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Agronegócio

Colheita do algodão no Ceará deverá bater recorde de produtividade

Expectativa do Estado é que a área plantada seja superior em mais de 3.234 hectares

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Um dos maiores produtores de algodão do Brasil, iniciou a retomada da plantação de algodão. Nos meses de agosto e setembro, os campos do Ceará ficam cheios. O Estado tem características naturais que fazem dele um grande produtor da pluma, principalmente quando alia técnica e tecnologia.

No anos 80, o Ceará chegou a plantar cerca de 1,2 milhão de hectares e foi considerado o maior produtor do Nordeste e o terceiro maior do Brasil. Devido a incidência do sol, o algodão do Ceará tem fibras longas. O algodoeiro cresce muito bem com a insolação, provando que o Estado tem condições de solo e clima muito aptas para a produção e colheita do algodão.

Segundo IBGE, em 2020, o Ceará plantou 2.919 hectares. Este ano, a expectativa do Estado é que supere a área plantada em mais de 3.234 hectares. “Hoje é um dia muito alegre, muito feliz de ver que o Ceará volta a produzir uma das suas grandes riquezas do passado. A economia do Ceará começou a se estruturar a partir exatamente da produção do algodão. E hoje, 30 anos depois, vejo inovação, novas tecnologias e empreendedores que acreditam no trabalho técnico e científico, é uma grande satisfação”, afirmou o secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), Maia Junior.

As parcerias da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet) com Embrapa, Centec, Ematerce e demais instituições ligadas ao setor também impulsionaram o aumento na produção no Estado. Na região da Chapada do Apodi, Iguatu, Missão Velha, Brejo Santo e Milagres há áreas de experimentos para o manejo do produto.

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Agronegócio

Frente Parlamentar é instalada na olivicultura do Rio Grande do Sul

A criação da Frente Parlamentar deve trazer uma força política importante para o desenvolvimento da olivicultura no Estado

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Na última semana, uma grande cerimônia aconteceu no Hotel Recanto Business Center, em Restinga Seca (RS), para realizar a instalação da Frente Parlamentar das Oliveiras, a fim de dar mais visibilidade à produção de azeitonas e ao azeite extravirgem produzidos no Rio Grande do Sul. Nos últimos anos, a olivicultura foi um dos setores que mais cresceu no estado.

Produtores, empresários, entidades, setor público e o Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), apoiam a iniciativa. O Deputado Estadual, Beto Fantinel (presidente da Frente Parlamentar), o Conselheiro Honorário da Fundação Antonio Meneghetti, Roberto Argenta, e o Presidente do Ibraoliva, Renato Fernandes, estão na linha de frente.

De acordo com o deputado Fantinel, “nosso objetivo é apoiar o setor por meio da instalação de grupos de trabalho que contemplarão incentivos fiscais, acesso ao crédito rural, suporte técnico, produção de mudas e extensionistas, para esclarecer e ampliar a diversificação no cultivo na matriz produtiva agrícola. Além de habilitar novos produtores, principalmente na agricultura familiar de pequeno e médio porte”.

A criação da Frente Parlamentar deve trazer uma força política importante para o desenvolvimento da olivicultura no estado, de acordo com Renato Fernandes, presidente do Ibraoliva.

Fernandes ainda ressalta que, “o que presenciamos aqui em Restinga Seca será um marco para a olivicultura gaúcha e brasileira. Essa força política aliada ao trabalho sério e dedicado dos olivicultores vai consolidar ainda mais um produto nacional, que já é destaque internacional, além de impulsionar todos os seguimentos que atuam na olivicultura, como o turismo, por exemplo”.

Nomes como Ernani Polo, que ocupa a vice-presidência, Gabriel Souza (MDB), presidente da Assembleia Legislativa, Patrícia Alba (MDB), Clair Kuhn (MDB), Carlos Burigo (MDB), Vilmar Zanchin (MDB), Dalciso de Oliveira (PSB), Ruy Irigaray (PSL), Gilberto Capoani (MDB), Giuseppe Riesgo (NOVO), e os secretários estaduais de Turismo e de Desenvolvimento Econômico, Ronaldo Santini (do PTB e deputado federal licenciado) e Edson Brum (MDB), também fazem parte da Frente Parlamentar.

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Agronegócio

De acordo com a Embrapa, alimentos orgânicos produzidos no Brasil estão abaixo da média internacional

Um dos problemas do setor é a falta de informações e estatísticas sobre o tema, além da baixa produção em relação aos outros países

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Os alimentos orgânicos produzidos no Brasil estão abaixo da média internacional, segundo mostram os dados apresentados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Foram selecionados 14 países para a pesquisa, sendo eles Quênia, Tanzânia, Gana, Ruanda, China, Índia, Itália, Espanha, Dinamarca, Brasil, México, Chile, Estados Unidos e Austrália.

