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Ibovespa fecha em alta de 0,42%, aos 125.929,25 pontos

O dólar encerrou em baixa de 0,76%, a R$5,1916.

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em

Bolsa de valores B3

O Ibovespa fechou a sessão desta quarta-feira (21) em alta de 0,42%, aos 125.929,25 pontos, enquanto o dólar encerrou em baixa de 0,76%, a R$ 5,1916, depois de oscilar entre a mínima de R$ 5,1821 e a máxima de R$ 5,2774

Na gringa, o Dow Jones fechou em alta de 0,83% (34.797,74), e o S&P em alta de 0,82% (4.358,65). Já a Nasdaq, relacionada a tecnologia, em alta de 0,92% (14.631,95).

Voltando ao Brasil, a bolsa brasileira foi influenciada pelos papéis de siderúrgicas, bem como a mineradora Vale, que reportaram bem neste dia.

Eles subiram influenciados pelo crescimento de 13% na produção mineral brasileira no segundo trimestre de 2021 frente a igual período do ano anterior.

Dentre as maiores altas do dia, destaque para Usiminas (USIM5), que avançou 2,76%, a R$ 19,73; também Gerdau (GGBR4), com 2,46%, a R$ 30,36; e CSN (CSNA3) com 1,95%, a R$ 45,44.

Já a Gerdau Metalúrgica (GOAU4) marcou alta de 1,73%, a R$ 14,10, e Vale (VALE3) valorizou 1,04% (R$ 114,29).

Dos commodities, destaque para o petróleo, cujo tipo Brent fechou em alta de 4,15%, a US$ 72,23 o barril em setembro. O WTI, por sua vez, subiu 4,61%, a US$ 70,30 em setembro.

Ibovespa: radar

Também nesta quarta-feira a Embraer informou que entregou um total de 34 jatos no 2º trimestre de 2021, sendo 14 comerciais e 20 executivos. Em 30 de junho de 2021, a carteira de pedidos firmes totalizava U$ 15,9 bilhões, um aumento de 12% em relação à do primeiro trimestre.

O Banco Central, por sua vez, elencou que o fluxo cambial do ano até 16 de julho ficou positivo em US$ 14,254 bilhões. Em igual período do ano passado, o resultado era negativo em US$ 15,252 bilhões.

Coronavírus

Levantamento do consórcio de imprensa destaca que o país registrou 1.425 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando nesta terça-feira (20) 544.302 óbitos desde o início da pandemia.

Também disse que a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 1.197 – o segundo menor registro desde o dia 1º de março (quando estava em 1.223). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -19 % e aponta tendência de queda. É o 24º dia seguido de queda nesse comparativo.

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Ações, Units e ETF's

Crise chinesa e discurso do Fed pressionam Ibovespa: -0,53%

Solução para pré-falida Evergrande e pronunciamento de Jerome Powell pesam no índice

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Crédito: Investing

Enquanto o imbróglio imobiliário chinês (vide falida Evergrande) não se resolve, a aversão ao risco cresce, o petróleo dispara e as taxas de juros, idem, não resta outra alternativa ao Ibovespa, a não ser operar em queda de %, às 10h39 a 112.980,46 pontos.

Hora de garimpar – Ao longo do dia, o mercado ‘garimpa’ pistas sobre o ritmo de retirada do programa de estímulos monetários por parte do Federal Reserve (Fed) à economia norte-americana – de US$ 120 bilhões sacados do Tesouro ianque – por meio de declarações, nessa terça-feira (28), no Senado, do presidente da instituição, Jerome Powell. No plano doméstico, o foco é no teor da ata do Copom pelo Banco Central (BC).

