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Grupo Mateus (GMAT3): XP recomenda Compra com target em R$11 por ação

Empresa vai expandir

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Grupo Mateus (GMAT3) reporta lucro líquido de R$241 mi no 4º tri, alta de 142%

A XP Investimentos analisou o ativo Grupo Mateus (GMAT3) em seu portfólio e optou por manter a recomendação de Compra com preço-alvo em R$ 11 por ação.

A gestora diz estar atualizando as estimativas por conta dos resultados recentes. “Vemos a empresa como uma história de consolidação regional, que deve ser acelerada com a recente contratação de uma equipe de expansão experiente, enquanto acreditamos que a discussão em andamento sobre a extensão dos benefícios fiscais de ICMS até 2032 poderia ser um trigger de curto prazo, pois eliminaria uma das principais preocupações dos investidores com a empresa. Atualmente, os benefícios fiscais expiram em dezembro de 2022”, disse.

E acrescentou que o Grupo está acelerando seus planos de expansão (para 50 lojas/ano vs. ~40 anteriormente) para entrar em novos estados do Norte/Nordeste, incluindo grandes cidades.

“Embora isso deva se traduzir em margens mais pressionadas no curto prazo devido à maiores despesas operacionais, vemos isso como estrategicamente positivo, pois estimamos que um impacto líquido positivo no lucro (lucro líquido de 2022e crescendo 5% vs. nossas estimativas anteriores) enquanto a empresa deve acelerar sua consolidação com um risco de execução menor, dada a experiência da nova equipe na região e setor. Além disso, as margens devem se normalizar à medida que a empresa adensa suas rotas logísticas e as lojas se tornam maduras.”

Grupo Mateus (GMAT3): XP recomenda Compra com target em R$11 por ação

Fonte: XP

Grupo Mateus

Ainda de acordo com a XP, o Grupo continua focado na expansão para as regiões Norte/Nordeste, com a nova equipe apenas acelerando sua estratégia de consolidação e permitindo a entrada em mais estados ao mesmo tempo, dada sua sólida experiência no setor.

“A empresa definiu Pernambuco e Bahia como os próximos da fila, mas deve continuar com sua estratégia de expansão liderada pela “infantaria” (Atacado de distribuição avançando primeiro em novas regiões) para avaliar e contribuir com a definição de qual formato mais se adapta ao perfil de consumo daquela cidade”, destacou.

Veja GMAT3 na Bolsa:

Grupo Mateus (GMAT3): XP recomenda Compra com target em R$11 por ação

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Hotmart e Ebanx preparam IPOs na Nasdaq

Empresas brasileiras registram forte crescimento e presença internacional

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Crédito: Folha UOL

Motivados pela temporada efervescente de lançamento de ações nos Estados Unidos, as brasileiras Hotmart e Ebanx também planejam realizar as respectivas ofertas iniciais (IPOs) na maior bolsa de tecnologia do mundo, a norte-americana Nasdaq.

Renome mundial – Desde o início do ano, a Hotmart prepara sua IPO, que deverá levantar US$ 400 milhões, sob a supervisão dos pesos-pesados JP Morgan, Morgan Stanley e Goldman Sachs, além de ser conduzida por investidores de renome mundial, como a gestora General Atlantic e o fundo soberano de Cingapura GIC.

Aporte da Advent – Já o Ebanx, que deverá fazer sua IPO somente no início do ano que vem (ainda sem estimativa de valores para a operação), recebeu, em junho último, aporte de US$ 430 milhões do fundo de private equity Advent.

Valor similar – Celebrizada por responder pelos pagamentos da empresa de streamig Spotify, a Ebanx poderá captar um valor similar ao da Hotmart. Só em 2020, a paranaense Ebanx, presente em 15 países da América Latina, processou 145 milhões de transações.

Forte crescimento – A posição de destaque de ambas as companhias brasileiras decorre do ‘forte crescimento obtido nos últimos anos, inclusive com operações importantes fora do Brasil’.

Vez do Nubank – Avaliado em torno de US$ 50 bilhões, o Nubank também está perto de listar suas ações, o que deve ocorrer entre outubro e novembro.

Nada a declarar – A Hotmart, por sua vez, informou, em nota, que a empresa “não tomou (ainda) nenhuma decisão, nem tem previsão de anunciar um movimento nesse sentido”.

