Saúde
Cuscuz: amigo ou vilão na dieta? Nutricionista desvenda o mistério
Especialista conta como aproveitar esse prato delicioso sem comprometer seus objetivos de emagrecimento.
Uma mistura de farinha de milho com diversos ingredientes, como ovos, carne seca, tomate, azeitona, coco, banana e manteiga, o cuscuz se tornou parte integrante da mesa brasileira. Contudo, surge uma indagação frequente: ele pode ser um aliado na busca pelo emagrecimento?
O cuscuz na dieta para emagrecer
Segundo a nutricionista Leticia Carbinatti, do Instituto Nutrindo Ideais, o cuscuz pode, sim, fazer parte de uma dieta para emagrecer, mas com moderação. Por ser livre de glúten, ele surge como uma alternativa interessante para substituir pães e bolos. No entanto, é crucial manter o controle da quantidade, uma vez que o milho, base do cuscuz, apresenta alto teor de carboidratos de rápida digestão.
A especialista explica que o cuscuz pode ser utilizado de forma estratégica como fonte de energia, mas não deve ser a única fonte nutricional. É fundamental combiná-lo com alimentos ricos em proteínas, como ovos, peixes, frango, carne, hummus e tofu, para garantir a ingestão adequada de vitaminas, minerais e proteínas.
Quantidade recomendada e estratégias alimentares
Para quem visa emagrecer seguindo uma dieta de 1500 kcal, a recomendação é consumir o cuscuz até duas vezes por semana. Uma porção de 30g (hidratada), combinada com uma fonte proteica, como ovos e sementes de chia ou girassol, pode ser uma opção equilibrada.
A nutricionista alerta também para a importância de considerar o peso do cuscuz em diferentes estados.
Em 50g de cuscuz desidratado, há 38g de carboidrato, 4g de proteína, 2g de fibra, 0,5g de gordura e 170 kcal. Quando hidratado, seu peso sobe para 150g, pois absorve água, o que diminui a quantidade de carboidrato por porção. “É preciso verificar a que se refere a tabela nutricional”, orienta.
Melhor momento para consumir cuscuz
Quando questionada sobre o melhor momento para incluir o cuscuz na dieta, Carbinatti ressalta a importância do equilíbrio. O café da manhã, por exemplo, não é a escolha ideal devido ao alto índice glicêmico do cuscuz, que pode resultar em picos de insulina e ganho de peso.
Recomenda-se consumi-lo como acompanhamento do almoço, substituindo o arroz ou o macarrão, ou como lanche da tarde, combinado com frango desfiado.
Carbinatti destaca ainda que o cuscuz é uma fonte de carboidrato de rápida absorção, o que é benéfico como fonte de energia pré-treino em períodos curtos, cerca de 40 minutos antes da atividade física.

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