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Finanças

Especialista dá dicas de como usar o 13º salário da melhor forma

Dinheiro pode ser empregue do pagamento das contas até mimos de final de ano, desde que com uso da razão.

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Terminou na última segunda-feira, 30, o prazo para pagamento da 1ª parcela do 13º salário. A 2ª parcela deverá ser depositada até 18 de dezembro. É válido lembrar que os trabalhadores que pediram o adiantamento do 13º nas férias não possuem direito a essa primeira etapa, pois já receberam, fazendo jus apenas a segunda. 

A entrada do abono de natal cria expectativas nos brasileiros, que especialmente no cenário de crise, aguardam o benefício para pagar contas, cobrir despesas das festas de final de ano ou até mesmo comprar algum objeto de desejo. Porém, nem sempre o recurso é empregue da melhor forma. 

De acordo com o professor dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Gestão de RH da Universidade Cruzeiro do Sul, José Felipe Ferreira Souza, planejamento é o mais importante. A princípio, na perspectiva do especialista, é relevante calcular corretamente o valor do direito trabalhista devido. Após isso, a pessoa deve se organizar e planejar o pagamento de contas que surgem no começo ano – tributos (IPTU, IPVA etc.), matrículas (escola, academia..) e demais despesas.

“Vale a pena liquidar essas contas de início de ano à vista, pois, geralmente, elas garantem descontos que variam de 5%, 7% e até 10%. Parece pouco, certo? Porém, existem pouquíssimas aplicações/investimentos que, ao longo de 4 a 6 meses, garantam uma rentabilidade de 5%”, salienta o docente José Felipe.

Outra recomendação é sobre o restante do benefício, disponível depois das dívidas serem liquidadas. O conselho é que essa quantia seja aplicada em investimentos, recebendo juros do seu dinheiro e fazendo com que ele valorize. 

E caso faça parte de famílias que possuem o costume de presentear, o professor José Felipe diz haver algumas saídas inteligentes. “Não invista todo o 13º salário em presentes. Se for um caso indispensável, organize um valor específico do benefício para gastar com os mimos”. De acordo com o profissional, uma opção é destinar 20% do 13º salário para presentes e custos com as festividades de final de ano. 

No entanto, ele destaca que ainda vivemos uma pandemia e que é necessário tomar cuidados com a disseminação do vírus. “Não se esqueça de respeitar as normas de segurança e saúde, sempre seguindo as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde. Evite aglomerações e respeite o distanciamento social”, finaliza o docente.

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Finanças

Saiba por que o cartão Ourocard Banco do Brasil tem sido tão procurado em 2021

Além de isenção da anuidade, cartão de crédito do Banco do Brasil com bandeira Visa Internacional oferece descontos e promoções exclusivas.

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Cartão Ourocard Banco do Brasil

A fatura do cartão de crédito está entre as maiores causas do endividamento. Com o descontrole financeiro, as contas acabam virando uma bola de neve e sair do vermelho passa a ser quase que impossível. Mas, ainda assim o cartão auxilia no cotidiano, aumentando o poder de compra e salvando em casos de emergência. A dica é optar pelo produto com melhores condições e tarifas.

O Banco do Brasil oferece um cartão de crédito cheio de benefícios e que possibilita o controle financeiro dos consumidores. O Ourocard Fácil BB tem zero anuidade e conta com demais vantagens dos serviços tradicionais na modalidade. E o melhor é que não é preciso nem de conta corrente para contratar o produto, sendo necessário apenas baixar o aplicativo do BB, disponível nos sistemas Android e iOS.

O Ourocard é um dos cartões mais procurados pelos brasileiros, por conta da sua imensa lista de vantagens. Com abrangência internacional e emissão na bandeira Visa, ele permite fazer compras no Brasil e exterior, além de participar dos programas de vantagens, descontos e promoções de parceiros.

Por meio dele, é possível pagar por aproximação (tecnologia NFC) ou com carteiras digitais, monitorar os gastos pelo aplicativo e usufruir da isenção de anuidade. Porém, essa é conquistada apenas quando o valor mensal da fatura é de pelo menos R$ 100. Em caso do valor de compra não ser alcançado, é cobrado o valor de R$ 6,10 mensais.

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Finanças

Vida financeira saudável é possível mesmo para quem nunca cuidou do próprio dinheiro; entenda como

Planejamento financeiro e redução de gastos por impulso poderão contribuir para colocar as contas em dia e sair do vermelho.

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Finanças pessoais

O Brasil não possui uma cultura demarcada de aprendizagem sobre educação financeira. Ao longo da vida, pouco sabemos para onde vai o dinheiro do mês e é uma correria constante para se livrar do cheque especial. Mas para ajudar com isso, listamos algumas dicas que podem fazer com que a relação com as finanças seja mais saudável.

A princípio, é importante ter em mente quais são os seus ganhos e não contrair despesas mensais superiores ao seu salário. Se isso ocorrer, é certo o endividamento. Faça um planejamento financeiro, descrevendo todos gastos e ganhos. E não se esqueça nem mesmo dos gastos no dia a dia, pois tudo faz a diferença no final do mês.

Liste as despesas fixas (contas de água, energia, telefone, aluguel etc.) e também as eventuais (lazer e compras esporádicas). Caso as despesas estejam elevadas, é necessário fazer cortes e reduzir o padrão de vida.

Quanto as dívidas no cartão de crédito ou cheque especial, é preciso se organizar para quitá-las. Procure alternativas de renda extra, poupe dinheiro e vá atrás da renegociação. Dessa forma, você poderá reorganizar a sua carteira e colocar as contas em dia.

Após ter organizado a vida financeira, é hora de montar a sua reserva de emergência. O valor a ser economizado para casos de emergência, demissões ou situações de crise, como da pandemia de Covid-19, deve ser a partir de seis meses de sua renda mensal. As quantias dependerão do tipo de trabalho, estável ou não, e deverão ser aplicadas em investimentos de liquidez imediata.

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Finanças

Nova opção para negativados, Neon anuncia cartão de crédito consignado

Em 2020, aproximadamente R$ 1,6 bilhão foram arrecadados pela Neon para aplicação em investimentos. Plataforma Consiga+ é a primeira aquisição.

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Cartão Neon

Após a aquisição da plataforma de empréstimo online Consiga+, a Neon divulgou que disponibilizará opção de crédito para negativados. O produto é uma excelente alternativa para quem está com nome sujo nos órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa.

O público-alvo da Consiga+ são pessoas da classe C “expandida”, categoria pouco recordada pelos bancos que liberam crédito consignado. Com aproximadamente 430 funcionários em exercício profissional independente, a companhia possui como intuito reduzir o superendividamento da população que atua no regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

O cartão Neon será oferecido na modalidade crédito consignado, com cobrança de taxas menores por seguros e serviços, como argumentou o chefe de área de fusões e aquisições e novos negócios da Neon, Rafael Matos.

De acordo com o banco digital, esse tipo de crédito é fruto de uma situação econômica instável. Também, é resultado da rotatividade do mercado de trabalho, todas essas agravadas pela pandemia de Covid-19.

Em setembro de 2020, a Neon arrecadou cerca de R$ 1,6 bilhão para serem aplicados em investimentos. O primeiro deles foi a compra da Consiga+, aumentando o leque de soluções disponibilizadas pela fintech. “Faz parte da nossa estratégia angariar outros produtos e fazer o cross-selling usando as sinergias entre os negócios para ampliar a curva de crescimento”, disse Matos.

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