Saúde
Não são espinhas! Saiba como tratar o Milium, pequenas bolinhas brancas que surgem na pele
Com os cuidados corretos e a orientação de um especialista, é possível tratar e prevenir essas pequenas bolinhas indesejadas.
Se você já notou pequenas bolinhas brancas ou amareladas surgindo em sua pele, especialmente no rosto, e pensou que fossem espinhas, é possível que você tenha encontrado o milium. Essas pequenas lesões, muitas vezes confundidas com acne, são na verdade uma condição de pele distinta e exigem cuidados específicos.
O que é Milium e como identificá-lo?
Milium: pequenas bolinhas brancas na pele – Imagem: Chay_Tee/Shutterstock
O milium, explicado pela médica e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Ligia Novais, se apresenta como pequenas bolinhas de coloração branca ou amarelada que geralmente aparecem no rosto.
Diferentemente da acne, o milium não apresenta inflamação no local, mas sim uma disfunção das células da pele que se acumulam no formato de bolinha. Já a espinha é formada pelo excesso de oleosidade e acúmulo de bactérias, resultando em poros obstruídos e presença de pus.
Causas do Milium
As causas exatas do milium ainda são um mistério na literatura médica, mas, conforme explica Novais, “eles se desenvolvem a partir da degeneração das fibras elásticas da pele e das células que produzem a queratina.”
Fatores como a exposição a raios UV, poluentes, dietas ricas em calorias ou gordura, tabagismo e consumo de álcool podem estimular esse processo. O milium aparece frequentemente em regiões mais delicadas e finas da pele, como ao redor dos olhos, pálpebras, pescoço e, ocasionalmente, no peito e costas.
Interessantemente, o milium também pode aparecer em recém-nascidos, sendo conhecido como milia primária, e geralmente desaparece por conta própria. Segundo a Dra. Novais, “ele ocorre porque as glândulas sebáceas da pele ainda não estão completamente desenvolvidas, o que pode acarretar uma disfunção”.
Prevenção e tratamento
Para prevenir o milium, é essencial manter uma boa rotina de cuidados com a pele. Isso inclui a limpeza facial com produtos adequados para cada tipo de pele, a esfoliação regular de duas a três vezes por semana e o uso de peeling.
A Dra. Novais recomenda: “Opte pelo ácido salicílico ou retinol, que irão estimular a renovação celular. Assim, conseguimos evitar que as células mortas permaneçam muito tempo na superfície da pele e se acumulem.”
Para tratar casos mais leves, a manutenção da esfoliação é a chave. Porém, se as lesões persistirem, é recomendável procurar um dermatologista para a remoção segura e adequada dos miliuns. A médica adverte: “O que, de fato, não recomendo é espremer ou tentar retirar com instrumentos em casa: isso pode machucar a pele e ainda não solucionar a questão”.

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