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Moedas

Conta em moeda estrangeira: conheça bancos que já oferecem a opção no Brasil

Conta corrente em moedas estrangeiras já são disponibilizadas pelo banco BS2 e pela fintech C6 Bank.

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Corretora B&T disponibiliza compra de moedas em até 36 x no cartão

Com a nova lei cambial aprovada na Câmara dos Deputados, o Banco Central (BC) e os parlamentares discutem avanços no que diz respeito às transações internacionais do Brasil. Entre as principais discussões estão as contas em moedas estrangeiras, como dólar e euro.

Atualmente, manter esse tipo de conta corrente no Brasil é permitido apenas para um grupo restrito de instituições financeiras, que inclui casas de câmbio, bancos, emissoras de cartão, embaixadas e algumas outras atividades especializadas. Contudo, alguns bancos já oferecem a opção. Confira as condições.

Desde o fim de 2019, o BS2 disponibiliza aos seus clientes a opção de conta em dólar para pessoas físicas e jurídicas no Brasil. Os correntistas têm um cartão de débito internacional que pode ser utilizados em comércios de outros países, além de compras on-line.

Em caso de pagamento em dólar, não há nova conversão, já que o saldo da conta está na moeda estrangeira. No entanto, se você efetuar uma compra em euro ou peso argentino, por exemplo, será feita a conversão do dólar para a moeda da compra, considerando a cotação do momento.

O depósito, por sua vez, deve ser feito em reais na conta digital do banco e convertido para dólar baseado na taxa de câmbio do dia. A abertura da conta é gratuita e não há taxa de manutenção.

O banco digital C6 também oferece a opção de conta corrente em dólar e euro. Os correntistas da instituição financeira podem solicitar a modalidade internacional, que vem acompanhada de um cartão de débito Mastercard. Os saques podem ser feitos em qualquer caixa eletrônico da rede Cirrus. Entretanto, vale ressaltar que cada operação de saque custa US$ 5 para conta em dólar e € 5 considerando a opção em euro.

Os depósitos também devem ser feitos em reais na conta normal e convertido para modalidade internacional, através do aplicativo.

Para abrir a conta, o usuário deve pagar US$ 30 (R$ 161), que já inclui a emissão do cartão. Os usuários são isentos de tarifas para manutenção da conta.

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Economia

Lucro da Bunge (BG) derrete 29,8% (US$ 362 mi) no 2T21 por conta da pandemia

Melhores performances foram observadas nos mercados da América do Norte e da Argentina

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Crédito: Bunge

Um dos maiores conglomerados do setor de agronegócio no planeta, o grupo Bunge (BG, na Bolsa de Nova Iorque – NYSE) anunciou, nessa quarta-feira (28) um lucro líquido de US$ 362 milhões no 2T21, que representa queda de 29,8%, ante igual período do ano anterior (2T20).

Nesse mesmo comparativo, a receita da BG subiu 41,3%, para US$ 12,961 bilhões.

Segundo a companhia, os números divulgados refletem dificuldades enfrentadas nas cadeias de suprimentos, tendo em vista as restrições determinadas pela pandemia.

Agronegócio avança – O setor de agronegócio da Bunge apresentou incremento de volume de 3,3%, o correspondente a 39,533 milhões de toneladas. Dentro dessa estratégia, os melhores resultados globais foram mais expressivos na América do Norte e na Argentina, o que compensou o desempenho menos relevante da Europa e, em maior medida, no Brasil.

Nesse sentido, em alguns segmentos-chave, como o de óleos refinados e especiais, os volumes recuaram 1,74%, correspondendo a um volume de 2,246 milhões de toneladas métricas, com destaque parar a maior margem e recorde de utilização de capacidade da América do Norte.

Volumes em expansão – Na área de moagem, os volumes registraram expansão de 19,5% ou 1,508 milhões de toneladas, com maiores volumes, menores custos e boa execução da cadeia de suprimentos na América do Sul. Já o segmento de açúcar e bioenergia apresentou crescimento de 5,4% de volume, para 97 mil toneladas, como reflexo de maior volume de etanol. A empresa estabeleceu sua projeção de lucro por ação (EPS, na sigla em inglês) para US$ 8,50.

 

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Ações, Units e ETF's

BC: transações correntes (US$ 2,8 bi) têm melhor superávit da série

Se considerados 12 meses corridos, déficit apresenta estabilidade

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Crédito: site Appinveste

Melhor resultado para o mês – desde o início da série histórica, em 1995 – as transações correntes apresentaram superávit de US$ 2,8 bilhões em junho passado, abaixo do superávit de US$ 3,1 bilhões verificado em igual mês de 2020. Essas informações constam das “Estatísticas do setor externo”, divulgadas nessa terça-feira (27) pelo Banco Central (BC).

Ao mesmo tempo, se considerados os últimos 12 meses, encerrados em junho deste ano, apurou-se déficit de US$ 19,6 bilhões das transações correntes, quase idêntico ao déficit, pelo mesmo comparativo, de US$ 19,4 bilhões, referente a junho de 2020. Em ambos os casos, o resultado corresponde a 1,27% do PIB.

