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Finanças

Inflação atinge 10%: Até quando os preços vão subir? Confira previsões

Inflação deve chegar a 8,35% ao final de 2021 e fechar em 4,41% em 2022, segundo boletim Focus; saiba o que pode reduzir os preços.

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Desde maio de 2020, a inflação vem acelerando de forma incansável, atingindo quase 10% no período de 12 meses. Sua subida prejudica a renda das famílias e reduz o poder de compra de itens essenciais do dia a dia, tornando a vida da população mais difícil.

Leia mais: ‘Prévia da inflação’ acelera a 1,14% e é a maior para setembro desde 1994

Mas até quando os preços vão continuar subindo? Segundo economistas, a perspectiva é de que a inflação desacelere daqui para frente. Porém, uma série de fatores devem ser levados em conta durante esse processo. Além disso, mesmo que isso se concretize, a previsão é de que os preços apenas subam menos ou se mantenham no seu atual patamar.

As únicas exceções, segundo os economistas, são os produtos cuja variação de preço depende das condições climáticas, a exemplo, os alimentos perecíveis. No caso da grande parte dos produtos e serviços, os preços só reduzem quando o Produto Interno Bruto (PIB) encolhe e a economia passa a apresentar recessão.

Inflação deve desacelerar em outubro

De acordo com previsões de economistas das principais instituições financeiras, e de consultorias apuradas pelo Boletim Focus, do Banco Central (BC), a inflação deve chegar a 8,35% ao final de 2021 e fechar em 4,41% no ano de 2022.

Para que isso aconteça, é necessário que o ritmo de algumas coisas diminuam, como a alta do dólar, o preço dos alimentos, da energia e dos combustíveis. Segundo Roberto Troster, economista e especialista em setor bancário pela Troster & Associados, existe um espaço para a inflação ceder no mês que vem, porém um novo pico ainda pode acontecer:

“O problema é que controlar a inflação é como parar um carro numa ladeira. Quanto mais você demora para pisar no freio, maior a dificuldade. O mercado errou para menos em nove das últimas doze vezes em que o IPCA foi anunciado. Ainda podemos ter um pico.”

Além disso, os altos índices da inflação registrados no final do ano passado deixarão de fazer parte da conta com o passar o tempo. No próximo mês, por exemplo, será contabilizada uma inflação mensal de 0,5% em substituição a de outubro de 2020, que foi de 0,86%.

“Alimentação, energia elétrica e combustível, ainda que continuem subindo, estão desacelerando. Mas essa desaceleração será lenta, com o IPCA rodando acima de 5% até agosto de 2022”, declara Juliana Passabom, do Itaú BBA.

Mesmo com a previsão de queda nos preços, ainda há chances de a inflação disparar, sobretudo quando fatores como energia, dólar e prestação de serviços vêm apresentando forte inconstância nos últimos meses.

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Ações, Units e ETF's

Ibovespa fecha em alta de 2,28%, aos 108.714,55 pontos

Dow Jones +0,18%, aos 35.741,15; S&P 500 +0,47%, aos 4.566,48; Nasdaq +0,90%, aos 15.226,71; Dólar -1,27%, a R$ 5,5557

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O Ibovespa fechou a sessão desta segunda-feira (25) em alta de 2,28%, aos 108.714,55 pontos, e com volume financeiro marcando R$ 37,8 bilhões.

De acordo com o BTG Pactual, tentando se reerguer do tombo provocado pela confirmação do rompimento do teto de gastos, o Ibov contou com o exterior positivo e forte desempenho das ações de Petrobras.

Em Nova York, o Dow Jones subiu 0,18%, aos 35.741,15, e o S&P 500 avançou 0,47%, aos 4.566,48. Ambos renovaram recordes neste dia. A Nasdaq também fechou em alta, sendo 0,90%, aos 15.226,71 pontos, por conta dos balanços das ações de tecnologia.

Já o dólar encerrou em baixa de 1,27%, a R$ 5,5557, depois de oscilar entre R$ 5,5377 e R$ 5,6596.