Os Estados Unidos movimentaram cerca de 44,7 milhões de euros em 2019, sendo o país que mais contribui para o cenário internacional. O Brasil teve um número 30% superior ao movimentado no ano anterior, totalizando R$ 5,8 bilhões em 2020. Já os países europeus, comercializaram 41,4 milhões de euros.

De acordo com Lucimar Santiago de Abreu, líder da pesquisa da Embrapa Meio Ambiente, “a agricultura orgânica se encontra em grande estágio de desenvolvimento, contando com 72,9 milhões de hectares de área cultivada, tendo alcançado em 2019 um mercado de 106,4 bilhões de euros, sendo os maiores níveis já registrados”.

No Brasil, um dos problemas do setor é a falta de informações e estatísticas sobre o tema, além da baixa produção em relação aos outros países. A área agricultável ocupada por plantação orgânica é de apenas 0,5%, sendo 1,7 milhão de terras destinadas à apicultura e extrativismo, dedicadas à produção de açaí, castanhas, palmito, plantas aromáticas e medicinais.

Além disso, de acordo com pesquisadores, a produção de açúcar orgânico é destaque no Brasil. Cerca de 60% do mercado é voltado para o exterior, exportando para 64 países.

Outro ramo em que o país se destaca é na área de colmeias orgânicas, sendo o maior produtor do item, com cerca de 900 mil unidades exportadas. Já na pecuária, em 2012, 13,8 mil cabeças e gado foram abatidas, além de 6,8 milhões de litros de leite, 720 mil dúzias de ovos e 550 mil cabeças de frango.

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Commodities

Eneva (ENEV3) assina acordo com GVA para operar Tepor

Companhia de energia responderá pela operação do Terminal Portuário de Macaé

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Crédito: Eneva

Nova iniciativa que se insere no plano de diversificação de operações no restante do país, a Eneva (ENEV3) anunciou, nessa terça-feira (28), a assinatura de acordo de exclusividade com o Grupo Vale Azul Participações (GVA), para a formação da joint venture responsável pelo desenvolvimento e operação do projeto do Terminal Portuário de Macaé (Tepor), no Rio de Janeiro.

Eneva é majoritária – Caso o acordo se confirme – condicionado a estudos técnicos e de viabilidade financeira – a joint venture contará com uma participação de 65% da Eneva, como acionista controlador, ficando os 35% restantes com a GVA. Outra repercussão relevante do acordo é que ele garante a Eneva direitos para analisar e negociar, de forma exclusiva, a entrada do projeto até dezembro de 2022.

Projeto diversificado – O projeto integrado de gás natural inclui também, um terminal de granel líquido, um terminal de apoio marítimo, outro de gás natural liquefeito (GNL) – com capacidade para movimentar diariamente 21 milhões de metros cúbicos por dia – e mais um terminal para manuseio de operações de petróleo bruto.

UPGN na fila – Mais à frente, mas fora da transação, será a vez da construção de uma unidade de processamento de gás natural (UPGN), conforme licença ambiental prévia obtida para o empreendimento de infraestrutura e logística.

Marco de entrada – Além disso, o novo empreendimento constitui o marco de entrada da Eneva nesse mercado da região Sudeste, uma vez que a companhia só desenvolvia projetos de geração de energia elétrica integrada à produção de gás natural (gas-to-wire) no Norte e Nordeste.

Diversificação geográfica – De acordo com a Eneva, o projeto desenvolvido em Macaé faz parte da estratégia de diversificar geograficamente as operações, o que inclui o desenvolvimento de um hub de gás no Sudeste, junto a térmicas, infraestruturas associadas, sem contar o suprimento de GNL, por meio do terminal de regaseificação.

Potencial do Tepor – A companhia de energia destaca, ainda, o grande potencial do Tepor, no sentido de acessar gás produzido no país, pois se situa próximo ao Terminal de Cabiúnas e à chegada na costa do gasoduto Rota 2, pelo qual é levado o gás natural do pré-sal da Bacia de Santos à costa.

Distribuição de GNL – “Adicionalmente, se concretizada, a transação dará a Eneva a opção de desenvolvimento de outros negócios no Tepor, como a distribuição de GNL em pequena escala, transbordo de óleo, líquidos e outras cargas”, acrescentou, em nota, a companhia.

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