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Bancos

Mastercard e will bank fecham acordo para acelerar inclusão financeira no Brasil

A parceria inclui um pacote completo de serviços

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Tech for Good Mastercard

O banco digital will bank e a Mastercard anunciam uma parceria de negócios que irá ampliar a oferta de serviços do banco, acelerando sua atuação como promotor de inclusão financeira no país. Além da emissão de cartões Mastercard, a parceria inclui um pacote completo de serviços de cibersegurança, inteligência artificial e consultoria de negócios.

“O propósito do WillBank é proporcionar, por meio da tecnologia, um produto inovador, acessível a todos e pensado para cada brasileiro. A Mastercard é parceira preferencial das Fintechs no Brasil e uma das empresas de tecnologia com maior relevância mundial em iniciativas relacionadas à inclusão financeira, por isso, nos unimos a ela para avançarmos neste projeto conjunto que tem como objetivo nos tornar o banco digital mais acessível, completo e abrangente do país” afirma Felipe Felix, CEO do Will Bank.

Mastercard

Cerca de 40% do público da empresa não tinha acesso ao cartão de crédito antes de se tornar cliente e 60% deles estão concentrados na região Nordeste. O braço de consultoria da Mastercard irá atuar junto ao will bank para desmistificar a inclusão financeira no país e ajudar o banco a endereçar as principais necessidades desse público.

“Na Mastercard, uma das nossas missões é impulsionar uma economia digital inclusiva que beneficie a todos. Acreditamos que parcerias como essa, com o will Bank, são essenciais para seguirmos impulsionando a inclusão financeira no Brasil e oferecendo aos consumidores mais poder de escolha”, afirma Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard Brasil. “Junto ao Will Bank, estamos focados em compreender melhor a jornada de seus clientes para desenvolver produtos e tecnologias que façam diferença real em suas vidas, concebidos para promover não apenas segurança nas transações, como também saúde financeira, resiliência e igualdade de acesso às oportunidades”, finaliza o executivo.

Cartão

O novo cartão will bank Mastercard será emitido com tecnologia NFC, permitindo a realização de pagamentos por aproximação. Além disso, a partir de agora, o will bank fará uso de ferramentas de redução de fraude fornecidas pela Mastercard melhorando o momento de autenticação e oferecendo aos clientes do banco uma experiência de pagamento mais simples, segura e sem atrito.

Além da emissão do cartão, as empresas farão testes em conjunto de duas soluções, com objetivo de avaliar a aplicação para toda a base de clientes. A primeira delas é a Brighterion, baseada em inteligência artificial, que transforma dados em insights e permitirá que o will bank atenda seu público foco de forma mais assertiva, oferecendo produtos que façam mais sentido para eles e simplificando sua jornada de pagamento.

Experiência do usuário

Já a NuDetect autentica, verifica o usuário e melhora sua experiência sem que ele precise fazer nada, pois se baseia em dados característicos de cada pessoa, incluindo biometria passiva, análise comportamental e informações sobre conexões e aparelhos utilizados.

Os clientes terão ainda acesso a um produto com aceitação internacional, além de benefícios como o programa de fidelidade Mastercard Surpreenda .

Sobre will bank

O will Bank deriva do pag!, fintech que foi criada em 2017 e recentemente ultrapassou a marca de 1,5 milhão de clientes distribuídos em todas regiões do país, sendo 60% deles em cidades com menos de cem mil habitantes. Em 2020 a empresa dobrou o seu quadro de colaboradores, atingindo a marca de 600 funcionários e para o ano de 2021, o banco planeja investir mais de R$ 60mm em pessoas e tecnologia.

Os interessados em solicitar o cartão múltiplo poderão preencher o formulário de pré-cadastro no site http://www.willbank.com.br/, que ainda está na fase beta de testes.

