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Petrobras assina termo de compromisso referente a pagamento junto à Petros

Dívida de R$1,3 bi

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Petrobras

A Petrobras assinou termo de compromisso referente a pagamento junto à Petros, conforme documento encaminhado ao mercado.

De acordo com a petroleira, trata-se de documento junto à Fundação Petrobras e Seguridade Social referente à sua participação paritária, para pagamento à vista da dívida reconhecida no processo de migração dos Planos PPSP-R e PPSP-NR para o Plano Petros-3 (PP3).

O valor da dívida da Petrobras era de R$ 1,3 bilhão, na data-base de 30/04/2021, que será atualizado atuarialmente até 31/07/2021, de acordo com os critérios contidos nos termos de migração dos planos PPSP-R e PPSP-NR.

No período de 01/08/2021 até a data do efetivo pagamento, previsto para 09/09/2021, o montante final será corrigido pelas metas atuariais dos planos de origem (PPSP-R e PPSP-NR).

A previsão do início de operacionalização do PP3 é 1º de agosto de 2021.

Tanques em refinaria da Petrobras

Petrobras

Três dias atrás a petroleira informou que segue listada no índice FTSE4Good, conforme comunicado encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, a petroleira está listada pelo segundo ano consecutivo no índice FTSE4Good.

Criada pela FTSE Russell o índice tem como objetivo identificar as empresas que demonstram robustas práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) em relação a padrões reconhecidos internacionalmente.

Os temas analisados (mudança do clima, biodiversidade, recursos hídricos, governança, cadeia de fornecedores, direitos humanos, comunidades e práticas de trabalho) estão em alinhamento com os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) da ONU.

A Petrobras está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker PETR4.

Veja o documento:

Petrobras assina termo de compromisso referente a pagamento junto à Petros

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Empresas

Uber exclui 1,6 mil motoristas por ‘cancelamentos excessivos’ de viagens

Empresa afirma que foram banidos apenas parceiros que “prejudicam intencionalmente o funcionamento da plataforma”.

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A Uber confirmou que baniu 1,6 mil motoristas parceiros nas últimas semanas por realizarem “cancelamentos excessivos ou para fins de fraude”. A declaração veio após uma denúncia da Amasp (Associação dos Motoristas de Aplicativos de São Paulo) de que a empresa teria excluído 15 mil trabalhadores do aplicativo.

Leia mais: Bolsonaro discute com ministro sobre como reduzir preço de combustíveis

“Foi uma exclusão sumária, o que deixou os motoristas em situação complicada. Nos termos de uso da plataforma, não há proibição à prática do cancelamento”, explicou ao G1 o presidente da Amasp, Eduardo Lima de Souza.

A empresa negou a informação e garantiu que foram banidos somente 1,6 mil profissionais. Segundo a companhia, o motivo seriam os cancelamentos excessivos, que vão contra as regras da plataforma.

“A Uber esclarece que não ‘excluiu mais de 15 mil motoristas’, como afirma a associação ouvida pela reportagem. São cerca de um milhão de motoristas e entregadores parceiros cadastrados na plataforma da Uber no Brasil, e apenas uma minoria, cerca de 0,16% do total, apresenta comportamentos que prejudicam intencionalmente o funcionamento da plataforma e atrapalham outros motoristas e usuários que apenas desejam gerar renda ou se deslocar”, afirmou em comunicado.

Reclamações

A decisão da empresa veio em resposta à diversas reclamações de usuários sobre a dificuldade de conseguir uma corrida em razão do cancelamentos recorrente. Os consumidores também estão insatisfeitos com o preço das viagens.

Os motoristas alegam que a prática visa evitar prejuízos, já que o aumento consecutivo nos preços dos combustíveis e a alta margem de lucro da Uber inviabilizam algumas corridas mais curtas.

A Uber conta atualmente com um milhão de motoristas, número muito acima dos 6 mil cadastrados quando a empresa chegou ao Brasil, há cerca de sete anos.

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Automobilística

SUVs crescem em vendas nos últimos 10 anos; Veja a lista dos mais vendidos

Conforto, maior espaço e distância maior do solo fazem destes modelos sucesso de vendas. Além disso, eles são visualmente mais atrativos.

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O gosto do brasileiro para carro tem mudado ao longo da última década. Os SUVs, por exemplo, foram o segmento que mais cresceu em comercialização, passando a integrar a lista dos modelos mais vendidos no país.

