P 500 +0,47%, aos 4.566,48; Nasdaq +0,90%, aos 15.226,71; Dólar -1,27%, a R$ 5,5557

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O Ibovespa fechou a sessão desta segunda-feira (25) em alta de 2,28%, aos 108.714,55 pontos, e com volume financeiro marcando R$ 37,8 bilhões.

De acordo com o BTG Pactual, tentando se reerguer do tombo provocado pela confirmação do rompimento do teto de gastos, o Ibov contou com o exterior positivo e forte desempenho das ações de Petrobras.

Em Nova York, o Dow Jones subiu 0,18%, aos 35.741,15, e o S&P 500 avançou 0,47%, aos 4.566,48. Ambos renovaram recordes neste dia. A Nasdaq também fechou em alta, sendo 0,90%, aos 15.226,71 pontos, por conta dos balanços das ações de tecnologia.

Já o dólar encerrou em baixa de 1,27%, a R$ 5,5557, depois de oscilar entre R$ 5,5377 e R$ 5,6596.

Foto divulgação

Ibovespa: Ações

Das ações do dia, destaque para Petrobras que recebeu aditivo após rumores de privatização por parte do governo. O ativo PETR4 subiu 6,84% (R$ 29,04) e o PETR3 subiu 6,13% ( R$ 29,61).

Isso porque o ministério da Economia estuda a possibilidade de, por meio de um projeto de lei, abrir mão de ações ordinárias e ações preferenciais que a União tem na petroleira.

Assim, o volume de venda seria o necessário para que fizesse com que a União deixasse de ser a acionista majoritária da estatal.

Acontece que mesmo sem a maioria das ações, o governo manteria a prerrogativa de indicar o presidente da Petrobras e vetar operações das quais discorde.

Ibovespa: entre altas e baixas

Confira as 3 maiores altas do Ibovespa de hoje, segundo a Eleven Financial:
📈#PETR4 +6,84% (R$ 29,04)
📈#CVCB3 +6,14% (R$ 18,15)
📈#PETR3 +6,13% (R$ 29,61)

Confira as 3 maiores baixas do Ibovespa de hoje:
📉#SUZB3 -2,52% (R$ 51,47)
📉#YDUQ3 -1,32% (R$ 22,35)
📉#BRFS3 -1,27% (R$ 21,73)

Em relação aos juros, após os ajustes, o DI para janeiro de 2022 subiu a 8,308%; para janeiro de 2023 a 11,130% (10,866%); para janeiro de 2024 a 11,505% (11,325%); para janeiro de 20225 a 11,640% (11,507%); para janeiro de 22027 a 11,800% (11,814%); para janeiro de 2029 a 11,910% (11,993%) e para janeiro de 2031 a 11,990% (12,053%).

Commodities

Do lado das commodities, os preços dos contratos para janeiro do Brent, a referência global, terminaram o dia em alta de 0,62%, a US$ 85,17 por barril, na ICE, em Londres, enquanto os preços dos contratos para dezembro do WTI, a referência americana, ficaram estáveis, fechando com o mesmo valor da última sexta-feira (22), US$ 83,76 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex).

Quanto ao ouro, ao final da sessão, na Comex, o contrato futuro para dezembro subiu 0,6%, fechando a US$ 1.806,80 a onça-troy.

Coronavírus

Levantamento do consórcio de imprensa mostra que o Brasil registrou no domingo (24) 113 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 605.682 desde o início da pandemia.

Assim, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 337 — abaixo da marca de 400 pelo 13º dia seguido. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -23% e a aponta tendência de queda pelo quarto dia.

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Economia

Tempo médio para abertura de empresas no Brasil é três vezes menor do que em 2019

No início daquele ano, prazo médio era de cinco dias e nove horas e, atualmente, está em 47 horas.