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Ações, Units e ETF's

Negociação para venda da Braskem (BRKM5) desperta ceticismo

Para analistas, iniciativa não passa de ‘estratégia protelatória’ da Novonor

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Crédito: CMA

A venda da Braskem (BRKM5), por meio de várias rodadas de oferta de ações da petroquímica em bolsa, é a proposta hoje à mesa de negociações entre bancos credores e representantes da Novonor (ex-Odebrecht), cujo êxito depende de a Petrobras (PETR3, PETR4) não exercer seu direito de venda de sua participação em bolsa na Novonor.

Ceticismo impera – Apesar de engenhosa, a ideia das tranches foi recebida com ceticismo pelo mercado, que interpreta a iniciativa como mera ‘estratégia protelatória’, apenas para ganhar tempo juntos aos bancos, reunido no grupo formado por Bradesco, Itaú Unibanco, Santander, Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Venda frustrada – Após a venda frustrada da Braskem pelo valor de mercado atual, por falta de interessados, a Novonor decidiu fazê-la via mercado, com emissões de ações em mais de uma rodada.  A modalidade, no entanto, demandava acordo prévio com a Petrobras, segunda maior acionista da petroquímica, além de uma definição mais clara da possibilidade de a Braskem manter, juntas, as operações no Brasil e na América do Norte. Até agora, todas essas questões corporativas permanecem pendentes.

Momento certo – Animada pelo momento favorável das ações da Braskem na B3 – valorização de 140%, somente este ano – a Novonor pretende levantar R$ 18 bilhões com a venda de sua participação na petroquímica, avaliada em R$ 45 bilhões pelo mercado.

Participação estrangeira – Caso a proposta seja aceita pelos bancos credores, a expectativa é de que a oferta seja encaminhada à bolsa nas próximas semanas, mediante a participação de bancos credores e instituições estrangeiras. Atualmente, a Novonor detém 50,1% do capital votante da Braskem, enquanto a Petrobras responde por 36,1% de capital total.

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Bancos

Mercado já trabalha com Selic de ‘dois dígitos’ para 2022

Inflação alta demandaria ‘aperto monetário’, apontam analistas e ex-diretores do BC

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Crédito: Investnews

Olhando logo à frente, analistas e ex-diretores do Banco Central (BC) já trabalham com um cenário em que taxa Selic (básica de juros) atinge dois dígitos, em 2022, no qual a autoridade monetária teria uma ‘atuação mais agressiva’ para o controle da inflação, que teria ganhado ‘tração’, ou seja, ela deve continuar subindo nos próximos meses, também movida pelo fator eleitoral do pleito no ano que vem.

Inflação persistente – Essa postura é defendida pelo ex-diretor do BC, Alexandre Schwartsman, segundo o qual “a política monetária atual foi incapaz de conter a deterioração nas expectativas de inflação”, que se tem mostrado “bem mais persistente do que se pensava”. Ele vai além, ao afirmar que esse processo (inflacionário) “estaria disseminado na economia brasileira, em especial, o setor de serviços”.

‘Rápido no gatilho’ – Para o ex-diretor do BC, “quanto mais rápido for feito o aperto na política monetária, maior a chance de sucesso (da autarquia) de fazer convergir a inflação à meta do ano que vem – de 3,5%, com margem de 1,5 ponto percentual, para cima ou para baixo. Projeção mais recente do Boletim Focus aponta um IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 4,10% para 2022, mas com viés de alta firme.  Mas para que tal convergência se concretize, Schwartsman defende a necessidade de ‘acelerar o ritmo de alta da Selic, até que está chegue a 9%, em meados do ano que vem.

Ajuste ‘ideal’ – Em linha com a previsão do ex-BC, os economistas do banco Credit Suisse, Solange Srour e Lucas Vilela consideram ‘ideal’ para o momento, a previsão de aumento de um ponto percentual da Selic, a cada uma das três próximas reuniões do Copom, turbinando a taxa a um patamar de 8,25% a.a. para 9,75% a.a, no final de 2022, em razão do “forte aumento da inflação no período”. Eles defendem, ainda, a aplicação de duas altas seguidas da Selic em 2022: de 1 ponto percentual em fevereiro, e de 0,50 ponto em março próximo. Já a previsão de inflação, para o banco helvético, é de um IPCA no intervalo entre 8,1% e 8,5% este ano, e de 5% para 5,2%, em 2022.