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Ibovespa fecha em baixa de 2,07%, aos 111.439,37 pontos

O dólar encerrou em alta de 0,32%, a R$ 5,2821

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Crédito: Suno

O Ibovespa fechou a sessão desta sexta-feira (17) em baixa de 2,07%, aos 111.439,37 pontos, com volume de R$ 44,6 bilhões.

O dólar, por sua vez, encerrou em alta de 0,32%, R$ 5,2821, com exterior e Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), entre a mínima de R$ 5,2524 e máxima de R$ 5,3474.

Conforme o BTG Pactual, o Ibov foi influenciado pela baixa das commodities, bem como pelo desempenho negativo das bolsas lá fora e aumento de imposto no Brasil.

Em Nova York, o Dow Jones caiu 0,48%, aos 34.582,90 pontos, e o S&P 500 recuou 0,92%, aos 4.432,74. O Nasdaq caiu 0,91%, aos 15.043,97.

Segundo analistas, os mercados europeus seguiram NY de perto e, diante do mau humor de Wall Street, aprofundaram baixas.

Já na Europa, o Stoxx caiu 0,96%, aos 461.48). Em Frankfurt, a bolsa recuou 1,05%. Em Londres, caiu 0,93%. Em Paris, recuou ,79%. Madri subiu 0,40%.

Ibovespa: entre altas e baixas

Confira as 3 maiores altas do Ibovespa de hoje, segundo a Eleven Financial:
📈#VIVT3 +1,45% (R$ 42,11)
📈#MGLU3 +1,22% (R$ 16,57)
📈#NTCO3 +1,14% (R$ 48,10)

Confira as 3 maiores baixas do Ibovespa de hoje:
📉#BIDI11 -7,02% (R$ 60,01)
📉#GGBR4 -6,82% (R$ 24,60)
📉#GOAU4 -5,59% (R$ 11,48)

Crédito: Suno Research

Coronavírus

Levantamento do consórcio de imprensa mostra que o Brasil registrou na quinta-feira (16) 637 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 589.277 desde o início da pandemia.

Assim, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 582 –acima da marca de 500 pelo terceiro dia seguido. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -7% e aponta tendência de estabilidade pelo segundo dia, após 22 dias seguidos em queda.

Também disse que o número de casos registrados em 24 horas, de 35.128, é o maior em quase um mês, mas isso se deve à inserção de uma só vez de mais de 22 mil casos represados por parte de São Paulo, após ajuste no sistema de notificações.

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CSN (CSNA3): BB Investimentos recomenda Compra com preço-alvo em R$46

Resultados excelentes em cenário favorável

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CSN (CSNA3): BB Investimentos recomenda Compra com preço-alvo em R$46

O BB Investimentos analisou o ativo CSN (CSNA3) em seu portfólio e optou por manter a recomendação de Compra com preço-alvo em R$ 46 por ação.

De acordo com a instituição financeira, o ano de 2021 tem sido bastante positivo para a companhia, que no primeiro semestre apresentou resultados excelentes, aproveitando-se do cenário favorável para os segmentos de siderurgia, mineração e cimentos, com recordes em diversos indicadores.

Também disse que a forte geração de caixa operacional e sua disciplina financeira e de capital levaram a uma redução substancial do seu nível de alavancagem financeira, atingindo antecipadamente suas metas previstas para o final de 2021, que considerávamos ambiciosas quando de sua divulgação.

CSN (CSNA3): BBB Investimentos recomenda Compra com preço-alvo em R$46

CSN

Ainda de acordo com o BB, a empresa deu importantes passos em direção às estratégias de crescimento e geração de valor estabelecidas pelo grupo, tais como a independência dos negócios – com o IPO da CSN Mineração – e a forte expansão no segmento de cimento – com a aquisição da Elizabeth Cimentos e a recém-anunciada aquisição da LafargeHolcim, que robusteceram a tese de investimento para a abertura de capital da CSN Cimentos.

“Apesar do cenário de cautela para mineração, com as fortes quedas de preços de minério de ferro, sobretudo pela desaceleração do ritmo da atividade siderúrgica na China, entendemos que as perspectivas são de bons resultados para a CSN nos próximos trimestres, sustentados pelos preços de aço elevados no mercado interno, bem como demanda aquecida no setor de cimento e margens ainda atrativas na mineração, em função dos baixos custos de produção da empresa frente aos pares internacionais”, destacou.

Veja CSNA3 na Bolsa:

CSN (CSNA3): BBB Investimentos recomenda Compra com preço-alvo em R$46

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