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Finanças

PicPay inicia oferta de crédito pessoal pelo aplicativo

Objetivo da instituição financeira é reunir diversas ofertas de empréstimo em sua plataforma.

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PicPay

O PicPay agora está oferecendo crédito pessoal na sua plataforma. O objetivo da empresa é se consolidar como um marketplace financeiro. O pontapé inicial foi dado para uma base de 14 milhões de clientes, que podem ter crédito pré-aprovado.

O produto amplia as alternativas para os usuários em um dos setores mais disputados do mercado: concessão de empréstimos. “O usuário do PicPay tem uma alta demanda de produtos de crédito e enxergamos que eles são complementares ao nosso portfólio de serviços financeiros. Além de ser um produto importante para o negócio, a oferta está em linha com o momento do mercado de concessão em alta e de taxas mais atrativas”, afirmou Frederico Trevisan em entrevista à Exame.

Com mais de 40 milhões de clientes cadastrados e sem risco da operação, o PicPay funciona como um canal de distribuição para esses produtos.

O primeiro parceiro a oferecer crédito através do aplicativo será o banco Original, mas a ideia é conectar diversas outras instituições financeiras, de modo que haja concorrência na plataforma e disputa para oferecer tarifas mais atrativas aos usuários. Dessa forma, a iniciativa é um passo em direção ao open banking, sistema que visa ampliar e baratear a oferta de produtos financeiros para consumidores e empresa.

A interação na plataforma juntamente com a inteligência artificial do aplicativo possibilita que a oferta do crédito pré-aprovado seja mais assertiva. Toda parte de gestão operacional é feita pelo PicPay.

A partir do momento em que o cliente contrata e recebe a quantia na plataforma, ele já pode usá-la para pagar boletos, realizar transferências, consumir e fazer render o que está parado na conta. As parcelas podem ser pagas no próprio aplicativo.

As tarifas variam de 1,99% a 7,99% ao mês e os prazos são de até 48 meses para quitação do empréstimo. Durante o lançamento, o produto terá uma carência de 90 dias para pagamento da primeira parcela.

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Finanças

Ação do Itaú e Visa vai sortear carros e distribuir mais de 200 prêmios de R$ 500

Compras de qualquer valor utilizando os cartões de crédito definidos pela promoção são consideradas para o sorteio.

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Promoção "Toda Compra é uma Chance"

A parceria entre Itaú Unibanco e Visa gerou a campanha Toda Compra é Uma Chance. A ação vai sortear três Jeep Renegade automáticos e 250 prêmios de R$ 500 aos seus clientes com cartões de crédito.

A campanha se estende até o dia 13 de maio de 2021. Qualquer pagamento efetuado nos cartões Itaucard, Itaú Personnalité  e Credicard que possuírem a bandeira Visa e forem cadastrados no programa Vai de Visa concorrerão ao sorteio.

Os cartões virtuais também podem participar da promoção. Contudo, devem estar devidamente cadastrados no programa de pontos Vai de Visa. Para ter chances em dobro, o cliente deve fazer compras on-line ou utilizar a tecnologia de pagamento por aproximação.

O objetivo da ação é incentivar o uso de cartão de crédito, independentemente da quantia envolvida na transação. A expectativa dos idealizadores da promoção é que os prêmios oferecidos, além da segurança e conveniência, façam com que os usuário optem mais pelo crédito no momento de pagar.

Confira mais detalhes no site oficial da ação (promocoes.visa.com.br/site/itau/itau-todo-dia).

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Finanças

Elo Diners Club: Novo cartão da Elo tem pontuação turbinada e benefícios especiais

Novo cartão contará com a plataforma Elo Flex, na qual o cliente escolhe de quatro a seis benefícios para personalizar seu Elo Diners Club.

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Elo Diners Club

Com o lançamento do novo Elo Diners Club, a empresa conclui a reformulação do seu portfólio de alta renda. O cartão é uma evolução do Elo Nanquim Diners Club, lançado em 2018. 

O cartão chega ao mercado com benefícios melhorados, como acesso ilimitado e gratuito a salas VIP para titular e acompanhante, além de seguro viagem com cobertura para despesas médicas e hospitalares. Além disso, o Elo Diners Club passa a contar com Elo Flex, plataforma de personalização de benefícios que representa um upgrade no segmento de alta renda da empresa. 

