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Investimentos

Em novo projeto, Santander libera crédito para a compra de motos elétricas

Objetivo da linha de crédito faz parte da estratégia do banco em promover uma maior sustentabilidade no trânsito.

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O Santander Brasil deu início a um projeto-piloto com a fabricante nacional de scooter elétrica do país para o mercado corporativo, a Riba. A iniciativa busca promover o financiamento de motos elétricas no país.

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Para começar, o banco financiou a compra dos primeiros 36 veículos, que serão utilizados por entregadores da maior rede pizzarias do mundo a Domino’s, outra empresa parceira da empreitada. Trabalhadores da rede de delivery da franquia em São Paulo serão os primeiros a ter acesso às motos.

Sustentabilidade no trânsito

O objetivo da linha de crédito destinada para a compra dos transportes faz parte da estratégia do banco em promover uma maior sustentabilidade do trânsito.

Para se ter uma ideia, dos 33 milhões de motociclistas no Brasil, quase 1 milhão trabalham como entregadores de aplicativo. Os dados são do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

“As motos elétricas já são um meio de transporte extremamente importante em diversas cidades brasileiras, e vê-las sendo utilizadas num segmento tão relevante como o de delivery é um grande passo para o atingimento de metas de redução de CO2”, declarou Carolina Learth, head de Sustentabilidade do Santander Brasil.

Durante um ano, os 36 motoboys inseridos no projeto realizarão entregas pelo aplicativo da Domino’s, chamado de Domlivery. A medida visa uma atuação mais sustentável pela rede de franquias, que estima deixar de lançar 103,7 toneladas de gás carbônico na atmosfera.

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Ações, Units e ETF's

Ibovespa fecha em alta de 2,28%, aos 108.714,55 pontos

Dow Jones +0,18%, aos 35.741,15; S&P 500 +0,47%, aos 4.566,48; Nasdaq +0,90%, aos 15.226,71; Dólar -1,27%, a R$ 5,5557

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O Ibovespa fechou a sessão desta segunda-feira (25) em alta de 2,28%, aos 108.714,55 pontos, e com volume financeiro marcando R$ 37,8 bilhões.

De acordo com o BTG Pactual, tentando se reerguer do tombo provocado pela confirmação do rompimento do teto de gastos, o Ibov contou com o exterior positivo e forte desempenho das ações de Petrobras.

Em Nova York, o Dow Jones subiu 0,18%, aos 35.741,15, e o S&P 500 avançou 0,47%, aos 4.566,48. Ambos renovaram recordes neste dia. A Nasdaq também fechou em alta, sendo 0,90%, aos 15.226,71 pontos, por conta dos balanços das ações de tecnologia.

Já o dólar encerrou em baixa de 1,27%, a R$ 5,5557, depois de oscilar entre R$ 5,5377 e R$ 5,6596.

Foto divulgação

Ibovespa: Ações

Das ações do dia, destaque para Petrobras que recebeu aditivo após rumores de privatização por parte do governo. O ativo PETR4 subiu 6,84% (R$ 29,04) e o PETR3 subiu 6,13% ( R$ 29,61).

Isso porque o ministério da Economia estuda a possibilidade de, por meio de um projeto de lei, abrir mão de ações ordinárias e ações preferenciais que a União tem na petroleira.

Assim, o volume de venda seria o necessário para que fizesse com que a União deixasse de ser a acionista majoritária da estatal.

Acontece que mesmo sem a maioria das ações, o governo manteria a prerrogativa de indicar o presidente da Petrobras e vetar operações das quais discorde.

Ibovespa: entre altas e baixas

Confira as 3 maiores altas do Ibovespa de hoje, segundo a Eleven Financial:
📈#PETR4 +6,84% (R$ 29,04)
📈#CVCB3 +6,14% (R$ 18,15)
📈#PETR3 +6,13% (R$ 29,61)

Confira as 3 maiores baixas do Ibovespa de hoje:
📉#SUZB3 -2,52% (R$ 51,47)
📉#YDUQ3 -1,32% (R$ 22,35)
📉#BRFS3 -1,27% (R$ 21,73)

Em relação aos juros, após os ajustes, o DI para janeiro de 2022 subiu a 8,308%; para janeiro de 2023 a 11,130% (10,866%); para janeiro de 2024 a 11,505% (11,325%); para janeiro de 20225 a 11,640% (11,507%); para janeiro de 22027 a 11,800% (11,814%); para janeiro de 2029 a 11,910% (11,993%) e para janeiro de 2031 a 11,990% (12,053%).

