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Bancos

Open Banking aumentará competição entre bancos e trará vantagens ao usuário

Novo sistema possibilita o compartilhamento de dados de clientes entre instituições financeiras, desde que eles permitam.

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O Open Banking promete transformar o sistema financeiro e abrir novas possibilidades para os cidadãos do país. A vantagem para os bancos e instituições financeiras deve ser ainda maior, já que eles poderão compartilhar dados de consumidores e conhecer melhor seu público.

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Sob as novas regras, que provavelmente deverão gerar mais competitividade nos formatos digitais, o cliente precisa permitir essa troca de informações. A novidade deve gerar mudanças especialmente para fintechs, que poderão ter acesso a informações antes restritas aos grandes bancos.

Com a mudanças Nubank terá capacidade até mesmo superar o Banco do Brasil em número de clientes em 2023, segundo estimativas da XP.

Os bancos digitais representaram 52% dos downloads de aplicativos de instituições financeiras no ano passado, segundo dados da UBS. Em 2015, essas empresas respondiam por 2%.

O que ganham os bancos tradicionais?

Os grandes bancos também não deixarão de aproveitar a novidade. O sistema vai possibilitar que, por exemplo, o Banco do Brasil tenham acesso a dados sobre investimentos feitos no C6 Bank, levando a uma melhor compreensão sobre as necessidades de seus clientes.

“É o momento do consumidor. Porque o open banking trabalha com o conceito de que cada pessoa é dona dos seus dados, então ela pode fazer o que quiser com as suas informações, migrando de bancos ou usando o melhor de cada instituição”, explicou o José Luiz Rodrigues, especialista em regulação da JL Rodrigues & Consultores Associados.

“Por exemplo, ela vê que o banco x é melhor em crédito, que o y oferece melhores investimentos e o z foca na previdência privada, e isso faz com que ela monte a carteira de serviços que vai utilizar, integrando os três. É o consumidor construindo o banco que quiser”, acrescentou.

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Bancos

Wow Nubank: Aprenda como ganhar os mimos enviados para os clientes

Para mostrar a importância dos clientes, o Wow Nubank é uma forma de presentear histórias de pessoas que se relacionam com o banco digital.

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WOW Nubank

O banco digital Nubank busca sempre inovar com ações que despertem o encantamento dos clientes pelo banco e pelos serviços oferecidos. Um deles é o Wow Nubank, mimos em forma de presentes que são entregues para os clientes.

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De acordo com o Nubank, os mimos são enviados sempre que existe uma conversa mais marcante e especial. Ou seja, tem que ter uma história de conexão durante o atendimento ao cliente.

Dessa forma, o que o Nubank espera é eternizar esse momento em forma de mimos. Não é sem motivo que hoje o banco digital é avaliado como o mais popular no Brasil.

Como ganhar o Wow Nubank

Hoje em dia, quanto mais humanizado, melhor é o atendimento. Essa é uma máxima para o Nubank. O tom de voz da empresa busca aproximar cada vez mais os clientes ao banco digital, com linguagem jovial.

Dessa forma, o atendimento de qualidade é premissa básica. Ainda mais com atendimentos que são 100% onlines, como é o caso dos bancos digitais. Por isso a humanização se torna tão importante.

São vários os mimos enviados pelo Nubank, com base nas histórias dos clientes. Por exemplo, um deles é o caso de uma pessoa que teve problema com a compra de uma sanduicheira na madrugada. O Nubank mandou uma de presente.

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Outra história que ganhou as redes sociais foi quando o Nubank enviou um brinquedo para a cadelinha de um cliente, que tinha comido o cartão da dona. O envio do Wow começou em 2015 e de lá para cá já foram mais de 9.400 mimos enviados pelo banco digital aos clientes de todo o Brasil.

De acordo com o Nubank, a equipe de atendimento é treinada para fazer surpresas aos clientes, buscando sempre um atendimento humano e mais eficiente, tendo o foco no cliente.

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Ações, Units e ETF's

Itaúsa (ITSA4) está descontada e a hora de comprar é agora, diz Genial

O preço-alvo para o final de 2022 está em R$ 13,89, e o potencial de crescimento está em 40%

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SW Agência

Os papéis da holding Itaúsa (ITSA4) estão descontados e a hora de comprar é agora, diz a Genial Investimentos em relatório ao mercado. O preço-alvo para o final de 2022 está em R$ 13,89.

