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Finanças

Pix C6 Bank: como cadastrar chave e fazer transferências gratuitas

Usuários pessoa física da fintech podem cadastrar até cinco chaves Pix em cada conta.

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C6 Bank

O C6 Bank possibilita cadastrar o Pix para transferir e receber dinheiro na conta, além de fazer pagamentos utilizando QR Code. Os clientes da fintech podem cadastrar chaves diretamente pelo aplicativo para Android e iOS, podendo usar o CPF, e-mail, telefone ou ainda chaves aleatórias. 

No banco digital, cada cliente pessoa física pode efetuar o cadastro de até cinco chaves em cada conta na qual é titular. Para isso, o primeiro passo é abrir o aplicativo do C6 Bank, descer a tela até encontrar o menu do Pix. Em seguida, selecionar “Minhas Chaves” e clicar em “Cadastrar chave Pix”. 

O consumidor deve, na sequência, escolher a chave que deseja criar, entre CPF, e-mail, telefone ou uma chave aleatória. Caso queira utilizar outro endereço de e-mail ou telefone, será necessário desmarcar a opção “Usar meus dados de cadastro”.

Depois, o cliente precisa selecionar a chave que deseja criar e clicar na opção “Confirmar”. Por fim, basta digitar o código de validação enviado ao e-mail e informar a senha do seu cartão C6. 

Para realizar transferências utilizando o Pix o processo é o seguinte: 

  1. Na seção do Pix do C6 Bank, toque em “Transferir”. Depois, escolha o tipo de chave que o destinatário passou. No caso de telefone, por exemplo, basta digitar o número com DDD;
  2. O C6 Bank vai identificar imediatamente os dados do destinatário. Dessa forma, basta digitar o valor e finalizar no botão “Confirmar”.

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Finanças

Entenda o que é amortização e saiba como calcular

Com a amortização, o valor das parcelas é constituído por um valor fixo mais encargos, que são calculados de acordo com o saldo devedor.

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Dívidas

Muitas vezes, as empresas precisam recorrer a empréstimos, seja para pagar dívidas, adquirir matérias-primas e mercadorias ou mesmo para investir no crescimento do negócio. Contudo, os juros sobre a operação podem acabar elevando muito o valor total do empréstimo, prejudicando as finanças da empresa.

Uma opção para reduzir o valor dessa dívida é a amortização. Trata-se da flexibilização desse pagamento, que será realizado de forma parcelada, em valores fixos, durante um determinado período. Desta forma, a cada mês o saldo devedor fica menor, ou seja, é amortizado.

A amortização é calculada a partir do valor principal da dívida, ou seja, o valor que foi originalmente emprestado ou financiado, e as parcelas incluem encargos como taxas e juros. Atualmente, um dos métodos mais utilizados para a amortização de dívidas é o Sistema de Amortização Constante (SAC).

O SAC é muito comum em financiamentos de longo prazo, principalmente de imóveis. Neste método, o valor das parcelas é reduzido, à medida que a dívida é paga. Como a amortização é constante, o devedor irá pagar mensalmente o mesmo valor do principal da dívida.

Contudo, o valor dos juros varia de acordo com o saldo devedor, isto é, no que ainda falta pagar. Por isso, as parcelas são maiores no início do financiamento, e com o tempo ficam mais baratas.

Para calcular o valor da amortização, basta dividir o valor total da dívida pelo número de parcelas, e em seguida, somar os juros. Considere como exemplo um empresário que tomou um empréstimo no valor de R$ 100 mil, parcelado em 60 meses, com juros de 0,68%.

  • Valor constante da amortização: R$ 100 mil ÷ 60 meses = R$ 1.666,67;
  • 1ª parcela: R$ 1.666,67 de amortização + R$ 680 de juros (R$ 100 mil x 0,68%) = R$ 2.346,66;
  • 2ª parcela: R$ 1.666,67 de amortização + R$ 668,66 de juros (R$ 100 mil – R$ 1.666,67, valor da parcela paga, x 0,68%) = R$ 2.335,33;
  • 3ª parcela: R$ 1.666,67 de amortização + R$ 657,33 de juros (R$ 100 mil – R$ 3.333,34, valor das parcelas pagas, x 0,68%) = R$ 2.324,00;

E assim por diante. Depois dos 60 meses, o valor total de juros pago será de R$ 20.739,99.

