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Privatização da Petrobras: será que é a melhor decisão?

Com a nova notícia de que o governo quer privatizar a Estatal mais lucrativa do Brasil, alguns problemas começaram a surgir. Confira!

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No ano de 2022, um ano eleitoral que irá decidir o futuro presidente do Brasil, está cada vez mais conturbado. É sabido que a inflação está cada vez pior e, ao que tudo indica, também virou o ano no qual todas as estatais brasileiras que produzem um lucro absurdo, estão sendo vendidas a preço de banana.

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Nesse sentido, a proposta de privatização da Petrobras, que foi anunciada pelo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, na última semana, acabou reabrindo o debate em torno do impacto dessa venda e das medidas de descentralização na eficácia produtiva de empresas e no controle dos preços dos combustíveis.

Desse modo, é extremamente fundamental enfatizar que, enquanto os membros do governo do atual presidente da república, Jair Messias Bolsonaro (PL) e os defensores dessa redução do Estado em relação a questões econômicas do país estão comemorando esse anúncio, os representantes da Federação Única dos Petroleiros (FUP-CUT) afirmaram que o presidente da república verá “a maior greve da história da categoria” caso esse projeto de privatização avance.

Não obstante, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que a privatização da Petrobras não está na sua alçada e muito menos em seu radar no atual momento, e que a proposta precisa ser aprovada pelo Congresso antes que o presidente possa assinar o decreto que irá incluir a empresa no Plano Nacional de Desestatização (PND).

O fato é que esse assunto, em ano eleitoral, irá gerar um atrito muito grande para o governo, de modo geral, podendo comprometer ainda mais a recandidatura de Bolsonaro que já está por um fio devido aos resultados de sua política nos últimos anos, conforme apontam as pesquisas ultimamente.

Geógrafo e pseudo escritor (ou contrário), tenho 23 anos, gaúcho, amante da sétima arte e tudo que envolva a comunicação

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