De acordo com a corretora, a companhia tem potencial de crescimento de quase 40% e a tese reportada se diz construtiva. O principal ativo da holding é o Banco Itaú.

“A Itaúsa é uma holding de investimento que negocia na bolsa com um desconto de 23% de seus 7 principais ativos. Foi o veículo de investimento e diversificação das famílias fundadoras do maior banco brasileiro, que hoje compõe quase 75% desse portfólio”, disse.

E acrescentou: “a companhia paga bons dividendos, passou por uma série de transformações que em conjunto com mudanças tributárias, acreditamos que excitam gatilhos nos próximos anos para finalmente fechar uma boa parte do desconto que ronda os 20-25%.”

Para a Genial, a compressão do desconto deve ajudar a performance da Itaúsa versus seus ativos. Soma-se a isso que o Itaú, o seu principal ativo pagador de dividendo, deve restabelecer o payout que foi limitado pelo Banco Central em 30% em 2020 por conta da pandemia para 50-70% este ano, em cima de um lucro bem maior.

Itaúsa

Ainda de acordo com a Genial, a Itaúsa repassa 100% de todo o dividendo (incluindo JCP) que recebe para seus acionistas. Ou seja, muitos encaram que com esse desconto de 23% das ações da Itaúsa em relação aos seus ativos, um investimento em Itaúsa seria a mesma coisa que comprar os dividendos do Itaú a um preço mais baixo.

“No entanto, nós argumentamos que existem outros motivos estruturais para que esse desconto reduza. Afinal, a participação do Itaú dentro do portfólio caiu de 90% para 73%, tornando necessário um pouco mais de consideração para as outras partes”, disse.

E complementou: “depois de uma higienização de ativos não rentáveis, a nova equipe de M&A vem fazendo boas aquisições. Dos 23% de desconto sobre seus ativos, conseguimos explicar quase metade decorrente de ineficiências fiscais, administrativas.”

A Genial elencou alguns gatilhos que o investidor deve se ater:

– “A proposta da reforma tributária de extinguir os juros sobre capital próprio (JCP), mitigando a ineficiência fiscal da holding, que hoje calculamos em 6,9%, que estimamos ser aprovada em 2022 e implementada em 2023”;

– “A venda das ações da XP, que apesar de ocorrerem gradualmente devem converter ativos em caixa. Com relação a investidas estamos otimistas com Itaú, que deverá ser beneficiado com expansão da carteira de crédito em 2021, índice de provisionamento confortável e elevação das taxas de juros, tendendo a beneficiar receitas (NII). Ademais, acreditamos que a Itaúsa vem fazendo uma boa alocação de capital em teses de infraestrutura, podendo se beneficiar dos marcos do saneamento e gás, especificamente com suas participações na NTS, Copa Energia e Agea. Tendo em vista gatilhos para redução do desconto e cenário favorável em investidas reiteramos a nossa recomendação de COMPRAR para ITSA4.”

Veja ITSA4 na Bolsa:

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Bancos

Modalmais anuncia pagamento de R$18 mi em JCP

Farão jus aos JCPs os acionistas constantes da base acionária da companhia em 19 de novembro de 2021

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Modalmais oferece parceria com Smiles e TudoAzul em programa de pontos

O Modalmais vai pagar R$ 18 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), cujo montante corresponde a R$ 0,026274 por ação ordinária e preferencial (R$ 0,078821por Unit).

Após deduzido o valor relativo ao Imposto de Renda Retido na Fonte, o montante líquido será de R$15.299.527,66 milhões, equivalentes a R$ 0,022332 por ação ordinária e preferencial (R$0,066997 por Unit).

Farão jus aos JCPs os acionistas constantes da base acionária da companhia em 19 de novembro de 2021.

A partir de 22de novembro de 2021, as ações da companhia passaram a ser negociadas “Ex-Juros Sobre Capital Próprio”.

Os JCPs aprovados serão pagos a partir do dia 01de dezembro de  2021,  e  imputados  integralmente  aos  dividendos  obrigatórios  a  serem distribuídos   pela   companhia   referentes   ao   exercício   de   2021,   sem   nenhuma remuneração a título de atualização monetária.

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