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Novos investidores buscam alternativas para continuar na bolsa

Após ingressar em massa na B3, segmento hoje enfrenta Selic alta e toda sorte de riscos

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Crédito: LUZ/BM&FBovespa

Após ingressarem empolgados na B3, sobretudo na primeira parte do ano, os mais de 3,2 milhões de investidores hoje enfrentam um cenário complexo e imprevisível, com direito a riscos políticos, fiscais e econômicos, que redundam em alta de juros, o que leva a ‘remigração’ de muitas aplicações para a previsível renda fixa.

Queda livre – Essa preocupação tornou-se mais intensa, à medida que o Ibovespa entrava em queda livre, ao bater forte, na semana passada, o piso dos 108 mil pontos, pior patamar do ano, a reboque da crise precipitada pela incorporadora chinesa Evergrande, dona de uma dívida astronômica de US$ 300 bilhões, mas também detonada por riscos fiscais e políticos persistentes, a exemplo do conflito entre poderes, sob o plano de fundo eleitoral; agenda econômica lenta no Congresso, juros em alta firme e crise hídrica, para ficar nos mais relevantes.

Pandemia não assustou – Interessante notar que, a despeito da pandemia, o número de investidores continuou a crescer, pois no biênio de 2018 e 2019, o conjunto de pessoas físicas na bolsa brasileira havia chegado a 1,4 milhão.

Migração vertiginosa – Como no início deste ano, a taxa básica de juros (Selic) estava no patamar de 2% ao ano, a migração de CPFs das aplicações de renda fixa (basicamente poupança e títulos públicos) para variável ocorreu de forma vertiginosa, fazendo com que o primeiro semestre do ano (1S21) apresentasse crescimento 43% no número de novos investidores, no comparativo anual.

Alta da Selic – Para o grupo iniciante, a queda abrupta da bolsa causou muita apreensão, pois não havia indicação de quando o viés negativo teria paradeiro, em razão de inúmeros fatores, em especial a alta da Selic, já projetada para além dos 8% ao cabo de 2021.

Calma nessa hora – Frente a esse quadro desafiador, o presidente da gestora de investimentos Finacap, Luiz Fernando Araújo, entende ser fundamental mostrar ao investidor que ele não deve mudar sua posição (de suas aplicações) de forma ‘reativa’, seja pela alta da Selic ou por qualquer outro fator.

Longo prazo – Mesmo admitindo que “a tendência natural do ser humano é agir por reflexo e sair do risco, nesses momentos de notícias mais preocupantes”, Araújo explica que seu “trabalho é justamente acalmar o cliente e lembrar que é preciso seguir o planejamento financeiro de longo prazo”.

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Multiplan vai pagar R$270 mi em juros sobre o capital próprio

Empresa admministradora de shoppings

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Multiplan vai pagar R$270 mi em juros sobre o capital próprio

A Multiplan vai pagar R$ 270 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), conforme comunicado encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, o movimento foi aprovado pelo conselho e corresponde a R$ 0,45497589698 por ação, serão pagos no dia 5 de outubro de 2021.

Também disse que o pagamento dos JCP será realizado com a correspondente retenção do imposto de renda na fonte, exceto para os acionistas que não estiverem sujeitos à incidência do tributo na forma da legislação aplicável.

E acrescentou que considerar-se-á, para fins de pagamento, os acionistas inscritos nos registros da companhia no dia 28 de dezembro de 2020, dado que as ações de emissão da companhia passaram a ser negociadas “ex juros” a partir de 29 de dezembro de 2020.

Multiplan vai pagar R$270 mi em juros sobre o capital próprio

Multiplan

Ainda de acordo com o documento, os proventos serão pagos aos acionistas de acordo com as informações constantes nos seus cadastros junto à instituição financeira depositária das ações de emissão da Companhia (Itaú Corretora de Valores S.A.) ou à respectiva instituição custodiante (Corretoras de Valores Mobiliários), conforme o sistema de custódia em que as respectivas ações estejam depositadas.

A companhia está listada na bolsa brasiloeira (B3) sob o ticker MULT3.

Veja o documento:

Multiplan vai pagar R$270 mi em juros sobre o capital próprio

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