Leia mais: Ainda existe carro popular? Veículos de entrada já superam os R$ 60 mil

Fazendo um comparativo entre os anos de 2010 e 2020, o ranking dos carros mais desejados pelos consumidores mudou, tendo os SUVs recebido bastante destaque. Os motivos estão relacionados ao conforto, maior espaço e distância maior do solo que os carros desta categoria costumam oferecer. Além disso, os SUVs são visualmente mais atrativos.

Sendo assim, mesmo sendo mais caros em comparação aos hatches e os sedãs, os modelos mostram que vieram para ficar e conquistar de vez mais espaço entre o público.

Um exemplo disso são as grandes marcas, que deram um jeito de fazer parte do fenômeno dos SUVs. A Toyota, por exemplo, lançou em março o Toyota Corolla Cross, cujo modelo já vendeu mais de 20.171 unidades até o momento. Outro exemplo de sucesso é o Renault Sandero Stepway, hacth com vincos e visual ao estilo SUV.

Renault Sandero Stepway (Imagem: Divulgação)

Lista de 20 carros mais vendidos em 2010 e 2020

2010

  1. Volkswagen Gol: 293.762 unidades
  2. Fiat Uno: 229.300 unidades
  3. Chevrolet Celta: 155.169 unidades
  4. Volkswagen Fox/Cross Fox: 143.768 unidades
  5. Fiat Palio: 137.512 unidades
  6. Chevrolet Classic: 122.152 unidades
  7. Fiat Siena: 120.511 unidades
  8. Fiat Strada: 116.819 unidades
  9. Ford Fiesta: 90.941 unidades
  10. Ford Ka: 84.877 unidades
  11. Volkswagen Voyage: 82.703 unidades
  12. Renault Sandero: 68.827 unidades
  13. Chevrolet Agile: 67.727 unidades
  14. Chevrolet Prisma: 63.091 unidades
  15. Volkswagen Saveiro: 62.198 unidades
  16. Toyota Corolla: 55.018 unidades
  17. Chevrolet S10: 43.181 unidades
  18. Ford EcoSport: 43.037 unidades
  19. Honda Fit: 40.946 unidades
  20. Citroën C3: 39.930 unidades

2020

  1. Chevrolet Onix: 135.351 unidades
  2. Hyundai HB20: 86.548 unidades
  3. Chevrolet Onix Plus: 83.392 unidades
  4. Fiat Strada: 80.041 unidades
  5. VW Gol: 71.151 unidades
  6. Ford Ka: 67.491 unidades
  7. Fiat Argo: 65.937 unidades
  8. VW T-Cross: 60.119 unidades
  9. Jeep Renegade: 56.865 unidades
  10. Fiat Toro: 53.974 unidades
  11. Jeep Compass: 52.966 unidades
  12. Renault Kwid: 49.475 unidades
  13. Chevrolet Tracker: 49.372 unidades
  14. Hyundai Creta: 47.757 unidades
  15. Fiat Mobi: 46.617 unidades
  16. VW Polo: 41.863 unidades
  17. Toyota Corolla: 41.072 unidades
  18. Nissan Kicks: 36.433 unidades
  19. Honda HR-V: 32.511 unidades
  20. Toyota Hilux: 32.394 unidades

Por fim, no comparativo com 2021, a projeções apontam que a mudança será ainda maior. Isso porque em agosto, o top 10 de modelos de carros mais vendidos ficou bastante misto, sendo a presença dos SUVs algo extremamente marcante. Os hatches, por outro lado, estão saindo de cena e dando lugar a outras categorias.

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Empresas

Enauta informa parada de produção do Campo de Manati

Vazamento de gás

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Enauta informa parada de produção do Campo de Manati

A Enauta informou, por meio de fato relevante, parada de produção do Campo de Manati.

De acordo com o documento, o movimento foi interrompido de forma preventiva em 27 de setembro, em função de um pequeno vazamento de gás na parte terrestre do duto entre a estação de compressão e a estação de tratamento de gás.

Também disse que o operador está avaliando as causas do incidente e ainda não há previsão de retorno.

Enauta informa parada de produção do Campo de Manati

Enauta

Ainda de acordo com o documento, a Enauta Energia S.A., subsidiária integral da companhia, possui 45% de participação no Campo de Manati, localizado na Bacia de Camamu, litoral da Bahia.

Em 16 de agosto de 2020, a Companhia anunciou um acordo de venda para a Gas Bridge de sua participação total no Campo com data efetiva em 31 de dezembro de 2020.

A transação está sujeita a uma série de condições precedentes e os atos necessários para a conclusão do contrato devem ser realizados até 31 de dezembro de 2021.

A companhia está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker ENAT3.

Veja o documento:

Enauta informa parada de produção do Campo de Manati

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