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Empresas

Fintech Weel alcança R$1 bi em financiamentos para pequenas empresas

Boa parte do montante foi concedida por meio do programa emergencial de apoio às empresas (Peac) do BNDES.

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A fintech Weel comunicou nesta terça-feira que alcançou 1 bilhão de reais em financiamentos, em meio ao aumento da procura por crédito durante a recessão desencadeada pela crise da pandemia de coronavírus.

Simcha Neumark, presidente da empresa, que oferece crédito para empresas de pequeno e médio porte, afirmou que boa parte deste montante foi fornecida nos últimos meses, por meio do programa emergencial de apoio às empresas (Peac) do BNDES.

“Foram mais de 400 milhões de reais em operações aprovadas”, disse Neumark.

A fintech foi fundada em 2015 e hoje conta com um base de dados de cerca de 20 mil empresas. A Weel planeja um aumento de quatro vezes o montante originado para o próximo ano.

O Peac é um programa lançado pelo governo federal em 30 de junho para que empresas pequenas tenham acesso mais fácil a linhas de crédito tradicionais. O programa totaliza 71,1 bilhões de reais em créditos garantidos desde então, e a linha, que tem garantia do Tesouro Nacional, é distribuída por meio de 46 agentes financeiros.

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Ações, Units e ETF's

PicPay se prepara para oferta inicial de ações na Bolsa

Fintech teve crescimento impulsionado em 2020, em razão da pandemia de Covid-19, que estimulou o uso de serviços financeiros digitais.

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PicPay

Diante do contexto competitivo no setor bancário, o PicPay aquece para ingressar na lista de companhias de tecnologia que devem abrir capital em 2021. A carteira digital foi difundida no Brasil por possibilitar transferências instantâneas entre contas de bancos distintos e vem constantemente atualizando as suas soluções financeiras.

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, a fintech ainda não formalizou o contrato com o sindicato responsável pela estruturação de sua oferta. Entretanto, a empresa já deu início aos acordos.

O PicPay expandiu aceleradamente em 2020, principalmente depois do começo do isolamento social, imposto pela pandemia de Covid-19. Como consequência, foram impulsionados os serviços financeiros digitais. 

A carteira digital foi fundada em 2012 por um trio de empreendedores de Vitória, no Espírito Santo. Em 2019, a companhia foi comprada pelo Banco Original, da J&F, que também gere a JBS.

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Empresas

MRV lsnçs incorporadora Sensia, voltada a consumidor com renda de até R$ 11 mil

Empresa estreia seus trabalhos em Campinas (SP), mas tem planos de se expandir por mais cinco locais do país.

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Imóvel

A MRV Engenharia se prepara para entrar em um novo segmento no mercado. O lançamento da Sensia, novo negócio voltado para clientes de classe média, com residências de R$ 300 a R$ 500 mil. O lançamento ocorre em janeiro e começa em Campinas (SP), mas já estão sendo estudados projetos para mais 4 lugares, que são: Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS). 

A nova incorporadora tem grandes chances de fazer sucesso no mercado, com a demanda do negócio, os preços atrativos e os juros mais baixos. A Sensia vem com a proposta de ajudar os consumidores com renda de R$ 7 a R$ 11 mil mensais, a conseguirem a casa própria. 

Dentre os planos da incorporadora, estão as torres de 250 unidades, com valor de aproximadamente R$ 344 mil e fachadas onde o cliente possa customizar, para deixar com a sua própria identidade. Em 2021, é esperado um lucro de R$ 500 milhões e no ano de 2023 é planejado o alcance de 3 mil novas unidades, com rendimento de R$ 1 bilhão. 

Eduardo Fischer, copresidente do grupo, afirmou ao Broadcast que está muito otimista. “Se tivermos a competência como sociedade e fizermos o que precisa ser feito para manter a taxa de juros baixa, esse mercado vai explodir. Investimos mais pesado agora porque enxergamos que essa bandeira tem um grande potencial de crescimento. Nos últimos seis meses, pisamos no acelerador e estamos atentos especialmente à construção do landbank (estoque de terrenos)”, concluiu. 

Além da Sensia, a MRV possui outros negócios. A Urba é uma loteadora focada em condomínios fechados para baixa renda. Além disso, a empresa também tem parceria com o Minha Casa Minha Vida (MCMV), a subsidiária norte-americana AHS e a Luggo, empresa focada na locação de imóveis. 

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Empresas

XP Empresas alcança R$ 50 bi em ativos sob custódia

Unidade foi criada há cerca de um ano com foco em companhias com receita anual entre 50 milhões e 1 bilhão de reais por ano.

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A XP Inc somou em dezembro por volta de 50 bilhões de reais em investimentos sob custódia de empresas e pretende dobrar sua rede de atendimento a esse segmento em 2021, movimento que integra sua meta de alcançar cerca de 100 bilhões de reais nos próximos 18 meses.

Segundo o chefe da XP Empresas, Rodrigo Moreira, os planos fazem parte de estratégia da XP para diversificar a base de clientes, ainda muito centralizada em pessoas físicas.

A unidade foi criada há cerca de um ano com foco em companhias com receita anual entre 50 milhões e 1 bilhão de reais por ano, e atendeu no começo companhias de pessoas que já eram clientes pessoa física na XP. Em 2020, a divisão passou a oferecer crédito, além de derivativos de balcão e soluções de câmbio.

Contudo, com consequências econômicas o aumento da taxa de poupança entre as famílias, efeitos da pandemia, um movimento parecido ocorreu no meio empresarial, levando várias das empresas que conseguiram sobreviver à recessão a também engordarem o caixa e a procurarem melhores ferramentas de gestão para esses recursos do que as oferecidas nos bancos.

Tal tendência foi inédita no país, onde a taxa de poupança das empresas, assim como das pessoas, sempre foi historicamente baixa. Mas a pandemia trouxe a percepção da necessidade de aumentar o caixa, o que ficou mais acessível com o corte do custos de capital, com a Selic a 2% ao ano, afirmou Moreira.

“Mas em quase 100% das vezes, os grandes bancos oferecem que as empresas apliquem recursos do caixa em CDB; mas a maturidade delas sobre gestão de caixa tem crescido e elas estão procurando por alternativas melhores”, disse o executivo.

Esse quadro está dando vazão para os planos de tentar diversificar as fontes de captação, explicou a XP.

Atualmente, por volta de 60% dos investimentos financeiros no Brasil são de pessoas físicas, com as empresas ficando com pelos outros 40%. Considerando a origem de foco no varejo desde seu surgimento, a XP tinha cerca de 90% dos ativos sob custódia derivados de pessoas físicas, quando seu braço para empresas começou a operar.

Daí em diante, acrescentou Moreira, a captação oriunda de empresas tem girado em torno de 20% do total da XP, mas cresceu um pouco em relação ao total, visto que neste ano também têm sido fortes as entradas de recursos por parte das pessoas físicas.

A XP, que tem hoje uma base de 35 mil empresas clientes – um aumento de 70% em 12 meses, espera dobrar seu atendimento especializado a empresas para 250 de seus 659 escritórios no fim de 2021.

“Vejo potencial para podermos dobrar nossos ativos de empresas sob custódia em 18 meses”, finalizou o executivo.

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