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Investimentos

Fundos têm captação líquida positiva de R$1,3 bi entre 31 de maio e 4 de junho

Investimento em alta

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Os fundos de investimento tiveram captação líquida positiva de R$ 1,3 bilhão entre os dias 31 de maio a 4 de junho, segundo dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). Esse número é a diferença entre os R$ 156,7 bilhões de aportes e R$ 155,3 bilhões de resgates.

Os fundos multimercados tiveram o melhor desempenho durante este período, com um saldo líquido de R$ 4,1 bilhões.

Na sequência, aparecem os fundos de previdência, que encerraram a semana com captação líquida positiva de R$ 283,8 milhões. Também tiveram saldo líquido: ações (R$ 113,7 milhões) e cambiais (R$ 12,5 milhões).

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Anbima

Por outro lado, algumas classes fecharam no negativo neste período. Os fundos de renda fixa tiveram resgates líquidos R$ 1,2 bilhão. Também retiradas líquidas: os FIPs (R$ 1,2 bilhão), os ETFs (R$ 564,6 milhões), e os FIDCs (R$ 139,2 milhões).

Desde 1º de janeiro, a indústria acumula captação líquida positiva de R$ 196,5 bilhões e patrimônio líquido de R$ 6,5 trilhões.

A associação

A ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) representa mais de 270 instituições de diversos segmentos.

Dentre seus associados, estão bancos comerciais, múltiplos e de investimento, asset managements, corretoras, distribuidoras de valores mobiliários e consultores de investimento.

Ao longo de sua história, a Associação construiu um modelo de atuação inovador, exercendo atividades de representação dos interesses do setor; de regulação e supervisão voluntária e privada de seus mercados; de oferta de produtos e serviços que contribuam para o crescimento sustentável dos mercados financeiro e de capitais; e de educação para profissionais de mercado, investidores e sociedade em geral.

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Commodities

GNA inicia construção de sua segunda termelétrica

Com conclusão prevista para 2024, GNA II terá capacidade instalada de 1,67 gigawatts

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Crédito: Energia hoje

Joint venture formada por BP, Siemens, SPIC Brasil e Prumo Logística, a Gás Natural Açu (GNA), acaba de receber autorização da Prefeitura de São João da Barra (RJ) para dar início às obras para construção, em outubro próximo, de sua segunda termelétrica no Porto do Açu (GNA II), cuja operação deverá começar somente em 2024.

Turbinas a vapor – Composta por três turbinas movidas a gás natural e uma a vapor, a GNA II terá capacidade instalada de 1,67 gigawatts (GW), o suficiente para atendimento de aproximadamente 7,8 milhões de moradias.

BNDES financia – Do total de investimentos previstos (R$ 5 bilhões), caberá ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a maior parte do financiamento, cerca de R$ 3,93 bilhões.

Siemens constrói – Já a construção de usinas e o fornecimento de equipamentos (turbinas a gás e a vapor, e caldeiras de recuperação de calor) serão de responsabilidade da Siemens Energy, também encarregada de fornecer serviços de operação e manutenção para as unidades. O gás natural, por sua vez, será importado e fornecido pela BP.

Atrair indústrias – Sem contar as usinas de que dispõe, a GNA possui licença ambiental que a habilita a dobrar a capacidade instalada de geração, por meio da construção da GNA III e IV. O respectivo plano de expansão contempla, ainda, a criação de uma unidade de processamento de gás natural (UPGN) e um gasoduto terrestre (em fase de licenciamento) que permitirá a conexão do Porto do Açu com a malha de transporte. A iniciativa tem por finalidade atrair indústrias para a região portuária, transformada agora em um novo eixo de gás no Estado do Rio de Janeiro.

GNA I – Com capacidade de produzir 1,33 GW de energia, a primeira termelétrica da empresa, a GNA I, entrou em operação há duas semanas. Considerado estratégico pelo governo do Rio, em razão da crise hídrica, o empreendimento deve reforçar o atendimento à demanda do Sudeste/Centro-Oeste, a maior do país, e onde os reservatórios de hidrelétricas apresentam o nível mais baixo de volume de água.

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Agronegócio

Colheita de trigo no Brasil já ultrapassa 10%

Dados são referentes até o dia 25 de setembro e mostram um atraso em relação à safra anterior

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou, nesta semana, que a colheita de trigo alcançou 10,5% das áreas cultivadas no Brasil. Os dados são referentes até o dia 25 de setembro e mostram um atraso em relação à safra anterior. No último ciclo, neste mesmo período, cerca de 28,7% das áreas já haviam sido colhidas.

Com relação à semana anterior, houve um avanço de 5,5%, considerando dados de sete Estados que correspondem a 98,5% da safra do cereal no país, segundo informou a estatal.

Com relação ao milho segunda safra (safrinha), o trabalho já está praticamente finalizado. De acordo com a Conab, a colheita, que já está na reta final, atingiu 99,4% das áreas, volume que se mantém estável quando comparado com o registrado no período em 2020, que foi de 99,5%. No acumulado da semana, o avanço com relação à colheita do cereal foi de 1,4 ponto.

Já os produtores de algodão concluíram o serviço. A estatal informou que, assim como no ano anterior, a colheita nas lavouras de todo país já atingiram sua totalidade (100%).

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Agronegócio

BRF passa a exportar miúdos de suínos para Cingapura

País asiático é um dos principais destinos de produtos brasileiros

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Cingapura aprovou a habilitação e agora a companhia de alimentos BRF (BRFS) está devidamente autorizada a exportar miúdos de suínos para o país asiático. Os produtos serão enviados das unidades de Campos Novos, em Santa Catarina, e de Toledo, no Paraná, segundo informou a empresa nesta semana.

Junto com a China, Japão, Vietnã e Coreia do Sul, Cingapura é considerado um dos principais destinos de carne suína do Brasil. O país é o quarto maior comprador do produto brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), de janeiro até agosto deste ano, 31 mil toneladas de carne suína, entre in natura e processados, foram embarcadas para Cingapura. O volume representa 4,2% do total exportado em 2021.

Em nota, o gerente executivo de Relações Institucionais da BRF, Luiz Tavares, informou que o consumo asiático tem aumentando gradativamente. “As habilitações das nossas unidades são um passo estratégico importante que permitirão diversificar nosso portfólio de produtos exportados”, afirmou.

Outro produto brasileiro que tem destaque nas importações para o país asiático é o frango. Cingapura é o 12º maior consumidor do produto.

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