Felipe Maffei, diretor de produtos e inovação da Elo, comenta: “Estamos lançando no mercado um produto ainda mais sofisticado para o público de alta renda, unindo os benefícios mais requisitados pelos clientes a outros diferenciados e inovadores no mercado de cartões”

A opção estará disponível em duas cores, sendo off-white ou preta. Entre os principais benefícios estão:

  • Pontuação turbinada de 3.3 pontos por dólar gasto em aquisições internacionais; 
  • Pontos que nunca expiram;
  • Acesso gratuito e ilimitado a salas VIP LoungeKey no Brasil e no mundo;
  • Acesso a sala VIP Elo no Aeroporto de Congonhas;
  • Transfer Aeroporto.

Além dos benefícios fixos, cada usuário conta com uma cesta de quatro a seis vantagens adicionais para personalização na plataforma Elo Flex. São mais de 30 opções em categorias como viagem, seguros, pet, vida, educação, casa, entretenimento, auto, entre outros. 

A transição do Elo Nanquim Diners Club para o novo Elo Diners Club no Banco do Brasil acontecerá a partir de junho de 2021. Os atuais usuários que já têm esse cartão podem usufruir da plataforma Elo Flex. 

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Bancos

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

A S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional da instituição financeira em um degrau, de “brAA-” para “brAA”

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Banco PAN

A Caixa Econômica Federal enviou pedidos de proposta a bancos de investimentos para alienar sua participação no Banco Pan (BPAN4).

Na mesma data, em resposta à iniciativa da Caixa, o Pan divulgou fato relevante na mesma data, afirmando ter recebido informação da Caixa Participações S.A. – CAIXAPAR, braço de participações da Caixa em empresas, a respeito da avaliação da transação e do processo de seleção das instituições financeiras participantes.

Segundo a XP Investimentos, após a vendas de suas ações preferenciais no último mês de agosto, a Caixa se tornou acionista do Banco Pan por meio de 49,2% das suas ações ordinárias, as quais são vinculadas a um acordo de acionistas com o BTG Pactual, acionista majoritário, que possui direito de preferência em qualquer operação que o banco estatal queira fazer.

“Ressalta-se que os estudos ainda encontram-se em caráter inicial, não havendo qualquer tomada de decisão acerca da efetiva realização da operação, que está sujeita à obtenção das aprovações societárias pertinentes, às condições macroeconômicas favoráveis e ao interesse de investidores”, destacou a XP.

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

Banco Pan: rating

Após elevar o rating do Banco Inter (BIDI11), a agência de classificação de riscos S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional do Banco Pan (BPAN4) em um degrau, de “brAA-” para “brAA”, e manteve a nota na escala global em “B+”. A perspectiva de ambos os ratings é estável.

A decisão, de acordo com a S&P, foi tomada diante da migração bem-sucedida do banco para as operações digitais, a menor dependência da receita de empréstimos e o foco em crédito consignado e financiamento de veículos.

Segundo a agência de rating, considerando que o crédito consignado e o financiamento de veículos são produtos de crédito de menor risco e representam 91% do total de empréstimos da instituição, o desempenho financeiro dela foi “mais resiliente e mais forte do que o de seus pares com ratings semelhantes, apesar do choque econômico decorrente da pandemia”.

“Nos últimos anos, o Banco Pan vem expandindo suas operações digitais, ao mesmo tempo em que se distancia do segmento de crédito para pequenas e médias empresas (PMEs) e se concentra no crédito consignado e financiamento de veículos. Como resultado, o banco vem reportando resultado operacional superior ao de seus pares, enquanto sua rentabilidade aumentou nos últimos anos”, diz trecho do comunicado.

A transformação digital do banco foi bastante elogiada pela agência. Para ela, apesar de o negócio de empréstimos ainda ser a principal ferramenta de monetização de clientes, o Banco Pan está “constantemente lançando novos recursos e desenvolvendo parcerias, potencializando produtos de varejo como cartões de crédito, contas correntes e empréstimos pessoais”, e isso vendo gerando bons frutos.

A S&P destacou ainda que o esforço do Banco Pan em reduzir sua dependência de financiamento da Caixa Econômica Federal (CEF) – que controla a instituição com o BTG Pactual desde 2011, quando o antigo dono, Silvio Santos, vendeu a instituição para liquidar uma dívida de quase R$ 4 bilhões que contraiu com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e cobrir dois rombos no banco.

Veja BPAN4 na Bolsa:

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