Já no comparativo interanual, informou a autoridade monetária, o superávit comercial alçou o patamar de US$ 1,4 bilhão, ao passo que as despesas líquidas de renda primária somaram US$ 1,1 bilhão, enquanto o déficit na conta de serviços chegou a US$ 0,6 bilhão.

IDP despenca – Quanto aos investimentos diretos no país (IDP), os ingressos líquidos atingiram US$ 174 milhões no mês passado, bem abaixo dos US$ 5,2 bilhões registrados em junho de 2020. Ao mesmo tempo, os ingressos líquidos com participação de capital e saídas líquidas somaram, em junho de 2021, US$ 2,5 bilhões, para US$ 2,3 bilhões em operações ‘intercompanhia’.

Nos últimos 12 meses, encerrados no mês passado, o IDP chegou a US$ 46,6 bilhões (3,02% do PIB), aquém dos US$ 51,6 bilhões (3,38% do PIB), em maio deste ano, e bem abaixo dos U$ 65,8 bilhões (3,98% do PIB), relativo a junho de 2020.

No que se refere aos investimentos em carteira no mercado doméstico, o IDP somou US$ 5,1 bilhões em junho de 2021, com ingressos líquidos de US$2,6 bilhões tanto em ações e fundos de investimento quanto em títulos de dívida. Os ingressos líquidos de investimentos em carteira no mercado doméstico totalizaram US$ 44,6 bilhões nos doze meses finalizados em junho de 2021.

Reservas recuam quase US$ 1 bi – Com relação às reservas internacionais, o estudo estatístico apontou que estas alcançaram US$ 352,5 bilhões, em junho último, o que implicou redução de US$ 962 milhões, ante a maio de 2021. Tal desempenho, continua a autarquia, decorre de retornos líquidos de US$ 870 milhões, em linha com a recompra e variações negativas US$ 1,9 bilhão e de US$580 milhões em paridades e preços, respectivamente. A receita de juros, por sua vez, atingiu US$423 milhões.

Conforme informações do Projeções Broadcast, os dados refletem as sequelas econômicas impostas pelo coronavírus, com destaque para a redução de importações, por conta da pandemia.

Demanda por commodities – Em contraponto, o estudo realizado pela empresa de mídia admite que o país “tem se aproveitado da maior demanda global por commodities”, acrescentando que, o resultado de junho ficou abaixo do intervalo estabelecido pelo Projeções, de um superávit entre US$ 2,8 bilhões a US$ 7 bilhões – com mediana positiva de US$ 5,150 bilhões.

Balança sobe – Notícia boa dada pelo BC é que a balança comercial de bens acusou superávit de US$ 7,3 bilhões em junho de 2021, acima dos US$ 5,9 bilhões, em igual período do ano passado.   As exportações de bens, por seu turno, totalizaram US$ 29,1 bilhões em junho último, o que corresponde a um aumento de 65,4%, se confrontado com junho de 2020. Em igual comparativo, as importações avançaram 86,1%, contabilizando US$ 21,8 bilhões.

Se considerado o Repetro (regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens que se destina às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e gás natural), houve movimento distinto apresentaram as exportações de US$ 791 milhões (US$ 37 milhões em junho de 2020), frente às importações de US$ 2,5 bilhões (US$221 milhões em junho de 2020).

Na conta de serviços, a autoridade monetária observou déficit de US$ 1,6 bilhão no mês passado, traduzindo aumento de 55,1%, ante o déficit de US$ 1 bilhão em junho de 2020. Já as viagens internacionais acusaram despesas líquidas de US$ 221 milhões no mês ante US$ 72 milhões em junho de 2020.

 

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Moedas

Real salta de 116º para 12º moeda em ranking das que mais se fortalecem

Gannhando fôlego

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Dinheiro - Real

O Real saltou da 116º posição para 12º colocação como moeda em ranking das que mais se fortalecem, conforme agência brasileira de classificação de risco Austin Rating.

O feito por si só já chama a atenção, principalmente porque o real passou quase 2020 inteiro no topo da lista das piores moedas do mundo.

Porém, conseguiu dar uma guinada e inverteu, nos últimos meses, sua tendência de perda de valor frente ao dólar.

Assim, conforme a Austin Rating, o real é atualmente a 12ª moeda, em uma lista de 120 países, que mais se valorizou desde o começo de 2021 até aqui, com uma alta acumulada de 3,2% frente ao dólar.

A empresa elencou que, no cálculo invertido que é padrão no Brasil, o dólar caiu 3,1% frente ao real desde o começo do ano.

Real

Outras moedas foram lá embaixo, assim como o real, e agora estão se fortalecendo. É o caso, por exemplo, do rublo, da Rússia, que caiu 16,5% frente ao dólar em 2020 e, neste ano, já acumula um ganho de 2,8%, na 16ª posição entre as moedas que mais estão se valorizando em 2021. O rand sul-africano é o sexto da lista e sobe 3,4% (veja a lista completa ao fim).

Segundo a Austin Rating, trata-se de um quadro bastante diferente do ano passado, quando o real encerrou o ano tendo sido a sexta moeda que mais perdeu valor no mundo, com uma depreciação de 22,4% em relação ao dólar, também de acordo com a Austin. No ano passado, a lista contou com 121 países.

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