Para escolher o método de amortização mais adequado para você ou sua empresa, é necessário estar atento ao prazo para pagamento da dívida, ao impacto dessa dívida no seu orçamento e suas condições financeiras, a fim de evitar prejuízos no futuro.

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Finanças

Nubank seleciona primeiros 3 mil colombianos para receber cartão de crédito sem anuidade

Projeto do Nubank na Colômbia pretende criar produtos únicos baseados nas necessidades observadas na fase de testes.

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Cartão Nubank

O Nubank está selecionando aleatoriamente 3 mil colombianos para receber cartões de crédito sem taxa de administração, com custo zero para emissão do plástico e isento de juros em todas as compras pagas em uma parcela. A fintech busca prestar um serviço financeiro simples e com cobranças justas. 

Catalina Bretón, gerente geral do Nu Colômbia, explicou que a seleção será feita a partir de um universo de 250 mil peticionários do cartão que estão na lista de espera: “Quando lançamos no Brasil, havia 10 mil na lista de espera. No México temos 50 mil e na Colômbia, um país menor, temos esse número que nos enche de entusiasmo ”, disse Bretón em entrevista à Semana. 

Segundo a gerente do banco que vai operar 100% através do aplicativo, “a Colômbia ansiava por serviços financeiros mais simples, transparentes, justos e humanos”.

O projeto do cartão para os primeiros selecionados foi feito a partir da escuta do próprio povo colombiano: “Não se trata de copiar a experiência de outro país e colar aqui”, ressalta Bretón. Por isso, na etapa inicial, conhecida como fase Beta, os usuários vão ajudar a “co-criar” os serviços ao consumidor do país. 

Os cidadãos selecionados vão receber um código de convite que chegará ao e-mail cadastrado. “Isso vai acontecer a qualquer momento, a partir desta quarta-feira, 24 de fevereiro.” Depois, o usuário deve baixar a versão mais atualizada do aplicativo da fintech e efetuar o registro. 

Dessa forma, o cliente pode começar a escolher as melhores opções para seu controle financeiro, incluindo prazos, valor máximo de crédito necessário, entre outros. 

Atualmente, o Nubank tem 35 milhões de usuários com atuação em três países e escritórios em seis nações. 

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Economia

G10 Bank: Conheça a fintech novata que deseja ser o banco das favelas

Gilson Rodrigues, coordenador do projeto, espera que a instituição financeira esteja operando no prazo de quatro a seis meses.

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G10 Bank

O projeto de Gilson Rodrigues, coordenador nacional do G10 das Favelas, está próximo de sair do papel. Chamado de G10 Bank, o objetivo da nova instituição financeira é levar mais inclusão para comunidades pobres. Serviços como cartão de crédito, maquininhas, empréstimos e poupança serão oferecidos. 

Todos os trâmites para obter a licença do Banco Central (BC) estão sendo feitos com auxílio do Focaccia, Amaral e Lamonica Advogados (FAS). Esse é o primeiro passo para construir uma Sociedade de Crédito Direto, chamada de SCD.

A estrutura inicial da fintech já visa permitir o fornecimento de crédito e conta de pagamento. Com isso, o plano do G10 Bank é estar operando no prazo de quatro a seis meses. Além disso, segundo Rodrigues, a expectativa da futura fintech é ter um aporte de R$ 1,8 milhão de empresários e famílias interessadas em investimentos de impacto. O coordenador ainda ressalta que não falta dinheiro, mas que tem buscando parceiros que tragam algum tipo de mentoria. 

O objetivo de Rodrigues é criar um banco digital sob o conceito de economia circular nas comunidades que pretende alcançar. Dessa forma, a instituição financeira deve disponibilizar conas de fomento a comerciantes locais, permitindo que pessoas consumam na região, gerando novas oportunidades na localidade.

O piloto será feito na comunidade de Paraisópolis, zona sul da capital paulista. Atualmente, o G10 das favelas funciona como um bloco de líderes e empreendedores de impacto social em comunidades brasileiras, que inclui a favela de Heliópolis, em São Paulo, a Rocinha e Rio das Pedras, no Rio, e outras comunidades no Pará, Pernambuco, Amazonas, Maranhão e Distrito Federal.

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