Commodities

Do lado das commodities, os preços dos contratos para janeiro do Brent, a referência global, terminaram o dia em alta de 0,62%, a US$ 85,17 por barril, na ICE, em Londres, enquanto os preços dos contratos para dezembro do WTI, a referência americana, ficaram estáveis, fechando com o mesmo valor da última sexta-feira (22), US$ 83,76 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex).

Quanto ao ouro, ao final da sessão, na Comex, o contrato futuro para dezembro subiu 0,6%, fechando a US$ 1.806,80 a onça-troy.

Coronavírus

Levantamento do consórcio de imprensa mostra que o Brasil registrou no domingo (24) 113 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 605.682 desde o início da pandemia.

Assim, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 337 — abaixo da marca de 400 pelo 13º dia seguido. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -23% e a aponta tendência de queda pelo quarto dia.

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Agronegócio

Exportação de soja do Brasil já ultrapassa 2,73 milhões de toneladas em outubro

Volume supera o registrado no mesmo período do ano passado

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A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) informou que o volume das exportações brasileiras de soja ultrapassaram o registrado no mesmo período do ano passado. No acumulado deste mês até a quarta semana, foram 2,73 milhões de toneladas, volume que já supera em 12,8% o total de grãos da oleaginosa enviado ao exterior em outubro de 2020.

A média diária de embarques chega a 182,28 mil toneladas. No ano passado, essa média era de 121,11 mil toneladas.

Ao mesmo tempo, o ritmo de plantio de soja também supera as médias. Até o fim da última semana, a área ocupada pela oleaginosa na safra 2021/22 do Brasil estava 38% plantada, segundo um levantamento da AgRural. O índice é o segundo mais alto para esta época do ano, atrás apenas da safra 2018/19.

Na ocasião, os produtores aproveitaram os momentos de tempo aberto para acelerar o plantio. Em Mato Grosso e no Paraná, os agricultores já se aproximam do fim das plantações.

 

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Agronegócio

282 milhões de hectares compõem área preservada do meio rural

Levantamento foi feito pela Embrapa Territorial, com base nos dados do Censo Agropecuário e do Sistema Nacional do Cadastro Ambiental Rural (SiCAR)

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As áreas dedicadas à preservação da vegetação nativa pelo mundo rural somam 282,8 milhões de hectares. O resultado foi anunciado por meio de um levantamento feito pela Embrapa Territorial, com base no geoprocessamento dos dados do Censo Agropecuário 2017 e do Sistema Nacional do Cadastro Ambiental Rural (SiCAR) de 2021. O volume representa 33,2% do território brasileiro.

O estudos são feitos desde 2016 e levam em conta o geoprocessamento dos dados cartográficos sobre a vegetação nativa, em áreas de preservação permanente, reserva legal e vegetação excedente, registrados por meio de imagens de satélites no CAR.

Segundo o chefe-geral da Embrapa Territorial, Evaristo de Miranda, o número pode ser maior, visto que muitos produtores não fizeram seus registros no Censo Agropecuário do IBGE de 2017. De acordo com a Embrapa Territorial, 1.885.955 estabelecimentos sem cadastro no SiCAR. “Dispor das coordenadas geográficas de quase 6 milhões de estabelecimentos agropecuários permitiu quantificar, em 2021, quem ainda não se cadastrou no CAR e identificar os padrões de sua repartição territorial”, informou.

Pela análise da repartição espacial, os produtores não registrados no CAR se concentram na Amazônia, no semiárido Nordestino e em locais de agricultura familiar. Ainda de acordo com Miranda, “os novos métodos de integração do Censo com o CAR permitem uma compreensão inédita da territorialidade da agricultura brasileira, de sua produção e de seus serviços ambientais, ao destinar à preservação da vegetação uma área equivalente a um terço do território nacional”.

O site da Embrapa dispõe de números, mapas e gráficos referentes à preservação da vegetação nativa nos imóveis rurais. A página também apresenta um resumo das áreas protegidas no Brasil e no mundo e possibilita o download com imagens das áreas gratuitamente.

 

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