Foto divulgação

Ibovespa: Ações

Das ações do dia, destaque para Petrobras que recebeu aditivo após rumores de privatização por parte do governo. O ativo PETR4 subiu 6,84% (R$ 29,04) e o PETR3 subiu 6,13% ( R$ 29,61).

Isso porque o ministério da Economia estuda a possibilidade de, por meio de um projeto de lei, abrir mão de ações ordinárias e ações preferenciais que a União tem na petroleira.

Assim, o volume de venda seria o necessário para que fizesse com que a União deixasse de ser a acionista majoritária da estatal.

Acontece que mesmo sem a maioria das ações, o governo manteria a prerrogativa de indicar o presidente da Petrobras e vetar operações das quais discorde.

Ibovespa: entre altas e baixas

Confira as 3 maiores altas do Ibovespa de hoje, segundo a Eleven Financial:
📈#PETR4 +6,84% (R$ 29,04)
📈#CVCB3 +6,14% (R$ 18,15)
📈#PETR3 +6,13% (R$ 29,61)

Confira as 3 maiores baixas do Ibovespa de hoje:
📉#SUZB3 -2,52% (R$ 51,47)
📉#YDUQ3 -1,32% (R$ 22,35)
📉#BRFS3 -1,27% (R$ 21,73)

Em relação aos juros, após os ajustes, o DI para janeiro de 2022 subiu a 8,308%; para janeiro de 2023 a 11,130% (10,866%); para janeiro de 2024 a 11,505% (11,325%); para janeiro de 20225 a 11,640% (11,507%); para janeiro de 22027 a 11,800% (11,814%); para janeiro de 2029 a 11,910% (11,993%) e para janeiro de 2031 a 11,990% (12,053%).

Commodities

Do lado das commodities, os preços dos contratos para janeiro do Brent, a referência global, terminaram o dia em alta de 0,62%, a US$ 85,17 por barril, na ICE, em Londres, enquanto os preços dos contratos para dezembro do WTI, a referência americana, ficaram estáveis, fechando com o mesmo valor da última sexta-feira (22), US$ 83,76 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex).

Quanto ao ouro, ao final da sessão, na Comex, o contrato futuro para dezembro subiu 0,6%, fechando a US$ 1.806,80 a onça-troy.

Coronavírus

Levantamento do consórcio de imprensa mostra que o Brasil registrou no domingo (24) 113 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 605.682 desde o início da pandemia.

Assim, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 337 — abaixo da marca de 400 pelo 13º dia seguido. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -23% e a aponta tendência de queda pelo quarto dia.

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Finanças

Vivo e Itaú lançam cartão de crédito sem anuidade e com cashback

Agora é possível ter cashback de compras realizadas em qualquer estabelecimento comercial. Veja como solicitar o cartão de crédito.

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Um novo cartão de crédito foi lançado em parceria inovadora entre Itaú Unibanco e Vivo. A união das empresas foi feita para lançar um cartão sem anuidade e com todas as vantagens do cartão Platinum. O produto também oferece cashback e pode vir com as bandeiras Visa e Mastercard. Ele pode ser adquirido nas lojas físicas ou pelo site da Vivo ou do próprio banco Itaú.

Leia mais: Nu Invest vai lançar função inovadora de subscrição móvel

Benefícios – Cartão Vivo/Itaú

Através desse cartão, o cliente poderá parcelar suas compras na loja Vivo em até 24 vezes sem juros. Além das parcelas estendidas, o produto oferecer um cashback (dinheiro de volta) de 0,5% em qualquer compra.

O cartão tradicional Gold Vivo Itaucard também oferece cahshback. Apesar de ser de 10%, não vale para qualquer compra, é necessário que seja feita em lojas Vivo do Brasil. Está aí uma das grandes diferenças: ter cashback de compras feitas em qualquer estabelecimento.

Para ter acesso ao cartão, a empresa faz uma análise de crédito do cliente. A renda mínima necessária é de R$ 800,00 por mês para ter direito ao produto. A Vivo ainda informou que a primeira compra contará com benefício.

