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Economia

Impulsionada pela pandemia, indústria global de games segue ‘rota’ de crescimento

Restrições de mobilidade urbana ajudaram a consolidar setor, que tem mais de 3 bilhões de usuários

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Crédito: Época Negócios

Fenômeno que ganhou grande impulso durante a pandemia, a indústria global de games deve manter a trajetória de forte crescimento nos próximos anos. Consciente desse fato, o Banco Safra promoveu, em outubro último, a edição especial do ‘Future 10’, evento que reuniu empresários de ‘peso’ e especialistas no assunto.

Capital protegido – Além de abrir o debate sobre o setor, na oportunidade, o Safra lançou o COE Minimax Cesta Games, que consiste num produto que permite o investimento nesse tipo de indústria (gamer), mas com capital protegido.

Cesta é índice – Esse tipo de ‘hedge’ (ou proteção, no jargão do mercado financeiro) é feito por meio de uma cesta composta por três ações de empresas de jogos – Microsoft, Nvidia e Google – que assume a forma de um índice. Aqui, o atrativo é a possibilidade de efetuar aplicações em mais de um ativo, dentro do mesmo investimento.

Expectativa de expansão – A expectativa do fim da pandemia, devido às intensas campanhas de vacinação, é de expansão desse mercado, à medida que a questão da mobilidade urbana se normalize.

Avanço de 20% – Só para que se tenha uma ideia do tamanho desse setor, segundo levantamento da provedora de informações Newzoo – em parceria com o Google – sua receita, em 2020, cresceu mais de 20%, atingindo um universo superior a 3 bilhões de jogadores.

Eventos em tempo real – Outro dado importante do estudo – que abrangeu mais de 17 mil pessoas, em diversos países, incluindo o Brasil – indicou que pelo menos 75% dos gamers têm intenção de aumentar suas atividades nesse setor, o que inclui eventos com transmissão em tempo real, sem contar a maior sociabilidade da rede de jogadores.

Metaverso é revolução – Justamente por promover uma interação mais profunda entre a comunidade gamer, o Metaverso é apontado por analista como a ‘grande revolução no setor’, além de ser um termo já inteiramente incorporado ao vocabulário dos usuários.

Ambientes compartilhados – Após ganhar relevância devido à transição anunciada pelo Facebook, o Metaverso (reduzido à Meta) serve para designar ‘ambientes virtuais compartilhados acessáveis pela Internet, em que se torna mais semelhante ao mundo físico, por meio do uso de Realidade Virtual (RV) e Realidade Aumentada (RA).

Avatar personalizado – A Microsoft, por sua vez, anunciou, em novembro último, a plataforma Mesh, pela qual o usuário ingressa em uma reunião como um avatar personalizado de si mesmo, deixando para trás aquela imagem estática ou em vídeo. Atualmente, a empresa é a líder de jogos online, com os produtos Xbox e Minecraft.

‘Modelando o mundo’ – Já a Nvidia – fabricante de chips de processamento gráfico – criou a plataforma Omniverse, para criação de simulações de edifícios e fábricas do mundo real, de maneira a ‘modelar’ o mundo físico em ambiente virtual compartilhado.

Maior provedora – Outra concorrente de peso, a Amazon mantém no mercado de assistentes virtuais, marcas bem conhecidas do público, como Echo e Alexa, sem contar seu braço digital, a Amazon Web Services, a maior provedora de serviços em nuvem do mundo.

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