Inflação de sobra – Para o sócio da SPX Capital e também ex-diretor do BC, Beny Parnes, é quase inevitável que o crescimento da inflação chegue a 2022, também pressionada por fatores como a “crise hídrica, além de riscos políticos e fiscais”.

Medida equivocada – Parnes observa, ainda, que a política monetária cometeu o equívoco de manter em 2% a Selic, diante de um ‘contexto de elevado nível de incerteza’. Na prática, acrescenta ele, a medida só serviu para desvalorizar o real frente a outras moedas emergentes, além de contribuir, hoje, para manter elevados os índices inflacionários. Por fim, o sócio da SPX Capital avalia que a alta de um ponto percentual da Selic é suficiente para gerar “o menor nível de ruído possível junto aos agentes de mercado”.

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Bancos

Nubank: No Nu invest, investidores com até 18 anos crescem 1.100% em 5 anos

Fintech

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O Nubank disse que no Nu invest, sua plataforma de investimentos, os investidores com até 18 anos crescem 1.100% em cinco anos.

Conforme a fintech, os jovens investidores também aumentaram exposição e 35% já investem em renda variável.

Diretor comercial do Nu invest, Fabio Macedo diz acreditar que essa alta reflete que as pessoas entenderam a importância de começar o quanto antes a investir.

“Os juros compostos têm como componente o tempo. Dessa forma, um dos fatores que pode ajudar o investidor a ter bons resultados é  investir desde cedo para deixar os juros compostos agirem”, destacou.

Nubank

Para a fintech, após a taxa básica de juros (Selic) ter ido ao menor patamar histórico, o número de menores de 18 anos que apostam em renda variável passou a crescer consideravelmente no Nu invest. Enquanto em 2016 menos de 5% investiram nesses produtos, atualmente o percentual já é de cerca de 35% do total.

No recorte por sexo dentro dos clientes Nu invest, os homens jovens parecem mais dispostos a enfrentar a volatilidade do mercado. Enquanto 44% dos menores de 18 anos investem em renda variável, o percentual entre as mulheres com o mesmo recorte etário fica em 27%.

“O menor de 18 anos que optar por produtos de renda variável e puder mantê-los por um longo período pode, sim, comprar ações e fundos de investimentos voltados a esse produto já que, com a pouca idade, uma carteira dessas pode ter rendimentos bem positivos em prazos maiores que cinco anos”, afirma Macedo.

Pais e filhos

Com o aumento da procura dos jovens, de acordo com Fabio Macedo, a possibilidade de os pais auxiliarem os filhos a começarem a investir deve trazer benefícios futuros aos menores de idade por meio da educação financeira.

“Abrir uma conta em uma corretora e pensar em uma carteira de investimentos em conjunto é, talvez, a melhor maneira de os pais deixarem um legado financeiro real aos seus filhos. São ensinamentos de educação financeira que eles levarão para o resto da vida”, afirma.

No Nu invest, por exemplo, a abertura de contas de menores de 18 anos é simples e rápida. Basta o interessado menor de idade ter conta em banco, fazer o cadastro no site ou via aplicativo e enviar alguns documentos que podem ser consultados aqui.

Com a facilidade no acesso ao mercado, os jovens devem se concentrar em montar uma carteira de acordo com o seu perfil de risco e com foco no longo prazo.

“Recomendamos que seja uma carteira de investimentos completa, de acordo com o perfil de risco de cada pessoa. Mas, de maneira geral, essa carteira pode conter produtos de renda fixa e de renda variável, sempre com foco no longo prazo”, orienta o diretor do Nu invest.

No Nu invest, o investidor possui uma plataforma com mais de mil opções de produtos, para perfis de clientes que buscam maior diversificação e autonomia na composição da carteira, como por exemplo os fundos Nu Ultravioleta (de ações e multimercado).

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