O cliente terá o limite do cartão dobrado para poder utilizar apenas na primeira vez que for comprar. Ou seja, se o seu limite for de R$ 1.5 mil, na primeira compra será possível gastar R$ 3 mil.

Como solicitar

Para pedir um cartão Platinum da Vivo/Itaú é bem simples. Basta entrar no site da operadora ou na página do Itaú Unibanco e acessar a área de solicitação do produto.

Então clique nessa aba de solicitação e informe seus dados pessoais. A plataforma deve pedir nome complete, e-mail, CPF e número de celular.

Se não quiser fazer a solicitação digital pelo site da Vivo ou do itaucard, não tem problema. Também é possível conquistar o cartão se dirigindo até uma loja física da Vivo na sua cidade. Leve seus documentos pessoais, faça o cadastro, solicite e aguarde a análise de crédito. Se tudo estiver certo, seu cartão será emitido.

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Bancos

Estoque total de crédito vai a R$4,428 tri sem setembro, diz BC

O levantamento também está separado por setores, como Habitaçao e outros

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O estoque total de crédito marcou R$ 4,428 trilhões em setembro ante agosto, informou o Banco Central (BC).

De acordo com a autoridade monetária, trata-se do total de operações de crédito do sistema financeiro e representa alta de 2,00% no período.

Também disse que em setembro ante agosto, houve alta de 1,0% no estoque para pessoas físicas e elevação de 2,3% no estoque para pessoas jurídicas.

E acrescentou que o estoque de crédito livre avançou 2,4% em setembro, enquanto o de crédito direcionado apresentou alta de 1,5%.

Estoque total de crédito

Ainda de acordo com o BC, no crédito livre houve alta de 2,0% no saldo para pessoas físicas no mês passado. Para as empresas, o estoque avançou 2,9% no período.

O banco informou, também, que o total de operações de crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) foi de 52,4% para 52,9% na passagem de agosto para setembro.

Habitação e veículos

Os dados mostram que o estoque das operações de crédito direcionado para habitação no segmento pessoa física cresceu 1,2% em setembro ante agosto, totalizando R$ 789,219 bilhões.

O estoque de operações de crédito livre para compra de veículos por pessoa física, por sua vez, subiu 1,1% em setembro ante agosto, para R$ 235,444 bilhões. Em 12 meses, houve alta de 12,5%.

Setores

A autoridade monetária destacou que o saldo de crédito para as empresas do setor de agropecuária subiu 3,0% em setembro, para R$ 38,355 bilhões.

Já o saldo para a indústria avançou 1,3%, para R$ 744,379 bilhões. O montante para o setor de serviços teve alta de 2,1%, para R$ 1,091 trilhão.

No caso do crédito para pessoa jurídica com sede no exterior e créditos não classificados (outros), o saldo subiu 100,3%, aos R$ 19,062 bilhões.

Setor não financeiro

Conforme o levantamento, o saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro subiu 1,2% em setembro ante agosto, para R$ 13,076 trilhões. O montante equivale a 156,3% do PIB do Brasil.

Já o crédito ampliado inclui, entre outras, as operações de empréstimos feitas no âmbito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e as operações com títulos públicos e privados. A medida permite uma visão mais ampla sobre como empresas, famílias e o governo geral estão se financiando, ao abarcar não apenas os empréstimos bancários.

No caso específico de empresas, o saldo do crédito ampliado cresceu 3,1% em setembro ante agosto, para R$ 4,514 trilhões. O montante equivale a 54,0% do PIB.

BNDES

Também disse que o saldo de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas teve alta de 0,8% em setembro ante agosto, somando R$ 378,166 bilhões, informou o Banco Central. Em 12 meses, a queda acumulada é de 3,8%.

Em setembro, houve avanço de 2,5% nas linhas de financiamento agroindustrial do BNDES, alta de 0,8% no financiamento de investimentos e queda de 1,9% no saldo de capital de giro.

Concessões

Em se tratando de concessões dos bancos, estas, no crédito livre, subiram 3,2% em setembro ante agosto, para R$ 387,5 bilhões. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o avanço foi de 18,6% e, nos 12 meses até setembro, a alta foi de 12,9%.

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