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Agronegócio

MS investe R$ 12 bi e contribui para a redução de gases de efeito estufa com o uso do ILPF

O Estado ocupa o primeiro lugar entre os Estados que adotam a estratégia de ILPF de produção

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Nesta semana, o assunto do Mercado Agropecuário foi sobre o Estado de Mato Grosso do Sul e suas práticas conservadoras de baixo carbono, que continuam contribuindo para a redução dos gases de efeito estufa por meio do uso de ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta).

Nos últimos 11 anos, 3,6 milhões de hectares de pastagens foram transformados em áreas de produção por meio desse processo e, considerando os recursos necessários para o cultivo de grãos e plantações, foram gerados mais de 12 bilhões de reais de investimentos.

O Estado ocupa o primeiro lugar entre os Estados que adotam a estratégia de ILPF de produção, com mais de 2,5 milhões de hectares com sistema de integração, de acordo com os dados da pesquisa encomendada pela rede ILPF ao Departamento Técnico do Sistema Famasul.

O Brasil se comprometeu em reduzir a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) na Conferência das Partes (COP) de Copenhague, em 2009. O país instituiu a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) e em 2011 foi aprovado o Plano Setorial de Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura (Plano ABC), a fim de cumprir o compromisso.

O Plano ABC foi dividido em sete projetos: Recuperação de Pastagens Degradadas; Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e Sistemas Agroflorestais (SAFs); Sistema Plantio Direto (SPD); Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN); Florestas Plantadas; Tratamento de Dejetos Animais; e, Adaptação a Mudanças Climáticas.

Com o uso das tecnologias, a agropecuária brasileira deixou de emitir 52,1 milhões de t CO eq, atingindo um resultado 344% superior aos 4 milhões de hectares propostos pelo plano ABC, cerca de 13,8 milhões de hectares com os programas de ILP e ILPF. Esse total foi 290% maior ao estabelecido no Plano.

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Agronegócio

Produtores atrasam colheita de mandioca por conta da estiagem

A estiagem tem prejudicado o desenvolvimento da planta, causando estragos irreversíveis

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No Centro-Oeste do Estado de São Paulo, a estiagem tem prejudicado o desenvolvimento da mandioca. Muitos produtores atrasaram a colheita por conta da terra seca. A raiz da planta não se desenvolve como deveria sem umidade, e com isso causa estragos irreversíveis no alimento.

A mudança climática animou os produtores da planta, mesmo com baixa produtividade. Antigamente, em Echaporã (SP), a produtividade por pé era em média de quatro quilos e meio. Atualmente, a produtividade fica em torno de um quilo e seiscentos gramas.

Nas regiões de Assis e Marília (SP), segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA), mais de 15 mil hectares foram plantados de mandioca para indústria, com um recorde de produção de mais de 500 mil toneladas, no ano anterior.

Porém, por conta do clima, os números anteriores não irão se repetir desta vez. Se a situação rural for complicada, os números vão acabar se refletindo nas indústrias. Uma fábrica de farinha produz 450 toneladas por mês, no município de Garça (SP).

A colheita de mandioca está sendo feita com três meses de atraso na propriedade do produtor Nelson José Guieiro. O agricultor afirmou que foi melhor esperar um tempo a mais, pois é preciso que a terra esteja fofa e molhada. Com isso, assim que veio a primeira chuva, Nelson aproveitou para fazer a colheita.

Além do atraso, o plantio da nova roça também foi prejudicado.

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Agronegócio

Ministério da Agricultura regulamenta uso de drones em atividades agropecuárias

Equipamentos devem estar regularizados junto a Anac e os operadores devem ter um curso destinado a aplicação aeroagrícola remota e ter registro no Sipeagro.

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), regulamentou o uso de drones em atividades agropecuárias por meio da Portaria número 298 publicada no Diário Oficial da União.

Segundo o comunicado do Ministério, o objetivo do regulamento é simplificar e adaptar os requisitos legais às condições específicas da tecnologia. Aeronaves remotamente pilotadas (ARP), ou drones, serão usadas para aplicar pesticidas, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes.

Os drones devem estar regularizados junto a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e os operadores devem ter um curso destinado a aplicação aeroagrícola remota e ter registro no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimento Agropecuários (Sipeagro).

A atividade pode ou deve ser coordenada por algum responsável técnico, engenheiro agrônomo ou engenheiro florestal, dependendo do caso.

Além disso, de forma a ser auditados, sempre que necessário, o processo de aplicação deve envolver a segurança operacional, o preparo da substância, o monitoramento das condições ambientais e o registro e arquivamento dos dados, de acordo com a nota.

De acordo com Uéllen Lisoki, chefe da Divisão de Aviação Agrícola, “esperamos que a normativa traga a segurança jurídica necessária para os operadores, ao mesmo tempo que garanta a harmonização e a segurança das operações e uso responsável da tecnologia. A norma também servirá como um ‘norte’ para a coordenação e a fiscalização das atividades, tanto por parte do Mapa, como por parte dos órgãos estaduais, responsáveis pela fiscalização do uso de agrotóxicos”.

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Agronegócio

Frente Parlamentar é instalada na olivicultura do Rio Grande do Sul

A criação da Frente Parlamentar deve trazer uma força política importante para o desenvolvimento da olivicultura no Estado

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Na última semana, uma grande cerimônia aconteceu no Hotel Recanto Business Center, em Restinga Seca (RS), para realizar a instalação da Frente Parlamentar das Oliveiras, a fim de dar mais visibilidade à produção de azeitonas e ao azeite extravirgem produzidos no Rio Grande do Sul. Nos últimos anos, a olivicultura foi um dos setores que mais cresceu no estado.

Produtores, empresários, entidades, setor público e o Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), apoiam a iniciativa. O Deputado Estadual, Beto Fantinel (presidente da Frente Parlamentar), o Conselheiro Honorário da Fundação Antonio Meneghetti, Roberto Argenta, e o Presidente do Ibraoliva, Renato Fernandes, estão na linha de frente.

De acordo com o deputado Fantinel, “nosso objetivo é apoiar o setor por meio da instalação de grupos de trabalho que contemplarão incentivos fiscais, acesso ao crédito rural, suporte técnico, produção de mudas e extensionistas, para esclarecer e ampliar a diversificação no cultivo na matriz produtiva agrícola. Além de habilitar novos produtores, principalmente na agricultura familiar de pequeno e médio porte”.

A criação da Frente Parlamentar deve trazer uma força política importante para o desenvolvimento da olivicultura no estado, de acordo com Renato Fernandes, presidente do Ibraoliva.

Fernandes ainda ressalta que, “o que presenciamos aqui em Restinga Seca será um marco para a olivicultura gaúcha e brasileira. Essa força política aliada ao trabalho sério e dedicado dos olivicultores vai consolidar ainda mais um produto nacional, que já é destaque internacional, além de impulsionar todos os seguimentos que atuam na olivicultura, como o turismo, por exemplo”.

Nomes como Ernani Polo, que ocupa a vice-presidência, Gabriel Souza (MDB), presidente da Assembleia Legislativa, Patrícia Alba (MDB), Clair Kuhn (MDB), Carlos Burigo (MDB), Vilmar Zanchin (MDB), Dalciso de Oliveira (PSB), Ruy Irigaray (PSL), Gilberto Capoani (MDB), Giuseppe Riesgo (NOVO), e os secretários estaduais de Turismo e de Desenvolvimento Econômico, Ronaldo Santini (do PTB e deputado federal licenciado) e Edson Brum (MDB), também fazem parte da Frente Parlamentar.

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