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O tempo médio para a abertura de uma empresa no país é três vezes menor do que no início de 2019, ficando em menos de dois dias. Em 2019, o prazo médio era de cinco dias e nove horas e, atualmente, está em 47 horas. Os dados constam da plataforma Governo Digital, ligada ao Ministério da Economia.

Veja também: PEC vai oferecer linhas especiais de crédito para MEI e pequenas empresas

Segundo a plataforma, a redução deve-se a medidas de simplificação, à integração digital entre as 27 juntas comerciais e adesão à plataforma Gov.BR.

Os dados mostram que, atualmente, 23 das 27 juntas comerciais já usam a assinatura do Gov.BR para a formalização dos novos negócios. A medida, entre outros pontos, ajuda a reduzir tempo e custos, uma vez que não é mais necessário despender recursos com reconhecimento de firma ou com certificado digital para abrir ou alterar os registros de uma empresa.

Dados do boletim Mapa de Empresas, do Ministério da Economia, revelam que, no segundo quadrimestre deste ano, foram abertas no país 1.420.782 empresas, o que representa aumento de 1,9% em relação ao primeiro quadrimestre de 2021 e de 26,5% na comparação com o segundo quadrimestre de 2020. O boletim mostra ainda que 328 mil empresas foram abertas em setembro deste ano, já com a redução do tempo.

“O tempo médio de abertura de empresas no país apresentou gradativa redução nos últimos meses, reflexo dos avanços obtidos pelos órgãos federais, estaduais e municipais, objetivando um processo de abertura de empresas mais simples e ágil. Os recordes em registro de novas empresas reforçam, cada vez mais, a opção do brasileiro pelo empreendedorismo e criação de novos negócios”, diz o boletim.

Segundo o ministério, em três das 27 unidades federativas brasileiras, já se abre uma empresa em menos de 24 horas, em média: Goiás, Espírito Santo e Distrito Federal. Das três, Goiás apresentou o menor tempo de abertura de empresas no segundo quadrimestre deste ano: 1 dia e 2 horas, uma queda de 16 horas (38,1%) em relação ao primeiro quadrimestre de 2021.

No estado da Bahia, leva-se mais tempo para abrir uma empresa: 6 dias e 1 hora. Apesar de estar no fim da fila, a Bahia apresentou considerável redução de prazo e está com  2 dias e 17 horas, 31,0% a menos que no primeiro quadrimestre do ano.

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Economia

Auxílio-doença conta como tempo de contribuição na hora pedir a aposentadoria?

Saiba se o trabalhador afastado por conta de incapacidade temporária pode incluir esse período no tempo de contribuição.

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O trabalhador que está perto de cumprir seu tempo de contribuição precisa fazer as contas para ter certeza de qual é o momento certo de solicitar a aposentadoria. Uma dúvida muito comum nessas horas diz respeito ao período de afastamento concedido pelo auxílio-doença.

Leia mais: Quem é MEI pode se aposentar com mais de um salário mínimo? Entenda!

O benefício é pago quando o segurado tem algum algum problema de saúde ou acidente que o deixe temporariamente incapaz de exercer suas atividades laborais. Seu objetivo é substituir o salário durante esse período de incapacidade.

O que muitos não sabem é se o tempo afastado pelo auxílio-doença conta como tempo de contribuição à Previdência Social. E é essa dúvida que vamos tirar alguma.

Auxílio-doença entra cálculo da aposentadoria?

Sim, o tempo em que o trabalhador esteve afastado conta normalmente como período de contribuição. A decisão foi tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o que significa que todos os casos semelhantes levados à Justiça terão o mesmo entendimento.

Para que o auxílio-doença seja incluído no cálculo da aposentadoria, é necessário continuar contribuindo após o fim dos pagamentos, seja como empregado, contribuinte individual ou segurado facultativo.

Em geral, uma vez que precisa retornar ao emprego após se recuperar, o emprego já tem seu direito garantido. No caso de trabalhador autônomo ou desempregado, ele mesmo deve arcar com os custos do recolhimento.

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