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Como um dos negócios familiares mais lucrativos do mundo chegou ao fim

Entenda como uma das maiores fortunas do mundo será vendida e qual deve ser o futuro da família que era detentora do negócio.

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Os Viessmann são uma família bilionária que construiu um império industrial partindo de uma pequena oficina localizada no estado alemão da Baviera. Eles são donos da empresa homônima, que fabrica sistemas de resfriamento e aquecimento para residências e indústrias.

A fortuna começou a ser construída há 106 anos, em 1917, quando Johann Viessmann montou sua própria oficina após ter trabalhado como ferreiro e operário. No entanto, o que deu realmente início a todo o sucesso da empresa aconteceu cerca de dez anos depois.

Tudo surgiu quando um jardineiro pediu um método mais eficiente para aquecer as plantas mais delicadas da estufa, fazendo com que Johann criasse e patenteasse uma cadeira de aço, que foi o principal impulso nos negócios da família por muitos anos.

Agora, a família bilionária está vendendo uma das empresas que são basicamente o pilar da maior economia da Europa, buscando reformular toda a fortuna acumulada em mais de um século de história empreendedora.

Viessmann vende seu negócio

Nesta primeira semana de maio, a Carrier Global (CARR) concordou em comprar a unidade de aquecimento e resfriamento da empresa familiar dos Viessmann por meio de um acordo em dinheiro e ações.

Essa venda deixará a família mais que o dobro mais rica do que era um ano atrás, conforme informa o índice feito pela Bloomberg Billionaires Index, chegando a US$ 14 bilhões. No entanto, a família não deve deixar o mercado por conta dessa venda.

Isso porque os Viessmann já entenderam uma maneira de diversificar sua riqueza depois de uma grande liquidez, que é o padrão das famílias mais ricas do mundo, normalmente feito através de empresas externas.

No ano de 2020, eles estabeleceram uma holding familiar que administra uma unidade imobiliária e uma divisão de capital de risco, além de supervisionar a fundação do clã, que muito recentemente doou dinheiro para colaborar com as famílias abaladas pela guerra na Ucrânia.

Além disso, caso a transação com a Carrier seja concluída, a família receberá aproximadamente o equivalente a US$ 10,5 bilhões – antes das taxas fiscais – bem como uma participação de cerca de US$ 2,7 bilhões na empresa compradora, de capital aberto, que os tornaria os maiores acionistas.

De acordo com previsões, o negócio deve ser concretizado até o final deste ano, mesmo que os reguladores alemães ainda estejam verificando os termos para garantir os empregos de tecnologia verde.

Amante de filmes e séries e tudo o que envolve o cinema. Uma curiosa ativa nas redes, sempre ligada nas informações acerca da web.

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