Conecte-se conosco

Agronegócio

Tudo que você precisa saber sobre o cultivo da rosa do deserto

Quer saber como cultivar a rosa do deserto? Confira aqui todos as particularidades e cuidados necessários durante o cultivo dessa planta.

Publicado

em

O que você precisa saber sobre o Cultivo da Rosa do Deserto.

Com origem em regiões desérticas e semidesérticas da África e oriente médio, a rosa do deserto vem chamando a atenção pelas suas lindas flores e facilidade de cultivo. Por ter origem em regiões com clima mais seco, a rosa do deserto tem suas peculiaridades e precisa de atenção em alguns pontos.

Pensando nisso, separamos tudo o que você precisa saber sobre o Cultivo da rosa do deserto.

Fator importante sobre as rosas do deserto

Como toda planta, nada em excesso faz bem e não é diferente para a rosa do deserto, a deslumbrante rosa que é tão atraente às pessoas, necessitas de regas constantes o suficiente para manter seu substrato úmido, porém sem encharcá-lo, somente o necessário para vida longa da sua plantinha.

Entretanto, em relação ao sol, a majestosa rosa desértica, necessita do máximo de exposição solar possível, logo se você tem aquela janela que toma o sol o dia todo, a sua rosa vai adorar ficar nesse local, aproveitando toda essa claridade fornecida pelo sol. Pois, lembre-se que quanto maior a exposição solar maior a necessidade de regar sua planta.

O que você precisa saber sobre o Cultivo da Rosa do Deserto.

O que você precisa saber sobre o Cultivo da Rosa do Deserto. Foto: Pexels

Para o preparo do Local

Primeiramente, separe um vaso que tenha uma elevada capacidade de drenagem para evitar encharcamentos. Sendo assim, no fundo do vaso, cubra com alguns centímetros de brita, argila expandida ou cacos de cerâmica. Separando essa camada, deve-se utilizar uma manta acrílica que será coberta por uma mistura de terra e areia. Tudo pronto, hora de assentar a planta no vaso, afofar um pouco a terra e regá-la até sair um pouco pelo fundo do vaso.

Por fim, atenção futura não é necessária, visto que é uma planta mais rustica e que não suporta lugares frios. Não são necessários podas de formação ou brotação para manter sua rosa bonita durante todo ano, caso seja amante de bonsais, pode utilizar arames para ancorar e fazer o tutoramento da sua planta para tomar a forma desejada.

Então, agora você já sabe o que você precisa saber sobre o Cultivo da Rosa do Deserto, que tal começar a cultivar as suas?

Publicidade
Comentários

Ações, Units e ETF's

BTG coloca no mercado seu 1º fundo de índice de ações de commodities do país

Atualmente, as commodities representam 65% das exportações brasileiras

Publicado

em

O BTG colocou no mercado seu primeiro fundo de índice de ações de commodities do país. Trata-se do ETF BTG Pactual Teva Ações Commodities Brasil Fundo de Índice (CMDB11), que replica o índice Teva Ações Commodities Brasil, negociado em bolsa.

O movimento se dá em parceria com a Teva Indices, e o ETF reúne 29 empresas brasileiras de commodities responsáveis por 97% das exportações do setor.

Segundo o BTG, o ETF é composto por empresas que atuam em mineração e metalurgia, alimentos de carnes e derivados, papel e celulose, açúcar e álcool, extração de petróleo e produção agrícola.

Sócio e head de renda variável da BTG Pactual Asset Management, Will Landers disse que o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de commodities no mundo, que segue com tendência de alta puxada pela recuperação da demanda internacional.

Ele ressaltou que o ETF CMDB11 nasce como ótima alternativa doméstica para diversificar os investimentos, apostando em um setor atrelado à economia global, com receita dolarizada.

Colheita de soja

BTG – Commodities

De acordo com o BTG, entre julho de 2016 e outubro de 2021 o índice acumulou uma performance de 254,4% ante 98,2% do Ibovespa no mesmo período. Atualmente, as commodities representam 65% das exportações brasileiras. No mercado global, o Brasil representa 50% do comércio mundial de soja, 13,4% da produção global de carnes e 4% da produção de petróleo.

Continue lendo

Agronegócio

Efeito ‘Ômicron’: Santander indica companhias do agro com características defensivas à nova cepa

Minerva, Ambev e JBS são alguns dos exemplos apresentados que fecharam em alta apesar da ameaça mundial

Publicado

em

Na última sexta-feira, 26, a Organização Mundial da Saúde (OMS), classificou como ‘preocupante’ a nova variante do coronavírus, denominada “ômicron”. A cepa foi originalmente descoberta na África do Sul e é considerada de preocupação, pois tem cerca de 50 mutações. Apesar do avanço da vacinação no mundo, o surgimento de novas variantes do coronavírus ainda representa ameaça.

Além disso, a variante balançou os mercados globais. Segundo o Santander, a Minerva é uma companhia agro com características defensivas. O analista Rodrigo Almeida explica que, “a escassez global do setor deve continuar a impulsionar os seus resultados“.

Levando em consideração a cotação de fechamento de R$ 8,70 na última sexta-feira (26), o analista estimou que a ação da Minerva teve um desconto de 30%, e o dividend yield neste ano projetou 9%.

Nesta semana, as ações ordinárias da Minerva registraram alta de 1,15%, e o preço da transação foi de R$ 8,80. Ao mesmo tempo, o Ibovespa, com 103.273,54 pontos, subiu para 1,03%.

O Santander também aposta também na Ambev como referência no agronegócio brasileiro. O banco acredita que a cervejaria em breve recuperará participação de mercado, destacando a estratégia e execução operacional da empresa.

Sem indicar preço-alvo, o analista acredita que a companhia, que opera na proteína animal e possui um portfólio geograficamente diversificado, possa gerar estabilidade nas suas margens. “Se trata de um fluxo de caixa livre sólido, fortes dividendos e recompra de ações”, afirma.

De acordo com o Banco Santander, embora as margens de lucro da BRF possam melhorar em 2022, apesar da incerteza na alocação de capital, o potencial de alta da Marfrig está limitado às suas ações, devido à queda nas margens de lucro e os altos múltiplos, além de não especificaram um preço-alvo.

Continue lendo

Agronegócio

Mapfre registra R$ 300 milhões em prêmios com seguro agrícola

A seguradora espera repetir esse número em 2022 com milho, trigo e café

Publicado

em

Reforma tributária do agronegócio prevê imposto de 25%

Devido à quebra da segunda safra de milho, e pelo aumento do risco com a elevação das cotações ao longo do ano, a seguradora espanhola Mapfre registrou R$ 300 milhões em prêmios com seguro agrícola entre os meses de janeiro a outubro. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o resultado apurado registrou aumento de 100%.

Mesmo sendo a cultura mais abrangente do agronegócio brasileiro, a soja não sofreu queda de safra, registrando participação de 45% do total. Já no aumento da carteira contra sinistros de safra da Mapfre, os cereais e culturas menos representativas registraram 40%.

De acordo com as projeções da superintendente de Seguros Agrícolas, Catia Rucco Rivelles, o milho, café e trigo deverão registrar um salto quantitativo no market share em 2022.

Além disso, em relação a 2021, as perspectivas regionais do negócio da Mapfre junto aos produtores registraram grandes contratações de apólices contra intempéries. O Paraná foi o primeiro colocado, seguido pelo Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

Continue lendo

MAIS ACESSADAS